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quinta-feira, 26 de agosto de 2010

RUGBY ADAPTADO - Dias 27, 28 e Torneio aberto de NOTWILL NA SUIÇA


SELEÇÃO BRASILEIRA 2010


C O N V O C A Ç Õ E S

Após a 3ª Edição do Campeonato Brasileiro, que aconteceu em Ceilândia – DF, foram pré-convocados 20 atletas dentre as 10 equipes participantes e os mais de 100 atletas inscritos nesta competição.

Após as disputas, foram definidas 2 equipes distintas para cumprir o calendário de competições internacionais do mês de agosto:

De 13 a 18 acontecerá o III Torneio Quadrugby Maximus MMX, no México e,

Dias 27,28 e 29 TORNEIO ABERTO DE NOTWILL , NA SUIÇA


Com a impossibilidade de realização de fases de treinamento antecedentes às competições, os atletas foram selecionados de acordo com seu desempenho neste último Campeonato Brasileiro.

III Torneio Quadrugby Maximus MMX – MÉXICO

A primeira equipe Brasileira é composta exclusivamente por atletas universitários. Este time irá participar do III Torneio Quadrugby Maximus MMX, no México, já conhecido por nós desde sua 1ª edição em 2008, na Colômbia. Na época, foi formada a 1ª Seleção Brasileira de Rúgbi em Cadeira de Rodas para participar de uma competição internacional e, no ano seguinte, a 2ª edição deste Torneio, foi sediada por nós na ANDEF, no Rio de Janeiro.

Os atletas deverão se apresentar à seleção no dia 09 de agosto, pela manhã no Rio de Janeiro para a retirada dos vistos e depois, para a concentração. No dia 12, será o embarque para o México, com retorno previsto para o dia 18.


Os atletas escolhidos para formarem esta Delegação, são os seguintes:

CONVOCAÇÃO OFICIAL >> ABRC AP 007-10 CONVOCAÇÃO México

Caio Bialowas
Raphael Fagundes
Lucas França
Bruno Barcelos
José Raul Schoelller
Renan Prestes
José Higino Oliveira Souza
Raphael Lima Lucena
Ubiraci Lustosa de Carvalho
Técnico: Davi Chaves Ribeiro

Manual de Viagem para Maximus MMX: Manual de viagem_Rugby_México

Torneio Internacional Aberto de Quadrugby – SUÍÇA

A nossa segunda equipe irá disputar o Torneio Internacional Aberto de Quadrugby na Suíça, nos dias 27, 28 e 29 de agosto.

Esta equipe terá a oportunidade de chegar ao local do campeonato com uma antecedência de alguns dias para a realização de treinamentos, inclusive com a participação da Seleção Suíça, que já nos aguarda para tal evento.

Estaremos divulgando maiores detalhes até a próxima semana.

Os atletas escolhidos para compor esta Delegação serão os seguintes:

NOME CLUBE CLASSE
André Arruda Lobato Rodrigues Carmo CRGI 0.5
Helder Ribeiro do Prado Junior TIGRES 1.0
Edmilson Ferreira de Oliveira CRGI 1.5
Fernando Abud Putini ADEACAMP 2.0
Guilherme Figueiredo Camargo CRGI 2.0
Luiz Fernando Cavalli ADEACAMP 1.5
Rafael Hoffmann IBDD 2.0
Alexandre Keiji Taniguchi ADEACAMP 2.5
Bruno Damasceno Ferreira ADEACAMP 2.5
Alexandre Vitor Giuriato ADEACAMP 3.0
Técnico: Brian Muniz

Aqui você encontra a previsão dos jogos >> Programação de Jogos Suiça

Observação:

Os atletas pré-convocados que não estão nas listas devem ficar de sobreaviso, pois caso exista a necessidade, estes deverão ser substituídos.

Vôlei Paraolímpico em Mogi das Cruzes

Cidade será sede do Campeonato Brasileiro

A cidade de Mogi das Cruzes, na Grande São Paulo, sedia, a partir do dia 04 de setembro, a terceira edição do Campeonato Brasileiro de Vôlei Paraolímpico da Série B, na categoria Adulto Masculino.

O torneio, que ocorrerá até o dia 7, contará com nove equipes de São Paulo, Alagoas, Goiás e Paraná, reunindo 144 pessoas, entre atletas e membros de comissões técnicas.

Todos os jogos vão ocorrer na Unidade Mogilar do Ginásio Poliesportivo da Universidade Brás Cubas. Organizado pela Associação Brasileira de Vôlei Paraolímpico, presidida por Amauri Ribeiro, medalha de prata nos Jogos Olímpicos de 1984, em Los Angeles, e campeão olímpico em 1992, em Barcelona.

A tabela de jogos só será divulgada após o congresso técnico da competição, que vai ocorrer na noite de sexta-feira, 03 de setembro.

Prova de "xix": desafiadora ou facilitadora?

Prova de "xix": desafiadora ou facilitadora?



Muitos bons alunos não se saem bem em provas de múltipla escolha e outros nem tão bons obtêm resultados excelentes. Quando se opta por uma prova de múltipla escolha deve-se tomar cuidado para não deixar as respostas tão óbvias que o aluno consiga resolver sem muito conhecimento, nem tão cheias de armadilhas onde até o aluno mais preparado possa cair.

"Pegadinhas” devem ser evitadas ao máximo, a não ser que o assunto tenha sido bem divulgado e debatido em sala antes da prova, porque podem induzir o aluno ao erro, mesmo que ele domine a matéria, e o que se quer avaliar com a prova é o conhecimento apreendido acerca do tema/conteúdo.

De forma geral as provas das escolas e universidades mais renomadas têm duas alternativas que podem ser eliminadas de cara se o aluno tiver um bom conhecimento, e duas que exigirão um grau maior de atenção. Ao preparar uma prova de múltipla escolha o professor deverá observar essa proporção para evitar surpresas desagradáveis quando for corrigi-las e contestações de alunos, pais e direção da instituição.

Outro item que deve merecer muito cuidado na hora da elaboração desse tipo de prova é o enunciado das questões, porque este deve ficar muito claro para o aluno o que se espera que ele desenvolva. Provas com enunciados confusos ou dúbios costumam produzir notas baixas e alunos insatisfeitos e frustrados com o próprio rendimento.

Uma prova de múltipla escolha com cinco alternativas dá ao aluno 20% de chance de acertar, se o mesmo optou pelo "chute", por desconhecer a matéria. Também é a chance que tem aquele aluno disciplinado e bem preparado que "deu de cara" com uma prova de enunciado confuso ou dúbio. Quatro alternativas aumenta a chance para 25%, no entanto esse tipo de prova tem sido motivo de chacota e de comentários jocosos pelos alunos e professores em função de algumas distorções ideológicas e de princípios acerca de avaliações e provas em algumas instituições não tão sérias.

A técnica do chute consiste basicamente em analisar racionalmente as alternativas da questão. Os critérios mais importantes a serem analisados são:



» divergências;

» estatística;

» semelhanças;

» eliminação de hipóteses absurdas; e

» a eliminação das respostas generalizadoras.



As menos importantes e que usaremos em último caso será o “critério da letra A” e a “cara do cartão de respostas”. Vamos falar sobre cada um. Trabalharemos com probabilidades, ou seja, tendência, chance e tentativa de acerto. Nem sempre a resposta certa será a que a técnica indicar.



Divergências

Podemos ter assuntos controvertidos numa questão, principalmente as de Humanas: História e Geografia. Essas disciplinas podem ter abordagens diferenciadas segundo a convicção político ideológico doutrinária do autor.

A técnica, nesse caso, consiste em chutar segundo o que pensa a banca examinadora e a bibliografia indicada por ela.

As técnicas mais importantes são as citadas. Ainda assim, se tudo o mais falhar, ainda temos duas dicas, porém bem menos confiáveis. Só as use em último caso, se as técnicas acima não puderem ser aplicadas ou como confirmação delas.



Estatística

A tendência é que no rol de respostas, um elemento correto esteja repetido várias vezes. A intenção do examinador é não facilitar a vida do candidato. Não fosse assim, bastaria identificar o tal elemento correto e pronto, mataríamos a questão.



Exemplo:


A ( ) papel e pedra
B ( ) tesoura e pedra
C ( ) papel e pau
D ( ) papel e tesoura
E ( ) tesoura a algodão



Repare que a resposta que mais se repete é “papel e tesoura”, por isso a resposta “D” tende a ser a mais correta.



Semelhança

Quando duas ou mais respostas assemelham-se muito, a tendência é que uma delas seja a correta. Aqui a intenção da banca é confundir quem sabe um pouco mais.



Exemplo:


A ( ) 15,5
B ( ) 16,7
C ( ) 18,5
D ( ) 19,5
E ( ) 19,7



A tendência é que a D ou E sejam as corretas. Repare também que aplicando o critério da estatística (acima) a tendência é confirmada: D ou E por causa do “19,” e D por causa do “,5″.



Eliminação das hipóteses absurdas

Acreditamos que esta seja a mais utilizada. Nas questões, pelo menos uma das respostas é absurda. Eliminando-se uma resposta absurda numa prova com quatro alternativas, a probabilidade de acerto sobe de 25% para 33%. Eliminando mais uma, sobe para 50%!

A técnica consiste em desconfiar de tudo que atente contra a lógica, os princípios ou o bom senso. Aquela resposta não lhe parece bem? Soa mal ou sente que está esquisito? Você pode estar certo. Essa resposta tende a estar errada.



Eliminação das generalizadoras

Cuidado com as respostas que generalizam sobre algum assunto. Como diz o ditado, “toda regra tem sua exceção”. Então se for chutar, elimine as alternativas com palavras que não abram espaços para exceções. Veja alguns exemplos:



todo(a)(os)(as), tudo, total, totalmente, completo, completamente, só, somente, pleno, plenamente, incondicional, incondicionalmente, simplesmente, puramente, integral, integralmente, ocasional, ocasionalmente, definitivamente, nenhum(a), ninguém, nunca, perfeitamente, sempre, sem exceções, jamais



Como dito antes, eliminando-se uma resposta numa prova com quatro alternativas, sua probabilidade de acerto sobe de 25% para 33%. Eliminando duas, sobe para 50%!



A letra “A”

Como é a primeira opção, o examinador tende a colocar a resposta certa em outras alternativas, para não apresentá-la logo de cara. Na letra "A" banca gosta de colocar as respostas “cascas de banana”.

Então, quando não souber a resposta e for chutar, e as técnicas mais confiáveis não funcionarem, você pode evitar a letra "A".



A cara do cartão de respostas

O examinador também tende a não colocar todas as respostas na mesma letra. Senão o candidato que chutasse todas as questões numa determinada letra, se estivesse com sorte, seria aprovado. Logo, se olhando para o cartão de respostas reparar um menor número de uma das letras, mais chance existe de a resposta ser essa letra.

Por exemplo, você está em dúvida entre a B e a C. Mas, olhando para o cartão de respostas, você vê que as duas questões anteriores e também nas duas posteriores você marcou B. Então você pode tentar na C. Ou então a maioria das respostas são A, C e D. Existe uma probabilidade que a outra seja B. Mas atenção: só use essa técnica em último caso!



Sabendo que existem essas técnicas os componentes da banca não poderiam seu comportamento?
Pode! Mas é muito difícil. Primeiro porque ela tem que levar em consideração a média das pessoas; Segundo porque, se não seguir as regras acima, estará facilitando a vida de quem sabe alguma coisa. Ou seja, o examinador não tem muita saída.

Então, não subestime a técnica do chute. Ela é uma atividade tão inteligente quanto estudar e responder, e é uma ferramenta que pode te diferenciar dos demais candidatos. Esteja preparado também para, quando tudo o mais falhar, ter essa carta na manga quando for marcar o X.



Características das provas objetivas e discursivas:



Provas Objetivas (múltipla escolha)



Neste tipo de avaliação é admitida uma única resposta, sendo o seu julgamento impessoal, permitindo, assim, uma correção justa e imparcial. A grande vantagem desse tipo de prova é que ela pode ser corrigida por qualquer pessoa que tenha o gabarito, sem que seu resultado seja alterado, e os alunos têm o retorno do desempenho (notas) mais rápido. Também é vantajosa para o professor, haja vista ser de correção mais rápida e menos trabalhosa, ocupando menos seus momentos de descanso semanal.



Dentre as várias formas de elaboração de questões objetivas, as mais usuais são:

– Falso/verdadeiro ou certo/errado;

– Lacuna ou completamento;

– Associação;

– Múltipla escolha;

– Pergunta direta;

– Identificação; e

– Ordenação



Provas Discursivas



Neste tipo de prova o aluno tem plena liberdade de expressão no conteúdo de suas respostas, o que sempre o leva a contestar a correção do professor, tentando "espremer" uma nota maior do que aquela aferida. Por isso, o professor deverá estabelecer critérios de correção bem claros, elaborar um gabarito padrão oficial com os conceitos e argumentos mínimos esperados na resposta do aluno, prevendo, inclusive, variações nas respostas.




http://www.sol.eti.br/imagens_divertidas

Assim, o Instrutor deve estabelecer critérios de correção, prevendo, inclusive, variações nas respostas. O ideal seria a construção de uma resposta-padrão com os elementos mínimos e máximos esperados na resposta do aluno, prevendo, para cada um dos conjunto de elementos o valor a ser atribuído.

É aquela onde cada questão permite ao aluno plena liberdade de expressão no conteúdo de suas respostas, devendo o Instrutor estabelecer os critérios de correção (barema) ou então deverá encontrar absurdos (as vezes com alguma lógica - veja ao lado).

Como medida exclusiva do aproveitamento do aluno, esse tipo de prova exige o estabelecimento de um critério de julgamento justo e imparcial para a resposta de suas questões.



Assim, o Instrutor deve estabelecer critérios de correção (barema), prevendo, inclusive, variações nas respostas.



Sugestão de enunciado: Responda as perguntas abaixo.





1- Cuidados na elaboração de uma prova discursiva



Quando uma questão for extensa ou complexa , o Instrutor deve subdividi-la em várias proposições;

Enunciado da questão deve ser objetivo a fim de que o aluno NÃO tenha nenhuma dúvida; e

A interpretação NÃO pode fazer parte da questão , pois o Instrutor irá corrigir de acordo com a sua interpretação e NÃO com a do aluno.

O instrutor deve se esquivar de tecer comentários acerca do desempenho do aluno (escrito ou falado), limitando-se apenas a aceitá-la ou não.




http://www.sol.eti.br/imagens_divertidas




2- Cuidados na correção de uma prova discursiva



Se a resposta fugir dos moldes previstos e estiver certa, considerá-la como tal;

Critério deve ser igual para todos. Para tal, o Instrutor deve corrigir a mesma questão de todos os alunos, em seguida;

Se as respostas indicarem deficiências nas instruções ou no enunciado da questão, o Instrutor deve anular esta questão; e

Caso anterior somente deverá ser considerado quando um número significativo de alunos NÃO entender o enunciado.


Sugestão de prova discursiva


FUVEST 2007 - QUESTÃO 07 DE GEOGRAFIA



Além do conceito de Plataforma Continental, do ponto de vista geomorfológico, temos também o conceito de Plataforma Continental "Jurídica". O desenho ao lado mostra um dos critérios possíveis para a delimitação da Plataforma Continental "Jurídica" no Brasil.

a) Caracterize a Plataforma Continental, do ponto de vista geomorfológico. Justifique a sua importância econômica para o Brasil.

b) Discorra sobre a importância da Plataforma Continental "Jurídica", considerando a exploração do subsolo marinho.

Resposta esperada. Correção feita pelos professores do Cursinho Objetivo (Disponível em UOL)

a) A plataforma continental é um prolongamento da faixa costeira a partir da deposição sedimentar resultante do processo erosivo do relevo costeiro e do deságüe dos rios que carreiam sedimentos resultantes da ação de desgaste no interior do território. A plataforma continental estende-se desde a elevação continental até o talude, encosta abrupta que desaba o relevo na direção da zona abissal ou leito marinho, passando pelo subsolo marinho continental.

A importância econômica da plataforma continental brasileira está nas atividades como a pesca e a exploração de petróleo e gás natural. A pesca é favorecida pelas condições de piscosidade das águas rasas, com luminosidade, temperatura e salinidade favoráveis ao processo de formação das cadeias alimentícias e reprodutivas. O petróleo, recurso energético resultante da decomposição de animais marinhos e vegetais em bacias sedimentares em mares rasos, é potencial em plataformas continentais. O Brasil tem sua maior produção petrolífera (em torno de 80%) na Bacia de Campos, plataforma continental do litoral fluminense. Essa exploração é possível graças à adoção da zona econômica exclusiva (ZEE) do mar territorial em 200 milhas a partir da linha costeira.


b) O manual técnico da convenção das Nações Unidas para a legislação sobre o mar, de 1982, prevê a determinação da plataforma continental jurídica (PCJ) para além das 200 milhas do mar territorial, "unindo, mediante linhas retas, que não excedam 60 milhas marítimas, pontos fixos definidos por coordenadas de latitude e longitude". (CNUM, art. 76, pág. 7). A importância da exploração do subsolo marinho para o Brasil está na definição de zona econômica exclusiva (ZEE) como situada além do mar territorial e que não exceda as 200 milhas marítimas das linhas de base a partir das quais se mede a largura do mar territorial. Trata-se de faixa potencial em exploração de módulos minerais, petróleo e gás natural.



Resposta em verde: resposta com o conteúdo mínimo esperado (50%)

Resposta em azul: resposta completa (100%)

sábado, 21 de agosto de 2010

Dicas sobre como “chutar” certo em provas de concursos


O ideal é que o candidato esteja sempre preparado para responder todas as questões conscientemente e nunca precise chutar. Passar em um concurso público chutando todas as questões é estatisticamente muito mais difícil do que acertar na loteria.

Mas quase sempre tem uma ou outra questão que o candidato não faz a menor idéia de qual resposta é a certa, nesses casos não resta outra alternativa a não ser chutar mesmo.

Para isso se o candidato souber algumas técnicas, pode acabar aumentando a probabilidade de acertar essas questões no chute:

1º Dica – Eliminação
Primeiramente o candidato deve verificar se existe alguma questão com uma resposta absurda ou visivelmente errada, pode parecer simples, mas isso aumenta muito a sua probabilidade de acertar. Por exemplo: em uma questão com 5 alternativas, a probabilidade de acerto é de 20%, caso seja eliminado uma alternativa a probabilidade aumenta para 25%.

2º Dica – Repetição
Verifique se há respostas que se repetem, caso existam, estas tendem a ser as corretas. Por exemplo:
A) Cachorro e Cavalo
B) Vaca e Gato
C) Gato e Cachorro
D) Gato e Macaco
E) Cachorro e Macaco
Note que as palavas Gato e Cachorro aparecem mais vezes em todas as alternativas, então provavelmente a resposta correta é a C, pois reúne as palavras mais citadas.

3º Dica – Semelhança
Geralmente o examinador tende a tentar confundir o candidato colocando alternativas parecidas ou próximas da resposta correta. Com isso as alternativas que são muito semelhante a outras provalmente conterão a alternativa correta. Por exemplo:
A) 10,8
B) 15,2
C) 15,5
D) 18,2
E) 20,5
Nesse caso a alternativa B é semelhente ou próxima da C, então provavelmente uma das duas é a correta.

4º Dica – Generalização
Desconfie de toda alternativa que generaliza um determinado assunto, aqui vale a máxima que toda regra tem a sua exceção, quando houver alternativas desse tipo elas tem maior probabilidade de estarem erradas. Segue alguns exemplos de palavras que generalizam assuntos: nunca, jamais, sempre, completamente, incondicional, ninguém, todos, definitivamente e total.

5º Dica – Distribuição
Essa dica não é tão eficiente quanto as primeiras, mas pode ajudar em alguns casos. Estatisticamente, a banca examinadora tende a distribuir igualmente as respostas conforme a quantidade de alternativas e questões da prova. Por exemplo, se cada questão contém 5 alternativas e a prova contém 50 questões, provavelmente o examinador colocará 10 alternativas A, 10 B, 10 C, 10 D e 10 E. Então, quando for chutar, vale a pena contar quantas respostas já foram assinaladas para cada alternativa, a que tiver menos respostas deve ser o palpite. Mas caso tenha já muitas respostas erradas na prova, essa dica não funcionará bem.

Essas 5 dicas são comprovadamente eficientes, pois quando são aplicadas, aumentam muito a probabilidade de acertos ao invés de chutar sem nenhum critério. As próximas duas dicas não são baseados em fundamentos estatísticos comprovados, mas existem muitos boatos que elas também funcionam:

6º Dica – Letra A
Muito se diz que o examinador que está elaborando a questão não gosta de colocar a resposta logo na primeira alternativa pois dá a impressão que está facilitando muito a vida do candidato, então segundo essa teoria na dúvida não chute na A.

7º Dica – Letra C
Ao contrário da letra A, dizem que geralmente o examinador tem a tendência de colocar mais respostas C, então na dúvida deve sempre optar por ela, além disso, os mais religiosos e supersticiosos acreditam que a letra C, por ser a primeira letra de Cristo, pode ajudar a quem precisa e merece.

Boas, estatísticas e boatos à parte, estudem sempre para não ter que precisar chutar. Boa Sorte!
Última atualização ( Ter, 02 de Setembro de 2008 12:53 )

Fonte: Master Concursos

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A importância do Plano de Aula - Educador Brasil Escola

A importância do Plano de Aula - Educador Brasil Escola



A realização do planejamento é imprescindível
no processo de ensino-aprendizagem

O planejamento está presente em quase todas as nossas ações, pois ele norteia a realização das atividades. Portanto, o mesmo é essencial em diferentes setores da vida social, tornando-se imprescindível também na atividade docente.

O planejamento de aula é de fundamental importância para que se atinja êxito no processo de ensino-aprendizagem. A sua ausência pode ter como consequência, aulas monótonas e desorganizadas, desencadeando o desinteresse dos alunos pelo conteúdo e tornando as aulas desestimulantes.

De acordo com Libâneo “o planejamento escolar é uma tarefa docente que inclui tanto a previsão das atividades didáticas em termos de organização e coordenação em face dos objetivos propostos, quanto a sua revisão e adequação no decorrer do processo de ensino”. Portanto, o planejamento de aula é um instrumento essencial para o professor elaborar sua metodologia conforme o objetivo a ser alcançado, tendo que ser criteriosamente adequado para as diferentes turmas, havendo flexibilidade caso necessite de alterações.

Porém, apesar da grande importância do planejamento de aula, muitos professores optam por aulas improvisadas, o que é extremamente prejudicial no ambiente de sala de aula, pois muitas vezes as atividades são desenvolvidas de forma desorganizada, não havendo assim, compatibilidade com o tempo disponível.

Entre os elementos que devem compor um plano de aula estão:

- clareza e objetividade;
- Atualização do plano periodicamente;
- Conhecimento dos recursos disponíveis da escola;
- Noção do conhecimento que os alunos já possuem sobre o conteúdo abordado;
- Articulação entre a teoria e a prática;
- Utilização de metodologias diversificadas, inovadoras e que auxiliem no processo de ensino-aprendizagem;
- Sistematização das atividades com o tempo;
- Flexibilidade frente a situações imprevistas;
- Realização de pesquisas buscando diferentes referências, como revistas, jornais, filmes entre outros;
- Elaboração de aulas de acordo com a realidade sociocultural dos estudantes.

Portanto, o bom planejamento das aulas aliado à utilização de novas metodologias (filmes, mapas, poesias, músicas, computador, jogos, aulas práticas, atividades dinâmicas, etc.) contribui para a realização de aulas satisfatórias em que os estudantes e professores se sintam estimulados, tornando o conteúdo mais agradável com vistas a facilitar a compreensão.

Por Wagner de Cerqueira e Francisco
Graduado em Geografia
Equipe Brasil Escola

Geografia - Estratégias de Ensino - Educador - Brasil Escola

Como Elaborar uma Prova "Equilibrada"


Como Elaborar uma Prova "Equilibrada"

Receiitinha da orientadora de Prátiicas Educativas, do meu curso normal, para elaborar uma prova "equilibrada"
Segundo ela, o professor deveria preparar uma avaliação com:

25% de questões "difíceis" ;

50% de questões "ao nível do aluno";

25% de questões "bem fáceis".

Com esse critério

1 - Só os "muito bons" vão conseguir a nota máxima

2 - A maioria vai conseguir a nota "média"

3 - Ninguém se sentirá desestimulado, por encarar uma prova totalmente inacessível.

Vantagens de uma prova equilibrada:

- mesmo os mais fracos conseguem uma nota diferente do desagradável zero.

- só os destaques da classe atingem a nota máxima, o que valoriza o esforço extra desses alunos.

- a maioria (que é a média) conseguirá a nota intermediária.

Obs: por questões difíceis entenda-se: questões que exigem raciocínio e não apenas "decoreba"
Não se enquadram nesse quesito perguntas cabulosas nem cobranças além do que foi ensinado.
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PLANOS DE AULA

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Banco de Questões

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Universidades no futuro



Retrato da universidade brasileira em 2020 é traçado por especialistas em debate na Unesp (Wikimedia)


Universidades no futuro
13/8/2010

Por Fabio Reynol

Agência FAPESP – Programas de cooperação com outros países serão mais frequentes. Boa parte dos cursos será oferecida a distância. Alunos de graduação terão formação cada vez mais interdisciplinar.

Essas são algumas das tendências que deverão formar o perfil da universidade na década de 2020, segundo Julio Cezar Durigan, vice-reitor da Universidade Estadual Paulista (Unesp), que coordenou o 1º Ciclo de Debates “A universidade pública brasileira no decorrer do próximo decênio” , realizado nesta quarta-feira (11/8) no campus da Barra Funda, na capital paulista.

“O evento foi extremamente produtivo e cumpriu o objetivo de trazer visões de especialistas de outras instituições para contribuir com o debate”, disse Durigan, que preside a Comissão Permanente de Gestão do Plano de Desenvolvimento Institucional da Unesp, à Agência FAPESP.

Participaram dos debates os professores Olgária Matos, da Universidade de São Paulo (USP) e Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), Luiz Antonio Constant Rodrigues da Cunha, da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), Gerhard Malnic (USP), Naomar Monteiro de Almeida Filho, reitor da Universidade Federal da Bahia (UFBA), Hélio Nogueira da Cruz (USP) e Marco Aurélio Nogueira (Unesp). Abriram a sessão o reitor da Unesp, Herman Jacobus Cornelis Voorwald, e o secretário de Ensino Superior do Estado de São Paulo, Carlos Vogt.

Uma das tendências mais lembradas no encontro foi a crescente interdisciplinaridade. Almeida Filho falou sobre a experiência da Universidade de Bolonha, na Itália, na qual os graduandos têm uma formação genérica nos três primeiros anos e escolhem uma carreira específica, fazendo um curso de mais dois anos.

“Na primeira fase, o estudante já obtém o diploma de graduação, e, após os dois anos de especialização, sai com o título de mestrado”, disse Durigan. No entanto, segundo ele, há vários obstáculos para que esse modelo seja adotado no Brasil, como, por exemplo, a falta de reconhecimento desse tipo de pós-graduação pela Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes).

Os problemas também são de ordem prática. “Se um estudante de engenharia, por exemplo, quiser cursar disciplinas em ciências sociais, ele terá dificuldades. Por isso, precisamos facilitar o acesso dos alunos a outras áreas”, afirmou.

O intercâmbio com instituições de outros países foi outro ponto abordado no evento e tido como fundamental para o desenvolvimento da pesquisa brasileira e para o aumento de sua visibilidade no mundo. Um importante obstáculo nesse caso é o idioma.

“Enviamos muitos alunos para intercâmbios em Portugal e na Espanha, por exemplo, mas isso não ocorre com a mesma intensidade com a Alemanha, China e Coreia do Sul”, disse Durigan, destacando que há muitos pesquisadores de outros países que desejam trabalhar com brasileiros.

Para contornar o problema, a Unesp está diversificando os cursos de línguas que são disponibilizados aos alunos, como o curso de mandarim, ensinado em cinco unidades da universidade.

As universidades paulistas também investem no aprofundamento de intercâmbios com instituições para a dupla titulação, em que o aluno faz parte de seu curso no Brasil e parte no exterior e, na conclusão, obtém um diploma reconhecido pelos dois países.

Mais tempo para pesquisa

A universidade da próxima década também terá forte infraestrutura de tecnologias da informação e da comunicação (TIC), segundo os presentes no debate, uma vez que boa parte de sua função educacional deverá ser cumprida a distância.

O ensino a distância é capaz de atender mais pessoas e apresentar qualidade igual ou até superior à modalidade presencial, de acordo com o vice-reitor da Unesp. As TIC também serão uma ferramenta importante nas aulas presenciais. Os docentes deverão manter sites a fim de fornecer os conteúdos que serão abordados em sala de aula.

“Estudos mostram que o aproveitamento do estudante está muito relacionado à disponibilização de material antes da aula, para que ele possa se preparar para o encontro com o professor”, disse Durigan.

Outra previsão é que as novas tecnologias deverão proporcionar mais tempo para o docente se dedicar aos trabalhos de pesquisa e de extensão. Já os serviços de extensão das universidades estarão cada vez mais relacionados com projetos de inovação.

A informática será ferramenta fundamental também na gestão das universidades. “Por estar espalhada por todo o Estado de São Paulo, a Unesp, por exemplo, tem uma logística complexa. Temos que contornar essa questão com a ampliação das ferramentas de comunicação e informação”, disse Durigan.

A criação de planos de desenvolvimento institucionais foi apontada como alternativa para o problema da falta de continuidade de projetos nas universidades.

Durigan explica que a existência do Plano de Desenvolvimento Institucional da Unesp impede gestões personalistas em que programas iniciados em outras gestões são abandonados ou descontinuados por novas administrações.

“Pretendemos agora organizar outros debates e visitar as unidades da Unesp para que cada uma desenvolva o seu plano”, disse Durigan.


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Pesquisa analisa pecuária na Amazônia - 12/8/2010
Impactos ambientais negativos da atividade que cresce na região poderiam ser diminuídos com a exploração de produtos regionais, indica estudo feito na FSP-USP

Peças de um mosaico brasileiro - 12/8/2010
István Jancsó é homenageado em lançamento de livros nesta quinta (12/8). Três são resultados do Projeto Temático que coordenou sobre a fundação do Estado e da nação brasileiros e o outro narra a vida e a trajetória intelectual do historiador que morreu em março

Peixes do Tietê - 11/8/2010
Livro traz descrição morfológica, anatômica e funcional de espécies de peixes nos rios de cabeceiras do alto Tietê e do Itatinga
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quinta-feira, 12 de agosto de 2010

SELEÇÃO UNIVERSITÁRIA EMBARCA PARA O MÉXICO

quinta-feira, 12 de agosto de 2010

SELEÇÃO UNIVERSITÁRIA EMBARCA PARA O MÉXICO

http://tetraplegiacomorgulho.blogspot.com/



A Seleção Universitária embarcou hoje,

às 12h20, rumo ao México, para participar da 3ª edição do Torneio MAXIMUS MMX.
Também participarão desta competição as seleções dos EUA, Canadá, Colômbia e México, os anfitriões!

Esta Delegação esteve concentrada na ANDEF desde o dia 9 de agosto, segunda-feira, para se conhecerem melhor e aprenderem um pouco mais das regras e táticas do jogo.
Dos 9 atletas que integram a equipe, 5 são estreantes em viagens internacionais e 4, iniciaram na modalidade ainda este ano.
O Técnico, Sr. Davi Chaves, também estreando a frente da Seleção Brasileira Universitária, pode observar e avaliar quais serão suas opções durante o Torneio que se aproxima.

A esta Delegação, MUITO SUCESSO!!!

Na foto abaixo, a Delegação um pouco antes do embarque:
Na foto estão em pé da esquerda para a direita: Marise (trainee de classificação), Dorothy (saúde), Salomão (apoio), Humberto (fisioterapeuta), Davi Chaves (técnico), Raphael Pinho (atleta-RJ CRGI), Dr. Marcos (médico) e Rodrigo (trainee de arbitragem).
Nas cadeiras de roda também começando pela esquerda: José Raul (atleta-RJ IBDD), José Higino (atleta-DF ADGE), Lucas França (atleta-SP TIGRES), Sheila Melo (Chefe da Delegação), Bruno (atleta-RJ IBDD), de vermelho Eduardo S. Mayr (Presidente da ABRC), a frente Luiz Cláudio Pontes (sub-chefe da Delegação e vice-presidente da ABRC), atrás dele Renan Prestes (atleta-RJ IBDD), Caio Bialowas (atleta-RJ CRGI) que participou do Maximus desde sua 1ª edição em 2008, depois em 2009 e agora, Rafael Lucena (atleta-DF ADGE) e Ubiraci (atleta-DF ADGE).

Postado por GEOVANI FIGUEIREDO às 8/12

Ressonância cerebral pode identificar autismo, diz estudo

Reuters
Por Ben Hirschler

LONDRES (Reuters) - Uma ressonância magnética feita em 15 minutos no futuro poderá ser usada para o diagnóstico mais fácil e barato do autismo, disseram cientistas britânicos na terça-feira.

Eles afirmaram que o teste rápido teve índice de acerto superior a 90 por cento em adultos, e que não há razão para crer que não funcione tão bem quanto em crianças.

Atualmente, o diagnóstico é feito em entrevistas e observações comportamentais que podem ser demoradas e emocionalmente desgastantes.

O autismo é um distúrbio cerebral complexo, caracterizado por dificuldades na comunicação e na interação social, podendo provocar um comprometimento de brando a profundo.

O novo método, que examina alterações estruturais na matéria cinzenta cerebral, pode estar pronto para uso geral dentro de dois anos. O próximo passo é testá-lo em crianças.

Declan Murphy, professor de psiquiatria do King's College, de Londres, disse em entrevista que o novo método permitirá um tratamento mais imediato dos pacientes, especialmente em crianças. Em alguns casos, a terapia cognitivo-comportamental e tratamentos educacionais podem ser altamente eficazes contra o transtorno.

Murphy e seus colegas, que divulgaram a descoberta na publicação Journal of Neuroscience, estudaram 20 adultos saudáveis e 20 outros com diagnostico prévio de distúrbios do espectro do autismo, o que inclui também a síndrome de Asperger.

O índice de acerto foi considerado altamente significativo, mesmo em se tratando de uma amostra tão pequena.

O exame analisa variações na forma e na estrutura de regiões cerebrais ligadas à linguagem e ao comportamento social, usando máquinas comuns de ressonância magnética por imagens.

Como o exame é muito mais rápido, acaba custando cerca de 5 por cento do valor de exames tradicionais, que podem exigir quatro a oito horas do trabalho de vários médicos. Uma ressonância cerebral custa cerca de 150 dólares.

O autismo e os transtornos correlatos são diagnosticados em cerca de 1 por cento da população da Grã-Bretanha e Estados Unidos, e afeta igualmente meninos e meninas. Pesquisadores concordam que há um forte componente genético.

Censo Demográfico do IBGE 2000 SP

Censo Demográfico do IBGE 2000 SP

ACESSIBILIDADE
Censo Demográfico do IBGE 2000

http://www.prefeitura.sp.gov.br/cidade/secretarias/pessoa_com_deficiencia/acessibilidade/dados_censoibge_2000/index.php?p=9766


O último Censo do IBGE aponta que 14,5% da população brasileira apresenta algum tipo de deficiência. No Município de São Paulo, com uma população de cerca de 10 milhões de habitantes, foram encontrados 10,32 % de pessoas com deficiência, sendo 1,26% com deficiência mental, 2,37% com deficiência auditiva, 3,27% com deficiência motora, 0,72% com deficiência física e 6,59% com deficiência visual.

O Censo 2000 - define as deficiências a partir das seguintes questões:

•Deficiência Física
"tem alguma das seguintes deficiências: paralisia permanente total; paralisia permanente das pernas; paralisia permanente de um dos lados do corpo; falta de perna, braço, mão, pé ou dedo polegar"
•Deficiência Motora
"como avalia sua capacidade de caminhar/ subir escadas - incapaz, grande ou alguma dificuldade permanente"
•Deficiência Auditiva
"como avalia sua capacidade de ouvir (se utiliza aparelho auditivo faça sua avaliação quando o estiver utilizando) - incapaz, grande ou alguma dificuldade permanente"
•Deficiência Visual
"como avalia a sua capacidade de enxergar (se utiliza óculos ou lentes de contato, faça sua avaliação quando os estiver utilizando) - incapaz, grande ou alguma dificuldade permanente"
•Deficiência Mental
"tem alguma deficiência mental permanente que limite as atividades habituais (como trabalhar, ir à escola, brincar, etc.”
Confira o quadro da população com deficiência na cidade de São Paulo, dividida por subprefeituras. O levantamento foi realizado pela Área Temática Saúde da Pessoa com Deficiência, da Secretaria da Saúde, a partir dos dados do Censo 2000.





População com deficiência por Subprefeitura (COGest - set/2004)

Subprefeitura
Pop. pesquisada
% Def. Física
% Def. Motora
% Def. Mental
% Def. Auditiva
% Def. Visual

Aricanduva 314.946
0,73
3,34
1,36
2,32
6,54

Butantã 589.257
0,74
3,41
1,33
2,57
7,36

Cidade Ademar 367.664
0,84
3,19
1,37
2,85
6,07

Campo Limpo 526.171
0,76
3,24
1,21
2,42
7,29

Cidade Tiradentes 190.675
0,59
3,17
1,06
2,35
7,60

Casa Verde 313.324
0,65
3,12
1,27
2,36
7,30

Capela do Socorro 689.474
0,69
2,76
1,21
2,48
6,70

Ermelino Matarazzo 198.037
0,67
2,87
1,27
2,84
6,18

Freguesia do Ó / Brasilândia 392.247
0,67
2,92
1,31
2,22
5,48

Guaianases 205.629
0,68
3,83
1,50
2,12
8,34

Ipiranga 275.051
0,64
3,56
1,23
2,03
6,86

Itaim Paulista 131.442
0,49
3,55
1,16
2,37
6,24

Itaquera 696.159
0,69
2,97
1,15
2,25
7,19

Jabaquara 201.511
0,75
3,53
1,28
2,49
7,16

Lapa 385.047
0,81
3,89
1,49
2,71
6,52

M'Boi Mirim 229.565
0,78
3,28
1,04
2,70
5,64

Mooca 348.696
0,75
3,98
1,41
2,24
7,77

Parelheiros 23.227
1,26
3,81
1,30
2,26
5,03

Penha 453.196
0,72
3,78
1,29
2,28
6,78

Perus 101.425
0,48
3,71
1,27
2,24
6,58

Pinheiros 444.219
0,78
3,16
1,21
2,74
6,33

Pirituba 295.435
0,75
3,16
1,29
2,32
6,21

Santo Amaro 297.350
0,77
3,72
1,34
2,47
6,62

São Mateus 314.441
0,65
2,88
1,23
2,06
5,33

São Miguel 641.893
0,74
2,80
1,19
2,74
6,05

Santana 310.130
0,82
3,71
1,34
2,04
7,72

Sé 550.701
0,65
3,35
1,17
2,62
5,60

Tremembé / Jaçanã 287.744
0,59
2,57
1,15
2,43
4,82

Vila Prudente / Sapopemba
200.320
0,81
3,29
1,31
1,93
6,76

Vila Guilherme / Vila Maria 217.625
0,58
3,49
1,21
2,61
8,10

Vila Mariana 242.939
0,74
3,46
1,21
2,43
5,29

Total 10.435.540
0,71
3,64
1,26
2,37
6,59




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Desenho Universal - Caminhos da acessibilidade no Brasil


Desenho Universal - Caminhos da acessibilidade no Brasil

http://www.serlesado.blogspot.com/



Editora: Annablume


Sinopse:
Esta publicação reúne 22 textos de profissionais, pesquisadores e professores de todo o Brasil, abordando temas como o ensino e a pesquisa do Desenho Universal nas escolas de arquitetura, engenharia, design e a interação de todo e qualquer cidadão-usuário com o desenho da cidade e sua arquitetura, tendo em vista possíveis limitações físicas ou cognitivas. Organizado em quatro capítulos – Conceituação e Procedimentos Metodológicos; Ambientes para a Moradia e para a Educação; Políticas de Acessibilidade: edilícias, urbanísticas, de transportes e de turismo; e Gestão no Processo de Projeto – o livro tem prefácio do Prof. Dr. Wolfgang F.E. Preiser, co-editor do Universal Design Handbook (Mc Graw Hill, 2001), que apresenta, numa perspectiva internacional, a literatura, os principais eventos científicos e aplicações do Desenho Universal em termos de produtos, ambientes urbanos construídos e em uso.

quarta-feira, 11 de agosto de 2010

BASQUETEBOL EM CADEIRA DE RODAS - CAMPEONATO BRASILEIRO FEMININO 2010


Campeonato Brasileiro Feminino 2010
Qua - 11 Ago










Começa hoje dia 11/08 à partir das 19 horas com a Cerimônia de Abertura o Campeonato Brasileiro Feminino 2010.

Serão 6 equipes dos estados do CE, ES, SP, PA e DF que irão disputar o título até o dia 15/08.

Acompanhe a programação e resultados em menu-competições-nacional-feminino.

Lembrando que poderá assistir os jogos AO VIVO pela internet acessando o link

http://www.ustream.tv/discovery/live/sports?q=cbbc+basquetebol+em+cadeira+de+rodas


http://www.cbbc.org.br/
Postado por BLOGGER DO PROFESSOR SERGIO CASTRO

domingo, 8 de agosto de 2010

Cegos contam como é ter uma vida sexual ativa, sem o estímulo davisão

Submetido por Lerparaver
http://www.lerparaver.com/publicacoes


Com o tema: Sexualidade
Cego desde o nascimento, Eduardo Bertine diz que enxergar não é fundamental para o desenvolvimento da sexualidade. Para o estudante, a visão engana, porque induz a análises superficiais. “O cego tem a oportunidade de conhecer as pessoas de uma maneira mais verdadeira”, afirma. Assim como o olfato, os cegos têm desenvolvidos o tato, a audição e o paladar e utilizam os sentidos na construção de uma imagem. “Depois do cheiro, o toque é muito importante. Costumo dizer que o cego enxerga pelas mãos”, diz a pesquisadora Maria Alves Bruns, que lançou recentemente o livro Sexualidade de Cegos.

Por meio do olfato e do tato, Bertine aprendeu a perceber o mundo à sua volta. “Analiso o conjunto, como o cheiro, o toque, se me sinto à vontade e se tenho afinidades com a pessoa”, explica. O estudante leva em conta também o que ele resume como “a energia que existe em cada indivíduo”. Quando o assunto é sexo oposto, ele afirma que a energia é a principal responsável pelo início de uma relação amorosa. “Quando toco em uma garota e sinto uma energia forte, sei que vou acabar gostando dela.”

O estudante é assíduo freqüentador de bares e shows. Com amigos ou com paqueras, Bertine não se priva da diversão. “A visão não me limita em nada. Mesmo cego eu saio e me envolvo com as pessoas. Basta querer”, aconselha.

A sexualidade pode se tornar complexa na adolescência, quando as emoções estão à flor da pele. “Minha infância foi tranqüila, mas a adolescência, não.
Apaixonei-me por um rapaz e não fui correspondida. Achava que era pela minha cegueira”, diz a advogada Emmanuelle Alkmin.

Emmanuelle, que nasceu cega, afirma que foi criada para não tocar as pessoas. “Então, tinha que descobrir outra maneira de percebê-las. Analiso a voz, o abraço e o aperto de mão.” A advogada conta ainda que é capaz de perceber o olhar de alguém que esteja bem próximo a ela. “Pensam que tenho 30% de visão, mas eu não enxergo nada. Da minha maneira, consigo captar os olhares”, diz.

Cego desde os oito anos, o historiador Benedito Franco Leal Filho também passou por uma fase difícil na adolescência, apesar de ainda manter conceitos de beleza na memória, adquiridos quando ainda enxergava. “Eu me aproximava das meninas e analisava o timbre de voz, o toque e a pele. Aí vinham meus colegas e diziam que ela era bonita e outros diziam que era feia. Eu ficava confuso”, lembra.

Diante de informações antagônicas e baseadas nos gostos dos amigos, Leal Filho passou a levar em conta apenas as suas impressões. Para distinguir uma mulher atraente, começou a prestar atenção no que lhe agradava quando estava perto de uma. “A mulher com uma voz suave me chama a atenção. Falar alto, por exemplo, me incomoda.” Além da voz, o historiador passou a valorizar afinidades e foi assim que se apaixonou por sua mulher.

Obstáculo: desinformação compromete a vida dos cegos e dos que enxergam
Os dois se conheceram em uma viagem de ônibus para Goiás e tiveram a oportunidade de conversar durante o trajeto. “Gostei do timbre da voz, do papo que tivemos e descobri que tínhamos muito em comum”, lembra. De volta a Campinas, começaram a namorar. Estão casados há 11 anos.

Emmanuelle também superou os desencontros da adolescência. “Saio com minhas amigas e paquero como todo mundo. Sou tímida e prefiro ser abordada”, conta.
A percepção que tem dos homens é tão nítida que ela sabe distinguir os feios e os bonitos. “Normalmente, minha análise bate com o físico. Nunca fiquei com homem feio”, brinca.

Ingenuidade e preconceito

Maria Alves Bruns, pesquisadora em sexualidade da Universidade de São Paulo (USP), afirma que o livro Sexualidade de Cegos (Editora Átomo) partiu da falta de informação e pesquisas sobre o tema. “É um assunto muito importante. Percebi que havia pouquíssima literatura a respeito e resolvi pesquisar”, afirma.
A obra foi escrita a partir de 40 entrevistas.

O livro tem a proposta de desmistificar a sexualidade dos deficientes, muitas vezes vistos como indivíduos assexuados. “É ingenuidade e preconceito”, afirma.
O assunto é comum entre Emmanuelle Alkmin e suas amigas. A advogada costuma ser tratada com extremo cuidado quando os pretendentes descobrem que é cega.
“A maioria dos homens costuma me colocar em um pedestal. Gosto de ser tratada como uma mulher normal”, avisa.

O historiador Benedito Franco Leal Filho aprendeu a distinguir as mulheres que se aproximam dele com intuito de ajudá-lo ou de conhecê-lo melhor. “Eu misturava tudo. Quando achava que iriam ficar comigo, elas queriam ajudar. Quando achava que iriam me ajudar, queriam me beijar”, brinca. Com a auto-estima em baixa, Leal Filho não acreditava muito que pudesse despertar interesse no sexo oposto. “As pessoas acham que cego não tem vida sexual. É um preconceito achar que não alimentamos desejos e fantasias.”

Para Eduardo Bertine, há outra questão ainda mais delicada. “Muitos acham que temos algum retardo mental e evitam conversar sobre assuntos mais complexos”, lamenta. O estudante crê que o desconhecimento sobre os deficientes cria percepções errôneas. “Quem não tem contato, acredita que temos outras deficiências, além da visual. Quando nos conhecem, alguns criam um encantamento como se fôssemos criaturas fantásticas”, diz.

Dia-a-dia e estudos
A advogada Emmanuelle Alkmin conta que é capaz de perceber o olhar de alguém que esteja bem próximo a ela. Benedito Franco Leal Filho, historiadorr, conheceu sua mulher em uma viagem a Goiás e está casado há 11 anos.

A pesquisadora Maria Alves Bruns, da USP, autora do livro ‘Sexualidade de Cegos’: pouquíssima literatura a respeito do assunto

Integração sexual
Benedito Franco Leal Filho observa que o preconceito priva os cegos de uma vida sexual mais prazerosa. O historiador defende maior integração entre os que enxergam e os cegos. “O cego tem uma vida erótica pobre porque a sexualidade de deficientes é um tabu”, opina.

A integração defendida pelo historiador deveria ser iniciada ainda na escola, com a abordagem da questão de forma natural. Também importantes são o estímulo a pesquisas, publicações de textos e de livros que tratem do assunto. “Quanto mais se discutir o assunto, melhor”, completa.

A pesquisadora Maria Alves Bruns acredita que a desinformação é um obstáculo social tanto para cegos quanto para os que enxergam. “O sistema educacional vigente não tem uma política de educação sexual. A escola precisa se preparar para isso”, aponta.

Desejos e fantasias
O livro de Maria Alves Bruns foi escrito a partir de 40 entrevistas feitas pela autora e tem a proposta de desmistificar a sexualidade dos deficientes, visto muitas vezes, segundo ela, como indivíduos assexuados.

Prazer na mente

O ato do prazer solitário, que começa na puberdade, tem nas imagens, nos sons e nos aromas os estímulos sexuais. “Para mim, a excitação ocorre pela audição.
Quando ouço uma cena sensual na televisão ou no cinema, tento formar a imagem na minha cabeça”, diz o historiador Benedito Franco Leal Filho. A advogada Emmanuelle Alkmin observa que o desejo feminino é desencadeado por vias diferentes. “O homem se excita com o que vê. A mulher valoriza o toque, a voz e o envolvimento. Então, para uma cega não há tantos problemas”, opina.

Revista Metropole Percebendo a sexualidade Eduardo Gregori gregori@rac.com.br

Fonte: http://www.cosmo.com.br/noticia/3686/2008-08-10/falta-da-visao-nao-imped...

4279 leituras Envie a um amigo
Publicações sobre deficiência visual

Submetido em Sexta, 20/02/2009 - 15:25 por Lerparave

Com o tema: Deficiência visual Leituras

Nesta página pode encontrar algumas publicações regulares relacionadas com a deficiência visual.

O Lerparaver apenas disponibiliza tais publicações, não sendo responsável pelas mesmas.

ACAPO-Actual
Revista "Poliedro"
Jornal "Ver Sem Olhar"
Jornal "Contraponto"
11744 leituras Envie a um amigo

Exercícios em jejum: pode?




Exercícios em jejum: pode?
Malhar de estômago vazio faz mais mal do que bem, mas também pode ter benefícios

Bruno Folli, de Curitiba | 07/08/2010 15:31Mudar o tamanho da letra:A+A-
Quem está querendo perder peso já sabe muito bem que é preciso combinar exercícios com dieta. Ao comer menos, se ingere uma quantidade menor de calorias e, ao praticar atividades físicas, é possível gastá-las.

Com base nessa equação simples de entender, alguns apressadinhos na corrida pelo corpo ideal resolvem pular o café da manhã e suar a camiseta ainda em jejum. Mas será que todo esse sacrifício vale a pena?


Foto: Getty Images
Comer algo leve antes de malhar segue sendo a atitude mais correta
“Depende da intensidade do exercício”, responde o nutrólogo Carlos Alberto Werutsky. Ele esclarece que o exercício em jejum pode trazer mais prejuízos do que benefícios, se realizado na dose errada.

Especializado em medicina do esporte, Werutsky apresentou uma palestra sobre o tema no 22º Congresso Brasileiro de Medicina do Exercício e Esporte, que termina hoje, (7/8) em Curitiba (PR).

Fôlego

O segredo do exercício para quem está realizando uma dieta com redução calórica está no controle da intensidade. Ela deve ser de leve a moderada, e não pode passar de uma hora por dia. Uma caminhada, por exemplo, deve ser feita sem que a pessoa chegue a ficar ofegante.

“Tem de conseguir conversar durante o exercício, caso contrário a intensidade está muito elevada”, afirma o médico.

E se estiver mesmo elevada, o que acontece? O primeiro sinal é uma queda no desempenho da atividade. “É como acelerar um carro no ponto-morto, o atleta não vai avançar”, comenta.

O objetivo do esforço em quem aposta na dobradinha “menos comida e mais exercícios” é queimar aquelas gordurinhas indesejadas. Se a intensidade está elevada demais, no entanto, elas podem permanecer ali, quase intactas, enquanto o desgaste vai todo para a massa muscular.

Isso acontece quando o exercício usa toda a reserva de carboidratos complexos do músculo, o chamado glicogênio muscular. Sem essa reserva de energia, o organismo começar a se utilizar da proteína muscular para se manter funcionando. Ou seja, ele passa a queimar a massa magra, a massa muscular, em vez de gordura.

Bom para o gordo, ruim para o obeso

O exercício em jejum, no entanto, apresenta bons resultados em pessoas com sobrepeso. “O organismo retira a gordura do músculo, e o músculo repõe essa gordura usando as reservas do tecido adiposo (os pneuzinhos indesejados do corpo)”, descreve o nutrólogo.

Mas atenção: obesos não usufruem do mesmo benefício. “O músculo tem dificuldade em funcionar na pessoa obesa”, afirma Werutsky. O processo benéfico a quem tem sobrepeso acontece de forma mais lenta nos obesos. Assim, eles acabam queimando menos gordura ao realizar a mesma atividade física. Em contrapartida, sofrem uma perda maior de água.
“Parece que eles estão emagrecendo, mas é apenas água que perderam”, conta.

Preparo

Você pode acordar, escovar os dentes e sair para caminhar sem comer nada. O exercício em jejum é válido, dentro de algumas condições, mas precisa ser feito com algum preparo. O primeiro deles é um bom jantar na noite anterior. Se você comeu pouco e acordou com muita fome, nada de exercícios antes de se alimentar. Isso pode colocar a saúde em risco. Fadiga e câimbras fazem parte do desjejum de quem desobedece a essa regra.

O sintoma seguinte também é desagradável: tontura. Podem ocorrer até desmaios. Outra recomendação médica é aumentar a atividade física gradualmente, sem nunca ultrapassar uma hora de caminhada, feita com intensidade leve a moderada.

“O importante é ter em mente que não é a refeição feita ou não feita antes do exercício que vai definir o resultado da atividade física. Emagrece que tem um balanço energético negativo nas 24 horas do dia”, resume o nutrólogo.

Leia mais sobre:exercícios •alimentação •jejum •

sábado, 7 de agosto de 2010

Transtornos da memória

Transtornos da memória
A memória é uma função cognitiva essencial que permite fixar, guardar e recuperar diferentes tipos de informações. No processo da memória há quatro fases: fixação ou registro, armazenamento, evocação e reconhecimento das lembranças.

Fixação ou registro das lembranças - momento no qual é produzida a apreensão perceptiva do mundo dos objetos. A criança estabelece associações de acordo com sua vivência.
A dificuldade para fixar ou manter a atenção poderá prejudicar o processo de aprendizagem.

Armazenamento - durante esta fase é consolidado o percebido para conservar o anteriormente guardado e para, em algum momento, poder recuperá-lo. São estabelecidas relações entre a nova informação e a adquirida anteriormente.

Evocação - utilização das informações armazenadas. Pode ser voluntária ou involuntária.

Reconhecimento - uma vez evocada a lembrança, podemos identificá-la com a imagem que a originou e reconhecê-la como própria, como parte de nosso ser. A história subjetiva de cada um ocorre de maneira particular. A memória visual é básica para aprendizagem da leitura e escrita, quando esta memória é pobre, todas as modalidades de memória serão limitadas.

Atividades

Jogo da memória


Dominó da associação


Atividade com sequência de cores

Nesta atividade será trabalhada a atenção e memória e será feita em etapas.
Primeiro será colocado sobre a mesa um palito na cor amarela e retirado em seguida; a criança deverá procurar na caixa o palito da mesma cor e também colocá-lo sobre mesa. Após será colocado o mesmo palito amarelo e um vermelho; alguns segundos depois serão retirados e em seguida a criança deverá colocá-los novamente na mesa na ordem correta. Serão encaixados outros palitos um por vez e a criança deverá reproduzir a sequência.
A sequência pode chegar a 10 cores, ou mais, dependendo do caso e poderá haver repetição de cor.



Os jogos citados são ótimas ferramentas não só para serem utilizadas como forma de diagnosticar possíveis dificuldades relacionadas a memória, mas para serem utilizadas na intervenção psicopedagógica, onde fazendo um trabalho de repetição a criança estará desenvolvendo as estruturas cognitivas.

Atividade para memorização de palavras







Livro:Dificuldades de aprendizagem,detecção e estratégias de ajuda.
Autoras:Ana Maria Salgado (Psicóloga)
Nora Espinosa Terán (Psicóloga)
Postado por Cristiane Carminati Maricato

Conheça o Dossiê de Candidatura e o SUMÁRIO EXECUTIVO DO PROJETO RIO 2016




Veja por que os Jogos Olímpicos e Paraolímpicos Rio 2016 têm tudo para se transformar em uma experiência inesquecível.

Confira os detalhes de uma proposta de celebração que tem a felicidade de unir a força do esporte com o espírito incomparável da cidade do Rio de Janeiro.


Saiba mais em : http://www.rio2016.org.br/pt/Rio2016/
http://www.rio2016.org.br/pt/rio2016/

Conselho de Esportes Rio 2016










Conselho de Esportes Rio 2016
Daniel Dias fará parte do novo órgão


Foto: Sérgio Huoliver/RIO 2016

O Comitê Organizador Rio 2016 anunciou nesta quinta-feira, 5, a criação do Conselho de Esportes, que reúne um time de atletas e treinadores com a missão de auxiliar, com suas experiências, áreas como promoção e legado. A data escolhida marca os seis anos para a cerimônia de abertura dos primeiros Jogos Olímpicos da América do Sul. O nadador Daniel Dias é o representante dos atletas paraolímpicos. O presidente de honra do Conselho será o decano do Comitê Olímpico Internacional, João Havelange.



O trabalho com profissionais da área de esportes foi espelhado na experiência da organização dos Jogos de Londres 2012. “Esse é o exemplo que queremos seguir. Será fundamental contar com a colaboração de quem atua ou atuou dentro das áreas de competição. Esse grupo tem vasta experiência e vai nos aconselhar principalmente no que diz respeito a instalações esportivas e Vila Olímpica”, explicou o presidente do Comitê Rio 2016, Carlos Arthur Nuzman.



Na composição do Conselho, já foram definidos os 14 primeiros nomes: Adriana Samuel (vôlei de praia), Álvaro Affonso de Miranda Neto (hipismo), Bernard Rajzman (vôlei), Bernardo Resende (vôlei), Carlos Alberto Parreira (futebol), Daniel Dias (natação), Gustavo Kuerten (tênis), Janeth Arcain (basquete), Joaquim Cruz (atletismo), Marcelo Ferreira (vela), Marcelo Vido (basquete), Maurren Maggi (atletismo), Ricardo Prado (natação) e Rosicléia Campos (judô). O diretor de Esportes do Comitê Rio 2016, Agberto Guimarães será o representante do Rio 2016 no Conselho e Bernard Rajzman representará a Comissão de Atletas do Comitê Olímpico Brasileiro, da qual é presidente.



O Conselho de Esporte Rio 2016 terá reuniões regulares e seus integrantes vão colaborar diretamente com os departamentos de Esportes e Infraestrutura do Comitê Rio 2016 para aprimorar a qualidade da preparação das entregas necessárias nessas áreas. Além disso, vão divulgar os Jogos Rio 2016 em eventos no Brasil e no exterior.



O governador Sérgio Cabral, destacou o legado dos Jogos Rio 2016. “Estamos construindo a geração 2016, que terá uma qualidade de vida muito maior, que viverá numa cidade muito melhor. Esse será um grande legado para as próximas gerações. E quando falo em legado, não me refiro apenas aos equipamentos esportivos. Os Jogos vão provocar uma verdadeira transformação na cidade, não somente em transporte e saneamento, mas também na educação, na segurança, para citar apenas alguns exemplos”.



O prefeito do Rio de Janeiro, Eduardo Paes, também saudou a data. “A preparação da nossa cidade já começou. Obras de infraestrutura, novos corredores de transporte e a revitalização da nossa Zona Portuária estão a todo vapor. Vamos entregar aos atletas uma cidade à altura das Olimpíadas e aos cariocas um Rio transformado, com melhores serviços e mais qualidade de vida”, declarou Paes.



O ministro do Esporte, Orlando Silva, disse que o Brasil está se preparando para realizar os melhores Jogos de todos os tempos, e destacou o papel do esporte “como instrumento para construir laços entre os povos e nações de todo o mundo”.



Além dos atletas e presidentes de Confederações esportivas, também estiveram presentes ao evento os seguintes patrocinadores internacionais dos Jogos Olímpicos: Ruben Osta, presidente da Visa no Brasil, Alexandre Gouveia, presidente da Atos Origin da América Latina, SB Kim, presidente da Samsung, David Grinberg, gerente de Segmento Esportivo do McDonald´s para América Latina e Cláudio Loureiro, diretor de Consumo & Indústria da GE.



Fonte: Rio 2016

Ações do documento

BASQUETEBOL EM CADEIRA DE RODAS - BRASILEIRO FEMININO 2010 EM FORTALEZA

















VEJAM MAIS NO EXCELENTE SITE DA CBBC EM : http://www.cbbc.org.br/index.php?option=com_content&view=article&id=215:bras-fem-1108&catid=47:ultimas-noticias&Itemid=65


Fiquem ligados.

Dia 11/08 começa o Brasileiro Feminino 2010


Vem aí o campeonato mais charmoso da CBBC. O Campeonato Brasileiro Feminino 2010 em Fortaleza/CE de 11 a 15/08.

Serão 6 equipes: 2(duas) do estado do Pará, 1(uma) do estado do Ceará, 1(uma) do estado de São Paulo, 1(uma) do estado do Espírito Santo e 1(uma) do Distrito Federal.

Acompanhe com a gente os jogos ao VIVO pela internet.

domingo, 1 de agosto de 2010

VEJAM AS FOTOS DO MUNDIAL 2010 DE BASQUETEBOL EM CADEIRA DE RODAS REALIZADO NA CIDADE DE BIRMINGHAM- INGLATERRA


Fotos de Jose M Martin - Wheelchair Basketball World Championships - Birmingham 2010Perfil de Jose M.Fotos 1 - 20 de 116|Retornar às fotos de Jose M Martin12345PróximaÚltima.. . . . .
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sexta-feira, 16 de julho de 2010

APARELHO DESVENDA A FORÇA DOS DEDOS

Aparelho desvenda a força dos dedos
A força dos dedos da mão era desconhecida pela ciência. Os equipamentos utilizados para medir o desempenho da empunhadura, chamados de dinamômetros manuais, registravam apenas o valor máximo da força muscular das mãos. Mas o Handrip Dynamometer (dinamômetro de preensão da mão), desenvolvido pelo Profissional de Educação Física José Marques Novo Júnior (CREF 005720-G/MG), da Faculdade de Educação Física e Desportos (Faefid) da Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF), traz componentes eletrônicos capazes de mensurar e registrar a força dos indicadores, médios, anelares e mínimos.

“Vamos ter condições de incorporar análises estatísticas e matemáticas nos testes de preensão”, diz o pesquisador. O aparelho é composto por um dinamômetro manual com sensores individuais para os dedos, um condicionador e amplificador de sinais e um computador para registro e análise dos sinais. Conjugados, os dispositivos fornecem curvas força-tempo de preensão da mão e força dos dedos. “Ninguém até hoje conseguiu avaliar a performance da mão”, enfatiza José Marques.

Clique AQUI e leia a matéria na íntegra.

Fonte: Correio Brasiliense

JOGOS MILITARES 2011

Jogos Militares: corrida para concluir obras
Maior competição esportiva já sediada no Brasil reunirá 6 mil atletas no Rio em 1 ano

Rio - A um ano da 5ª edição dos Jogos Mundiais Militares — a maior competição esportiva já sediada no País — 50% das obras previstas ainda não saíram do papel. A expectativa é de que as três vilas de atletas, com 1.206 apartamentos, estejam prontas até maio de 2011, há 2 meses do início da competição. As instalações esportivas devem ser concluídas até janeiro.

Os Jogos ocorrem entre 16 e 24 de julho de 2011 e reunirão 6 mil atletas de 110 países, quebrando o recorde do Pan de 2007, que escalou 5.633. Do orçamento de R$1,164 bilhões, só R$ 337 milhões não foram liberados pela União. “Estamos dentro do prazo justo”, alegou o general Jamil Mejide, coordenador do Comitê de Planejamento Operacional dos Jogos.

A maior parte das 20 modalidades esportivas será realizada em equipamentos já existentes, como o Engenhão e o Parque Aquático Maria Lenk. O estádio será palco da abertura e de competições de atletismo e futebol masculino.

A delegação brasileira terá 350 atletas, 230 deles convocados para o serviço militar recentemente, e 25% deles competem nas Olimpíadas. “Não é à toa que grandes nomes como Pelé nasceram nesse ambiente”, elogiou a secretária estadual de Esportes, Márcia Lins, lembrando que o atleta do século foi militar.

LIVRO NOVO SOBRE HANDEBOL ADAPTADO


Livro Novo na área...
Por Décio Roberto Calegari
em 19-05-2010, às 00h41.

1 comentário. Deixe o seu.



Saiu pela Editora Phorte:

Handebol em Cadeira de Rodas: Regras e Treinamento.

Autores: Décio Roberto Calegari, José Irineu Gorla e Paulo Ferreira de Araújo.

Co-autores: Ricardo Carminato e Anselmo de Athayde Costa e Silva.

Sinopse:

A facilidade da aprendizagem e a capacidade de inclusão de “novos” deficientes tornam o Handebolem Cadeira de Rodas (HCR) uma modalidade atrativa e que pode vir a se tornar uma ferramenta eficaz de inclusão social da pessoa com deficiência.

Para fundamentar os trabalhos de quem iniciará a prática do treinamento em HCR, este livro traz um resgate histórico e conceitual do esporte adaptado brasileiro, registra as principais iniciativas nacionais e apresenta propostas de adaptação das regras, abordando a metodologia do HCR e seus fundamentos técnicos e táticos.

SUMÁRIO

INTRODUÇÃO

CAPÍTULO 1 - ESPORTE ADAPTADO

CAPÍTULO 2 - REGRAS DO JOGO DE HANDEBOL EM CADEIRA DE RODAS

CAPÍTULO 3 - INICIAÇÃO AO TREINAMENTO DO HANDEBOL EM CADEIRA DE RODAS

CAPÍTULO 4 - AVALIAÇÃO MOTORA EM HCR

Link para compra: http://www.phorte.com.br/livro-handebol-cadeira-rodas-regras-treinamento-380

quinta-feira, 15 de julho de 2010

Pessoas com doenças crônicas precisam de atividades físicas com cuidados especiais


Pessoas com doenças crônicas precisam de atividades físicas com cuidados especiaisFonte: Clicrbs.com.brpublicidade

Prática de atividades físicas com apoio especializado dá resultado em menos tempo

A prática regular de exercícios é universalmente recomendada como um fator de saúde. Essa é a regra, mas determinadas pessoas portadores de doenças como diabetes, osteoporose e hipertensão precisam tomar uma série de cuidados antes de mergulhar de cabeça na malhação. Nesses casos, um acompanhamento personalizado é o mais indicado.

Para o fisioterapeuta Márcio Oliveira, atividades desenvolvidas com base nas patologias específicas dos praticantes têm mais chances de diminuir os sintomas da enfermidade e até de curá-la.

– Além disso, essa conduta não permitirá que o exercício provoque ou agrave uma patologia existente – pondera.

Segundo o especialista, a ciência permite aos profissionais da área desenvolver exercícios estratégicos em curto, médio e longo prazo para determinadas enfermidades e perfis de praticante.

– Podemos usufruir ao máximo das qualidades físicas desses indivíduos, sem que eles sejam prejudicados – diz Márcio Oliveira.

De acordo com Oliveira, a comunicação entre os diferentes profissionais envolvidos no processo de tratamento do aluno é importante:

– Não há como obter resultados satisfatórios com esses indivíduos sem que haja uma atuação multidisciplinar, que envolve não apenas médicos e professores de educação física, mas fisioterapeutas, nutricionistas e, muitas vezes, psicólogos.

EXERCÍCIOS PELA CURA

Hipertensão
:: Atividade aeróbica, fundamental na maioria dos dias da semana, com a duração de 20 a 60 minutos. Cuidados com a intensidade e com a frequência cardíaca também são importantes. Elas só devem ser prescritas após um teste ergométrico, feito por um cardiologista.

Asma
:: Aquecimento de 10 a 15 minutos. A intenção é fortalecer músculos paravertebrais (no pescoço) e abdominais, ombros e cintura escapular, fundamentais na manutenção da postura e diminuição da dispneia (falta de ar).

Câncer
:: Adequar a frequência de treinamento às sessões de tratamento que, em geral, levam a pessoa à fadiga e à baixa aderência. O melhor é treinar em baixa intensidade e volume, sempre que necessário.

Diabetes
:: Antes de tudo, é preciso ter por perto um glicosímetro, para medir as taxas de glicose no sangue. É necessário dar ênfase em exercícios aeróbios, com a duração de 20 a 60 minutos. Para os grandes grupos musculares, os exercícios de força são os mais recomendados.

Lombalgia
:: O controle de peso/emagrecimento é fundamental. As atividades profissionais e do dia a dia devem ser melhoradas para que a coluna seja preservada. Os exercícios mais indicados são os de alongamento e de musculação, com ênfase na musculatura do tronco e glúteos.

Dislipidemia
:: Treinamento aeróbio de longa duração, de 30 a 60 minutos, alternando a intensidade de 3 a 5 vezes por semana. O controle alimentar, paralelo às atividades, é fundamental.

Fibromialgia
:: Atividade física de baixa intensidade, com ênfase em aeróbios e alongamentos. Evita-se os pontos dolorosos. Os exercícios são individuais, de acordo com a resposta do corpo do aluno.

Osteoartrite
:: Musculação e alongamentos realizados na amplitude de movimento sem dores. As atividades de impacto, como esportes e corridas, devem ser evitados pela maioria das pessoas.

Osteoporose

:: Atividades de impacto ou que impõem grandes sobrecarga aos ossos de modo rápido, como corrida, saltos e musculação. É preciso ter cuidado com praticantes da terceira idade.

Varizes
:: Evita-se exercícios como corridas e saltos, assim como os isométricos ou estáticos. Além disso, não se pode explorar o bloqueio respiratório na fase ativa do movimento.

Hérnia discal
:: Fortalecer a musculatura central do corpo como a abdominal, as costas e as paravertebais. A musculação e os alongamentos são os mais indicados.

da Academia A! Body Tech

domingo, 11 de julho de 2010

ATLETAS PRA VALER



http://revistacrescer.globo.com/Revista/Crescer/0,,EMI21791-15159,00.html

SEUS FILHOSTAMANHO DO TEXTO A- A+

CRIANÇAS COM NECESSIDADES ESPECIAIS

comente leia os comentários compartilhe imprimir rss celular Atletas pra valer
Em competições adaptadas às suas habilidades, crianças deficientes ganham destreza e independência



Redação Crescer



Vencer é apenas um detalhe, quando a criança com deficiência entra na quadra de basquete, de tênis ou de futsal, na pista de patinação no gelo, na piscina ou nos campos de futebol. O importante é participar e superar limites a cada cesta, gol ou ponto, sentindo o gosto da vitória no corpo que se mostrou capaz. Daí o sucesso de iniciativas como as Olimpíadas Especiais, que envolvem, todos os anos, perto de 1 milhão de portadores de deficiência mental no mundo, em 23 esportes de inverno e verão. O Brasil desenvolve o programa há 12 anos e atende anualmente cerca de 18 mil atletas, em 13 modalidades esportivas. "Não são apenas competições. Temos um programa de treinamento, com a participação de quase 5 mil voluntários, voltado para a integração do deficiente na sociedade. O esporte gera autoconfiança para que ele enfrente e vença as barreiras sociais", explica Vanilton Senatore, diretor executivo das Olimpíadas Especiais Brasil.

Ninguém fica de fora
A criança portadora de deficiência mental pode ingressar nas Olimpíadas Especiais Brasil a partir dos 8 anos de idade. Na fase inicial, ela participa de atividades recreativas, para se adaptar ao esporte. Começa a competir por volta dos 10 anos em modalidades individuais e, aos 15, está pronta para integrar um time e disputar jogos coletivos. As competições são organizadas de acordo com as habilidades dos atletas. "É o grande diferencial das Olimpíadas Especiais. Os grupos não são selecionados pelo rendimento no esporte. Todos participam das competições, não apenas os mais talentosos", esclarece Vanilton Senatore. As crianças mais novinhas e os portadores de deficiência mental severa participam de disputas adaptadas. No atletismo, em uma prova de arremesso de peso, a bola de ferro pode ser substituída por uma mais leve, de beisebol. Se o jogo é em grupo, como futebol, e o atleta não tem condições de trabalhar em equipe, cria-se para ele uma prova individual na mesma modalidade. A criança dribla, chuta no gol e mostra como conduz a bola para uma equipe de árbitros avaliar sua habilidade. Não deixa de praticar o esporte de que tanto gosta, só porque é coletivo.

Medalha de ouro
As competições nacionais e mundiais das Olimpíadas Especiais acontecem a cada dois anos, alternando esportes de verão e inverno. Em 1997, no Canadá, na primeira participação do Brasil em patinação de velocidade sobre gelo, Luciana dos Santos, portadora da síndrome de Down, fez bonito. Levou a medalha de ouro nos 25 metros e a de bronze na prova de 50 metros. "Passei a ser mãe de uma atleta especial e não mais de uma deficiente mental", orgulha-se Jandira Mansão dos Santos, que se tornou treinadora de patinação sobre rodas, estimulada pela vitória da filha, na época com 14 anos. Na volta do campeonato no Canadá, ela resolveu fazer um curso de Educação Física e criou a Companhia Artística Esportiva Luz (Cael), em São Bernardo do Campo (SP). Luciana diversificou as atividades esportivas: além de patinar, faz tênis, natação e ginástica rítmica.

Em cadeira de rodas
As crianças com deficiência física também demonstram sua garra no esporte. Em São Paulo, participam de dois projetos de basquete em cadeira de rodas: o Cesta de Três, pioneiro na atividade, criado há um ano e meio pela Associação Desportiva para Deficientes (ADD), e o Projeto Kids, mais recente. Escolas e empresas patrocinam as iniciativas, oferecendo espaço, transporte e bolsas de estudo para crianças de 6 a 16 anos. "O esporte é um grande convite ao deficiente para se integrar. Ele se fortalece de todas as formas, na reabilitação física e na convivência social", afirma a psicóloga Eliane Assumpção, coordenadora de projetos infantis na ADD. Larissa Blasco Leme, 13 anos, paraplégica, descobriu isso no Cesta de Três. "Para quem anda, fazer uma cesta não é tão gratificante quanto para alguém que a faz sentado. É maravilhosa a sensação de ter conseguido vencer tantos obstáculos", explica ela.

Olhos vendados
Nem mesmo o fato de não enxergar impede as crianças de ingressar no mundo esportivo. No Instituto Benjamin Constant (IBC), no Rio de Janeiro, elas fazem natação, tae kwon do, judô, atletismo, futsal e ginástica olímpica. Bolas com guizo no futsal e guias ligados ao atleta por uma corda na corrida são algumas das adaptações para a prática dos esportes. Mas há modalidades criadas especialmente para cegos e portadores de baixa visão, como o goalball, um jogo praticado com bola, em duas equipes, com todos os jogadores vendados. Assim, os que têm pouca visão não levam vantagem sobre os que não enxergam nada. A manha do esporte é perseguir a bola, que possui guizos, pelo som. E depois localizar a trave de nove metros de largura, bem maior do que as convencionais, para fazer o gol com as mãos. "O jogo, além de divertido, favorece a independência da criança, ao desenvolver sua orientação espacial", diz a coordenadora de Educação Física do IBC, Soraia Izabel Corrêa Cabral.
Não importa a modalidade esportiva, a deficiência, os resultados. O exemplo dos atletas especiais mostra que eles já são vencedores ao aceitar o desafio de superar suas barreiras físicas e emocionais para enfrentar a vida em sociedade. Para eles, ganhar uma disputa é adquirir destreza, amigos, um relacionamento familiar mais saudável e se sentir parte integrante de uma comunidade.

Para praticar
Olimpíadas Especiais Brasil - 0800112571 - www.olimpiadasespeciais.com.br
Companhia Artística Esportiva Luz (Cael), São Bernardo do Campo (SP) - (11) 4367-2117
Associação Desportiva para Deficientes (ADD), São Paulo (SP) - (11) 3862-7143 - www.add.com.br
Instituto Benjamin Constant (IBC), Rio de Janeiro (RJ) -(21) 2543-1180 - www.ibcnet.org.br
Associação Brasileira de Desportos para Cegos (ABDC), São Paulo (SP) - (11) 6966-0022, www.abdcnet.com.br




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domingo, 30 de maio de 2010

Cadeirante revela aventuras sexuais e dificuldades em livro; leia trecho


GUILHERME SOLARI
colaboração para a Livraria da Folha



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"Na Minha Cadeira Ou Na Tua?" é um relato autobiográfico da gaúcha Juliana Carvalho, que se tornou paraplégica após uma inflamação da medula aos 19 anos.

O livro se divide em três partes.

Na primeira, a autora conta em um formato de diário sua infância, a adolescência de festas antes do evento e a crise que a colocou até hoje em uma cadeira de rodas.

Esses relatos intercalados são de surpreendente sinceridade, mostrando desde brincadeiras singelas na praia, como primeiros beijos, experiências sexuais e o terror da perda da mobilidade.

Divulgação

Autora expõe com bom humor dificuldades de ser cadeirante

Além do tom sem rodeios, o relato de Juliana é muito bem-humorado para tratar de temas como perda do controle da bexiga, vexames em bebedeiras e até no nome dos capítulos -como "Pernas pra que te quero" ou "Uma cadeira em meu caminho"-- e no nome do seu blog Comédias da Vida Aleijada.

Como o próprio título de "Na Minha Cadeira Ou Na Tua?" sugere, a obra reserva grande espaço para a sexualidade, tanto antes quanto depois da autora ter se tornado paraplégica.

"No imaginário coletivo os cadeirantes são assexuados ou impotentes, crença que não condiz com a realidade," diz Juliana.

"Depois da lesão muda muita coisa, como relato no último trecho do livro, pode haver perda de sensibilidade, de mobilidade, mas o tesão segue o mesmo".

Uma adolescente particularmente apreciadora de baladas, experimentações sexuais, bebida e muita diversão, Juliana teve a sua vida paralisada com o evento, precisando da ajuda da família até mesmo para usar o banheiro.

Como o apetite sexual não diminui só porque você não mais controla suas pernas, Juliana precisou redescobrir o seu corpo.

"E o orgasmo é uma função cerebral que independe de tato ou rebolation," brinca a autora.

"O lance é redescobrir novas formas de sentir prazer, readequar-se a nova realidade e curtir tudo com espelho no teto!"

Na parte final, Juliana aborda diversas dificuldades práticas que encontrou e encontra, como o atraso de cinco anos para conseguir tirar carta, a falta de motéis adaptados e problemas de acessibilidade no transporte coletivo.

Leia abaixo um trecho de "Na Minha Cadeira Ou Na Tua?".

-
Brasília, 30 de novembro de 2005

Tenho tantas coisas pra contar, vamos por partes, como nosso amigo Jack:

1) Segunda-feira passada rolou uma reunião na sala de convivência com Joãozinho Trinta. Estamos organizando uma ala de cadeirantes pra desfilar no carnaval pela Vila Isabel, no Rio.

Fala sério! Quinta-feira vai ter uma reunião com o diretor do Centro de Reabilitação pra ver se tem como hospedar a pacientada na sede do Rio. A escola vai dar as fantasias, coisa simples, e cada um entra com sua passagem.

Tenho que ir! Imagina, desfilar na avenida! Beta, se você estiver aí no Rio: quero pouso.

Também preciso de um acompanhante, alguém se candidata? A fantasia sai por conta da escola. Bah, estou emocionada com essa possibilidade. Assim que eu chegar em Porto tenho que me organizar pra tirar minhas férias no período carnavalhesco.

2) Dei beijo de novo naquele tetra infeliz. Primeiro no banheiro, tipo filme, aquele beijo que a gente larga a escova de dente e beija com a boca suja de pasta mesmo. Depois fiz uma visita noturna na padiola alheia.

Deus o livro! Que guri tesudo. Mas também não vale o prato que come. Pega tudo. O ruim é que alguém nos viu e no dia seguinte todo mundo estava sabendo.

Paciência. Passei a ficha pra uma amiga, que no dia seguinte fez bom uso do rapaz. Concordamos que ele é um tesão. Definitivamente.

3) Ontem fiz investidas na ala pediátrica. Onde vou parar? Mas tem um bebê tão fofinho. Uma peste. Já combinei que vou casar com a criança assim que ele for maior de idade. Não faço nada ainda porque é crime.

4) Acho que vou investir num peão de Barretos que caiu do touro Bandido, quebrou a coluna e se internou faz pouco aqui. Na verdade, ele caiu de moto, e como tem a minha idade, não é crime.

5) O tesudo vai embora amanhã fazer uma cirurgia na bunda. Está com uma escara que não fecha, tadinho. A enfermaria vai perder um pouco da graça.

*
"Na Minha Cadeira Ou Na Tua?"
Autor: Juliana Carvalho
Editora: Editora Terceiro Nome
Páginas: 280
Quanto: R$ 29,90
Onde comprar: Pelo telefone 0800-140090 ou pelo site da Livraria da Folha

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Suporte para transporte veicular de cadeiras de rodas


Suporte para transporte veicular de cadeiras de rodas
Muitos cadeirantes tem problemas para acomodar as suas cadeiras dentro do porta malas do carro, alguns por causa do pouco espaço disponível, outros pela adaptação de GNV, ou porque a cadeira não desmonta e etc.

Mas os prolemas complicam mais quando o assunto é uma viagem com amigos, ainda mais se for no mesmo carro.

A arrumação das malas e da cadeira tem que ser muito bem feita, além do espaço do porta-malas ter que ser considerável para caber todas as coisas.

Mas para tudo existe uma solução e o Strada DL-2, que funciona como um engate de carro para transporte de cadeira de rodas, é uma delas.

Ele transporta a sua cadeira de rodas com facilidade e ainda serve para transportar 2ou 3 bicicletas, dependendo do modelo.



Mas como se trata de uma extensão para o carro é importnte ficar atento as seguintes informações:

O suporte deve necessariamente tersuporte para placa com iluminação

O suporte deve possuir luz de freio, setas e lanternas, além de refletores indicativos.

O engate deve obedecer o Código brasileiro de trânsito e ser abaloado, com suporte a ilumunação.

O suporte pesa aproximadamente 12,5 Kg, pois é fabricado com estrutura em aço e peças em alumínio.

Ele pode ser facilmente recuado para a abertura do porta-malas do carro, mesmo se o carro for uma van (com tampa do porta-malas inteiriça).


Para a segurança do transporte e da cadeira ou das bicicletas, o suporte possui duas travas de segurança com chaves codificadas.

Especificações do Suporte:

Dimensões (LxPxH) mm: desmontado: 1000 x 560 x 250 mm

Distância entre para-choque e ponto mais extremo do suporte : (ou seja, aumento total na traseira do carro: aprox. 63 cm

Peso: 12,2 kg

Capacidade : até 45 kg (depende da capacidade do engate)

Diâmetro do Tubo do Quadro : 25 – 80 mm

Iluminação Traseira: sim, inclusive para placa

Placa do Veículo: possui suporte com iluminação

Conector Elétrico : com opção de 7 e 13 polos (padrão no Brasil: 7 )

Trava Anti-Furto da Cadeira de Rodas : sim, chave codificada

Trava Anti-Furto do Suporte Strada : sim, chave codificada

Fonte: Via Rio Bike e Deficiente Físico

DEFICIENTE ALERTA foi criado para orientar,educar,protestar e ajudar todos com deficiência. www.deficientealerta.blogspot.com
Postado por CYBELLE VARONOS

terça-feira, 2 de fevereiro de 2010

Hearing aid you wear on your tooth


Hearing aid you wear on your tooth
Cory Doctorow on February 1, 2010 10:17 PM
Here's a new (unreleased) hearing aid that you wear over a back molar. It uses a wireless mic behind your ear to transmit sound to the tooth-unit, which then retransmits the sound through bone conduction -- without having to drill pins into your skull or surgically embed hardware, which is then hard to upgrade when the field advances.

SoundBite detects noise using a microphone placed in the ear connected to a transmitter in a behind-the-ear (BTE) device. The BTE transmits to an in-the-mouth (ITM) device that sends small sound waves through the jaw to the cochlea. There is no surgery needed, and both the BTE and ITM are easily removed to be charged inductively. Sonitus Medical is still preparing the SoundBite for eventual FDA trials for single sided, and (eventually) other forms of deafness.

vejam mais no site boing boing, em : http://boingboing.net/
New Hearing Aid Uses Your Tooth To Transmit Sound (via JWZ)

domingo, 31 de janeiro de 2010

DOPING PARAOLIMPICO


O uso de substâncias proibidas nos esportes atinge também as modalidades paraolímpicas

O jornal Correio Braziliense apresentou nos dias 15 e 16 de dezembro de 2009 matérias sobre o doping nos esportes paraolímpicos e o aumento do número de casos constatados de maneira geral em todas as modalidades esportivas.

Leia a matéria completa abaixo:

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Dia 15 de dezembro de 2009

Doping - Maculada pela vergonha

Suely Guimarães, uma das maiores atletas paraolímpicas do país, é flagrada em caso de dopagem. Suspensa por um ano, ela pede desculpas e promete voltar

Recife – Bicampeã paraolímpica. Recordista mundial e um dos principais nomes do paradesporto brasileiro. A pernambucana Suely Guimarães, 51 anos, presente em Paraolimpíadas desde 1992, em Barcelona, foi flagrada no exame antidoping, durante a etapa de Fortaleza do Circuito Nacional Loterias Caixa. A atleta, que foi convocada pela primeira vez para integrar a delegação brasileira paraolímpica em 1986, quando representou o país no Parapan-Americano de Porto Rico, abriu mão da contra-prova e foi suspensa por um ano. Desde 12 de setembro, quando se submeteu ao teste de dopagem, Suely optou pelo silêncio até o dia do julgamento, realizado no último domingo. Após análise da comissão antidoping do Comitê Paraolímpico Brasileiro (CPB), saiu o veredicto. Na amostra de urina coletada, foi encontrada a substância hidroclorotiazida, um diurético que mascara o possível uso de outras substâncias proibidas. Ontem à tarde, em sua casa, no bairro da Várzea, em Recife, aparentemente tranquila — apesar de alterar a voz de acordo com o rumo da entrevista — Suely fez questão de prestar esclarecimentos sobre o assunto. “Foi uma bomba, uma surpresa para mim. Mas vou dar a volta por cima”, adiantou a atleta.

Doping

“Jamais faria uso de um remédio sabendo que ele seria proibido. Nunca tomei um remédio para dor de cabeça que não consultasse meus médicos. Assumo parte da culpa por não ter consultado a lista de remédios proibidos. Mas o clorana (que contém a substância hidroclorotiazida), que tomo apenas metade do comprimido, era para tratar problemas de pressão alta. Estava tomando ele associado ao losartion. Comecei a usar o clorana desde que voltei do Parapan do Rio de Janeiro, em 2007. Na verdade, desde 2004 tomo remédios para o controle da pressão arterial.”

O dia da coleta

“Terminei de competir em Fortaleza por volta das 16h. Bati o recorde mundial no disco. Depois fui para o hotel e, às 18h, tomei o clorana. Já passava das 20h quando a comissão antidoping bateu na porta do meu quarto para coletar o exame. Não me neguei e fiz tudo conforme eles me pediram. Quando veio o resultado, me senti injustiçada. Acho que, pela minha história no Comitê Paraolímpico Brasileiro, eu merecia, pelo menos, que o médico do CPB, Roberto Vital, fizesse algum alerta sobre os remédios que estava fazendo uso. Ele foi covarde. Afinal de contas, antes mesmo de preencher o formulário para o pessoal do exame, indiquei estar utilizando o clorana e losartion. Eles sabiam que eu estava tomando o remédio. Acho que faltou um pouco de respeito. Eles disseram que, por não estar competindo pelo Brasil, pois a competição era Nacional, eles não teriam essa obrigação de me alertar. Uma pena que eles só tenham atenção com a gente quando ganhamos medalhas. Esquecem-se de que somos seres humanos.”

Contraprova

“Tenho muito respeito por Edilson Alves da Rocha, o Tubiba, e ele me orientou a não repetir o exame. Conversei com meu técnico e ele também disse que não valeria a pena recorrer. Vou esperar minha punição e cumpri-la. Passei momentos muito difíceis por causa do atletismo, jamais colocaria tudo a perder. Conversei com meus médicos (Jéssica Garcia e Esdras Gaspar) e, momentaneamente, vou fazer uma pausa no uso do clorana. Mas na próxima semana, por conta própria, pretendo repetir esse tipo de exame. Quero fazer o antidoping limpa e também usando o clorana. Aqui, não tem laboratório especializado. Vou colher e enviar para São Paulo.”

CPB“Na semana passada estive no Rio porque fui indicada ao prêmio de destaque na minha categoria. Não consegui falar com Andrew Parsons (presidente do Comitê Paraolímpico Brasileiro) porque sabia que, no desabafo, iria chorar. Não estava ali para isso. Fui de cabeça erguida, apesar de estar vivendo todo esse drama. Deixei muita coisa de lado em virtude da minha carreira. Não estou me isentando totalmente da culpa. Sei que deveria ter mais cuidado. Mas o que custa ao Comitê reforçar a consulta da lista de remédios proibidos? Às vezes, tenho a impressão que os atletas mais veteranos estão sendo deixados de lado.”

Futuro

“Nada é por acaso. Vi que pessoas poderiam me ajudar nessas horas e preferiram ficar indiferentes. Vou continuar treinando em 2010. Quero testar minha cadeira nova, onde vou conseguir girar 360 graus. Idealizei a cadeira porque se fosse esperar pelo CPB... Vou ficar sem competir ano que vem, mas não vou parar de treinar. Peço a compreensão de todos os pernambucanos e brasileiros. Peço desculpas. Mas minha carreira não se encerrou. Se é isso o que muita gente quer, aviso que vou voltar. E em grande estilo. Fazendo o que sempre fiz. Bater recordes e conquistar medalhas.” Suely Guimarães, uma das maiores atletas paraolímpicas do país, é flagrada em caso de dopagem. Suspensa por um ano, ela pede desculpas e promete voltar DOPING Suely alegou estar tomando remédio para controle da pressão e prometeu dar a volta por cima, com novos recordes

Memória
Vários casos de doping marcaram o ano de 2009 no esporte brasileiro. Confira alguns.

Março

* O jogador Bob, do Brasil Vôlei Clube, foi flagrado com a substância delta-9- tetraidrocanabinol, presente na maconha, em exame realizado após partida contra o Joinville, pelos playoffs da Superliga Masculina de Vôlei.

Abril
* Seis ciclistas foram flagrados no exame antidoping durante a Volta de Santa Catarina, com a substância eritropoietina (EPO), que eleva a resistência física. A Confederação Brasileira de Ciclismo só divulgou o nome de quatro deles: Alex Diniz, Cleberson Weber, Alex Arsenio e Alcides Vilela.

* Quatro integrantes da equipe de atletismo não passaram no exame antidoping em diferentes competições. Marcos Felix, Hamilton Castilho, Marcelo Moreira e Jenifer do Nascimento haviam utilizado substâncias estimulantes ou esteroides.

Maio

* Emerson Júnior Barbosa, halterofilista paraolímpico, apresentou o anabolizante oxandrolona, em exame realizado no Regional de São Paulo.

Junho

* Onze integrantes da equipe de atletismo foram flagrados com diversas substâncias em exames antidoping. Um dos maiores escândalos do esporte brasileiro.

* Denílson Raimundo de Souza, halterofilista paraolímpico, teve teste positivo para a substância diurética hidroclorotiazida, no Circuito Regional Loterias Caixa, em Natal.

Agosto

* Uma amostra de sangue do fundista Daniel Lopes Ferreira, coletada no Circuito de Corridas e Caminhada da Longevidade, acusou presença de mefentermina, um estimulante.

* A triatleta brasiliense Mariana Ohata, de 30 anos, foi flagrada em um exame antidoping, que acusou presença de um diurético. Foi o segundo caso de Mariana, que está ameaçada de ser banida do esporte.

Outubro

* A ginasta Daiane dos Santos foi flagrada em um exame antidoping que deu positivo para a substância proibida furosemida, um tipo de diurético que pode ser utilizado para perda de peso e na redução da absorção de líquidos.

Novembro

* O atacante Jobson foi flagrado em um exame feito após o jogo do Botafogo, onde jogava, contra o Coritiba, em 8 de novembro, que apontou uma substância proibida. A definição da punição para o jogador, que pode ser de até dois anos, ainda aguarda a contraprova, que acontecerá em 16 de dezembro.

Cartola promete tolerância zero

Apesar de lamentar a descoberta de mais um caso positivo de doping para o país, principalmente tratando-se de uma atleta experiente, o presidente do Comitê Paraolímpico Brasileiro (CPB), Andrew Parsons, garante intensificar o combate ao uso de substâncias proibidas. "Mesmo sendo a Suely, a nossa filosofia é de tolerância zero ao doping", afirmou. O flagrante foi o terceiro envolvendo atletas paraolímpicos do Brasil neste ano.

De acordo com o presidente do CPB, Suely não quis fazer a contra- prova. "Ela abriu mão da amostra B. Quando há o resultado positivo da amostra A, o atleta é notificado e a ele é dado um prazo para abrir a amostra B. Se ele declina, está aceitando o resultado da amostra A", explicou Parsons.

A punição de Suely Guimarães ainda poderá ser julgada pelo Comitê Paraolímpico Internacional, que pode manter ou vetar a decisão do CPB. "A gente informa. Pode ser que eles confirmem a suspensão ou que eles optem por fazer um julgamento próprio", considerou Andrew Parsons.

Para 2010, Parsons garante que ampliará tanto os testes — dentro e fora de competições — quanto às campanhas educativas — que visam a conscientização de atletas e treinadores dos perigos do doping e da legislação sobre o assunto. "A gente faz palestras, distribui cartilhas explicativas e temos o programa de testes. No ano que vem, pela primeira vez, o antidoping vai estar dentro do orçamento do CPB. Serão R$ 150 mil diretamente ligados a ações de combate ao doping", declarou.

Estímulos proibidos

Doping refere-se ao uso de drogas que melhoram a perdormance e são proibidas pelas organizações que regulam as competições esportivas. É considerado anti ético devido à ameaça à saúde, à busca de igualdade de condições de disputa e ao efeito exemplar que o esporte limpo tem sobre o público. Os três tipos mais comuns de dopagem estão descritos a seguir:

Esteróides anabólicos

São hormônios químicos sintéticos que agem como os anabólicos da testosterona, ativando o metabolismo protéico que fortalece o músculo.

Diuréticos

Atuam nos rins, aumentando o volume e a diluição da urina. Existem vários tipos, sendo que todos elevam a eliminação de líquido, embora de formas diferentes.

Hidroclorotiazida

É o caso de Suely. Trata de um diurético tiazídico. Age inibindo a capacidade de retenção de água do rim, reduzindo o volume sanguíneo. É frequentemente usada no tratamento da hipertensão arterial, da insuficiência cardíaca congestiva, do edema sintomático e na prevenção de pedras nos rins. Eleva consideravelmente a eliminação de líquido, mascarando a presença de outras substâncias dopantes no organismo.

Estimulantes

Do grupo das anfetaminas, aumentam o nível de atividade do sistema nervoso central, gerando estímulos, aumentando a performance e diminuindo a dor do atleta.

Dia 16 de dezembro de 2009

Comitê ignora desculpas

Apesar das justificativas e críticas apresentadas pela para-atleta Suely Guimarães, dirigente de entidade descarta abrandamento da pena de suspensão

Mesmo bombardeado de críticas pela atleta paraolímpica Suely Guimarães após o anúncio do doping na última segunda-feira, o Comitê Paraolímpico Brasileiro (CPB) não quis responder a qualquer das acusações feitas. Em entrevista exclusiva publicada ontem no Correio, Suely declarou se sentir injustiçada. “Acho que, pela minha história no Comitê Paraolímpico Brasileiro, eu merecia, pelo menos, que o médico do CPB, Roberto Vital, fizesse algum alerta sobre os remédios que estava fazendo uso. Ele foi covarde.” A atleta foi punida com suspensão de um ano e não participará de competições até setembro de 2010.

A assessoria de imprensa do CPB se limitou a divulgar uma nota com a posição do presidente da entidade, Andrew Parsons, em relação às críticas. Segundo o comunicado, ele diz que a atleta veterana sempre foi conhecida pelo Helder Tavares/DP/D.A Press - 14/12/09 gênio forte e que está passando por um momento muito difícil na carreira. Por isso, Parsons considera as acusações irrelevantes e reafirma a confiança no trabalho do médico Roberto Vital, que também não quis dar nenhuma declaração à reportagem. A possibilidade de redução da pena não foi considerada.

O silêncio do Comitê Paraolímpico Brasileiro reforça a política de tolerância zero adotada pelo presidente da entidade, que está intensificando o combate e a prevenção ao doping, que já teve três casos neste ano. No entanto, Suely Guimarães, que se desculpou pelo ocorrido e admitiu parte da culpa pelo fato de não ter consultado a lista dos remédios proibidos, acha que o CPB poderia reforçar o alerta em relação às substâncias dopantes, principalmente aos atletas mais experientes. “Às vezes, tenho a impressão que os atletas mais veteranos estão sendo deixados de lado”, desabafou.

Mais dois flagrantes

Além do caso de Suely, em 2009, o esporte paraolímpico nacional teve outras duas ocorrências de flagrante de doping. Em maio, em São Paulo, exame com o halterofilista Emerson Barbosa acusou a presença do anabolizante oxandrolona. No mês seguinte, em Natal, o também halterofilista Denílson de Souza teve teste positivo para a substância diurética hidroclorotiazida.

Personagem da notícia

Suely Guimarães, pernambucana de São José do Belmonte, perdeu as duas pernas após ser atropelada na calçada por um motorista bêbado, aos sete anos de idade. Hoje, é uma das atletas paraolímpicas de maior destaque do país. Entre as principais conquistas, estão: ouro no lançamento de disco – Jogos Paraolímpicos de Atenas (2004); ouro no lançamento de disco e arremesso de peso – Campeonato Mundial, na França (2002); ouro no lançamento de disco e dardo e no arremesso de peso – Campeonato Mundial, na Inglaterra (1998); bronze no lançamento de disco – Jogos Paraolímpicos de Atlanta (1996); ouro no lançamento de disco e dardo e no arremesso de peso – Campeonato Mundial, na Alemanha (1994), e ouro no lançamento de disco – Jogos Paraolímpicos de Barcelona (1992).

Entenda o caso
A bicampeã paraolímpica Suely Guimarães diz que fazia uso da substância proibida hidroclorotiazida — encontrada na amostra de urina coletada para o exame antidoping —, com o objetivo de controlar a pressão arterial, desde o Parapan do Rio de Janeiro, em 2007, e não sabia da proibição. Suely afirma que o CPB tinha conhecimento de que ela usava o remédio Clorana, mas, mesmo assim, a entidade não a teria alertado, como costuma fazer, pelo fato de ela não estar representando o Brasil em uma competição internacional. A verificação foi realizada durante a etapa de Fortaleza do Circuito Nacional Loterias Caixa, em setembro. A substância encontrada é um diurético tiazídico que inibe a retenção de água do rim, reduzindo o volume sanguíneo e elevando consideravelmente a eliminação de líquido, o que pode mascarar a presença de outras substâncias dopantes no organismo. Segundo o presidente do CPB, este é o motivo da proibição da hidroclorotiazida, pois, caso Suely tivesse usado algum tipo de estimulante ou anabolizante, o exame não revelaria. A atleta, no entanto, garante que nunca utilizou coisas do tipo. “Passei momentos muito difíceis por causa do atletismo, jamais colocaria tudo a perder.”

ENTREVISTA//EDUARDO DE ROSE

Denúncias aumentam os flagrantes

» FELIPE SEFFRIN

São Paulo – Diretor do Departamento Brasileiro de Antidoping do COB, o fisiologista Eduardo de Rose dá duas razões para a onda de casos de doping no Brasil. A primeira diz respeito à mudança de estratégia do Comitê Olímpico Brasileiro (COB) no controle antidoping. Antes, os exames ocorriam por amostragem ou sorteio. Agora, são realizados diretamente em atletas suspeitos ou denunciados, aumentando a incidência de testes positivos, mesmo sem crescer significativamente o número de exames. A segunda justificativa é a velha falta de cuidado por parte dos atletas.

O tiro certo nos atletas dopados é também uma medida econômica. No ano passado, foram realizados cerca de cinco mil exames, ao valor de cerca de R$ 1 mil cada, chegando ao custo total aproximado de R$ 5 milhões. Questionado sobre os culpados por tantos casos, o especialista em antidoping se exime de apontar suspeitos, mas lembra que a alta premiação em determinados esportes pode ser um dos motivos principais para o uso de substâncias ilícitas.

Porque tantos casos de doping

Também estou achando exagerado. Pelos meus cálculos, devemos estar com 41 casos neste ano. Teve um pequeno aumento no número de controles, mas foi pequeno, não é para justificar o aumento de casos. Mas há duas vertentes que podem explicar esse aumento. Uma é que os exames foram feitos com muito mais objetividade. Trocamos o exame por posição ou por sorteio para fazer um exame direcionado, baseado em informações que nos levam a suspeitar que existe uma possibilidade grande de encontrarmos algo. A outra razão é que os atletas não estão cuidando de coisas que são primárias. Essa atleta paraolímpica tomou diurético por que é hipertensa. Se ela sabia dos problemas de pressão, deveria comunicar ao Comitê e buscar orientação para uma medicação certa. É o mesmo caso da Daiane dos Santos, que não tinha conhecimento de que estava fazendo um tratamento com substâncias proibidas.

Nova política antidoping

Esse tipo de exame direcionado é chamado de “exame inteligente”. O atleta pode achar que é perseguição, mas não é perseguição. Cada exame custa muito caro, não dá para sair fazendo em todo mundo. Tem que ser o mais dirigido possível. Este ano, em pelo menos 15 casos de violação da regra antidoping, nova nomenclatura para casos positivos, chegamos por meio de denúncias de alguma possibilidade muito grande de termos resultados positivos. Os exames na equipe de atletismo no Mundial da Alemanha e nos ciclistas na Volta de Santa Catarina e São Paulo são exemplos disso.

Prejuízo ao esporte brasileiro

Não tem nenhum prejuízo concreto. Se você pensar na Olimpíada, tivemos quase 27 casos de doping em Pequim, em duas semanas, e isso não diminuiu a qualidade da performance e nem desvalorizou a Olimpíada. Se nos tornarmos um país que não faz antidoping e onde não se tem nenhum teste positivo, isso não nos torna um país melhor. O problema é quando passarmos de 2% dos exames, que é o recomendado. No ano passado, tivemos 0,75% de casos positivos. Neste ano, ainda não fechamos as contas, mas devemos ficar por volta de 2%, que é a média internacional.

Culpados pelo doping

Não tenho que apontar nenhum culpado. Não é a minha função. Minha função é detectar os casos, informar atletas e entidades responsáveis e baixar ao máximo o número de casos. Mas posso dizer que uma das explicações ou respostas é o fato de que hoje no esporte se ganha muito dinheiro, o que não ocorria antigamente. Prêmios de US$ 100 mil, US$ 1 milhão, não são incomuns no esporte.

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Fonte: Jornal Correio Braziliense de 15 de dezembro de 2009 (caderno Super Esportes, fls. 2 e 3) e 16 de dezembro de 2009 (caderno Super Esportes, fls. 4 e 5).

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