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domingo, 26 de julho de 2009

Mapa de Down










VEJAM MAIS SOBRE MAPA DE DOWN EM : http://www.agencia.fapesp.br/materia/10761/divulgacao-cientifica/mapa-de-down.htm

Divulgação Científica
Mapa de Down
14/7/2009

Agência FAPESP – Um grupo internacional formado por dezenas de cientistas conseguiu identificar várias regiões importantes do cromossomo 21 que podem causar sintomas da síndrome de Down.

Característica que afeta em média uma a cada 800 crianças, a síndrome de Down resulta de uma duplicação genética de partes ou de todo o cromossomo 21. Trata-se de uma alteração que causa uma série de sintomas clínicos, entre os quais deficiências em capacidades cognitivas e no desenvolvimento físico, problemas congênitos no coração e leucemia.

Ao estudar portadores de mutações raras no cromossomo 21, Julie Korenberg, das universidades da Utah e da Califórnia em Los Angeles, nos Estados Unidos, e colegas montaram um mapa de alta resolução que identifica regiões genéticas que os autores estimam ser responsáveis por causar sintomas da síndrome.

Os resultados do estudo serão publicados esta semana no site e em breve na edição impressa da revista Proceedings of the National Academy of Sciences. No artigo, os pesquisadores descrevem a descoberta de oito regiões genéticas envolvidas em sintomas clínicos, quatro das quais são malformações congênitas.

O mapa genético também demonstra que muitas das regiões do cromossomo 21 que se acreditavam criticamente envolvidas nos sintomas da síndrome de Down são provavelmente desnecessárias para o desenvolvimento desses sintomas.

Segundo os autores, o resultado do estudo poderá contribuir para um melhor entendimento das causas genéticas e também no desenvolvimento de novas terapias para ajudar os portadores da síndrome.

O artigo The genetic architecture of Down syndrome phenotypes revealed by high resolution analysis of human segmental trisomies, de Julie Korenberg e outros, poderá ser lido em breve por assinantes da Pnas em www.pnas.org.

CUIABA - CONSELHO MUNICIPAL DAS PESSOAS COM DEFICIÊNCIA TOMA POSSE

VEJAM MAIS SOBRE CUIABA - CONSELHO MUNICIPAL DAS PESSOAS COM DEFICIÊNCIA TOMA POSSE EM: http://www.24horasnews.com.br/index.php?mat=214358

Redação 24HorasNews




Serão empossados na próxima quarta-feira (25) os integrantes do Conselho Municipal dos Direitos das Pessoas com Deficiência. A solenidade será na sede da Associação Mato-grossende dos Deficientes (AMDE), no bairro CPA II, às 9h. O Conselho foi criado no inicio deste ano através da Lei Nº 4.947 de 5 Janeiro de 2007, e estabelece também a criação de políticas públicas para pessoas que possuem algum tipo de deficiência na capital.

Os conselheiros terão mandato de dois anos e terá como principal tarefa fiscalizar e buscar recursos que possam melhorar a qualidade de vida do deficiente.

O Conselho é paritário e será formado de 18 conselheiros sendo nove nomeados pelo prefeito e outros nomeados pelas entidades que auxiliam o deficiente em Cuiabá.

Entidades como a APAE, Pestalozzi, Associação dos Surdos, Associação dos cegos e Associação Matogrossense de Deficientes além de entidades de classe tomarão assento no Conselho.

Pessoas com deficiência: Conselho Municipal será reativado











MACEIO - POLITICA EM PRÓL DAS PESSOAS COM DEFICIÊNCIA EM ALTA - ROSINHA DA ADEFAL À FRENTE DO MOVIMENTO.
VIDE MAIS EM: http://gazetaweb.globo.com/v2/noticias/texto_completo.php?c=181492

Solenidade de posse dos novos conselheiros acontece nesta segunda-feira

Assessoria

Dia 27 de julho de 2009, esta é uma data que vai marcar a vida das pessoas portadoras de deficiência de Maceió, com mais uma conquista que será comemorada. Para Rosinha da Adefal (PT do B), representante do Legislativo municipal, essa é uma vitória almejada há anos. “Esse é mais um órgão no qual a sociedade poderá contar no que diz respeito ao atendimento como um todo para o deficiente. Há um bom tempo já estamos nos mobilizando junto ao prefeito para que isso acontecesse e chegou o dia”, comemora a vereadora que também colocou o legislativo à disposição do conselho.

A solenidade de posse do Conselho Municipal dos Direitos de Pessoa Portadora de Deficiência (CMDPPD) biênio 2009/2011 acontece na próxima segunda-feira às 08:30h no auditório da Secretaria Municipal de Saúde. “O diferencial do CMDPPD é o trabalho em conjunto, secretarias e sociedade unidas, e isto é importante para prestar os serviços que dêem aos deficientes qualidade de vida, como: saúde, educação, transporte. Podemos dizer que a sociedade clama e o poder público obedece”, evidenciou a vereadora Rosinha da Adefal.

O CMDPPD é um órgão consultivo e deliberativo. Formado por 14 membros desses, 7 foram nomeados pelo prefeito, representando as Secretarias Municipais de Saúde, Esporte e Lazer, Cultura, Assistência Social, Transporte e Trânsito, Convívio Urbano e da Educação; já os outros 7 são representantes da sociedade civil e associações de/para pessoas com deficiência. A função do conselho é articular e implementar políticas públicas específicas para as pessoas com deficiência.
O evento tem a presença confirmada do prefeito Cícero Almeida e representantes da Ordem dos Advogados do Brasil, seccional Alagoas; além do Ministério Público Estadual e representantes de sociedade civil, assim como de associações de/para pessoas com deficiência.

O Conselho

O Conselho Estadual/Municipal dos Direitos da Pessoa com Deficiência é uma instância superior de deliberação colegiada, de natureza permanente, cujo objetivo principal é propor, acompanhar e avaliar as políticas relativas aos direitos da pessoa com deficiência, com capacidade de interiorização das ações, dispondo de autonomia administrativa e financeira.

Principais Atribuições e competências do Conselho Estadual/Municipal dos Direitos da Pessoa com Deficiência:

- Zelar pela efetiva implantação, implementação, defesa e promoção dos direitos da pessoa com deficiência;
- Propor diretrizes, acompanhar planos, políticas e programas nos segmentos da administração local/regional para garantir os direitos e a integração da pessoa com deficiência;
- Acompanhar o planejamento e avaliar a execução, mediante relatórios de gestão, das políticas e programas setoriais de educação, saúde, trabalho, assistência social, transporte, cultura, turismo, desporto, lazer, política urbana e outras que objetivem a integração da pessoa com deficiência;
- Opinar e acompanhar a elaboração de leis estaduais e municipais que tratem dos direitos da pessoa com deficiência;
- Recomendar o cumprimento e divulgar as leis estaduais e qualquer norma legal pertinentes aos direitos da pessoa com deficiência;
- Propor a elaboração de estudos e pesquisas que objetivem a melhoria da qualidade de vida da pessoa com deficiência;
- Propor e incentivar a realização de campanhas visando à prevenção de deficiências e à promoção dos direitos da pessoa com deficiência;
- Receber e encaminhar aos órgãos competentes as petições, denúncias e reclamações formuladas por qualquer pessoa ou entidade, quando ocorrer ameaça ou violação de direitos da pessoa com deficiência, assegurados nas leis e na Constituição Federal, exigindo a adoção de medidas efetivas de proteção e reparação;
- Convocar Conferências de Direitos da Pessoa com Deficiência, de acordo com o Conselho Nacional dos Direitos da Pessoa Portadora de Deficiência (Conade).

Deficientes físicos mal recebidos no Rio de Janeiro?















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Segundo estudo, falta infraestrutura e acessibilidade à capital carioca

RJ não tem acessibilidade para deficientes físicos, diz estudo (crédito: Divulgação)
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Da redação
postado em 24/07/2009 11:53 h
atualizado em 24/07/2009 14:52 h
Estudo realizado pela Rede de Desenvolvimento do Turismo Sustentável das regiões turísticas da cidade do Rio de Janeiro e Niterói (RedeTuris) deixou patente a falta de infraestrutura em acessibilidade para deficientes em todos os estabelecimentos pesquisados. Foram verificadas as condições de quatro polos turísticos da cidade: Botafogo, Praça 15, Novo Rio Antigo e Tijuca. Todos ficaram com nota zero.

O maior problema dos portadores de deficiência que se aventuram a caminhar pela cidade é que, até hoje, a acessibilidade está restrita a ilhas dentro de projetos de urbanismo e ordenação pública. O primeiro – e, até onde se sabe, último – havia sido o Rio Cidade, realizado durante a primeira gestão de Cesar Maia (1993-1997) e a de seu secretário de Obras e, depois, sucessor, Luiz Paulo Conde (1997-2001). Os bairros contemplados no projeto receberam algumas obras que visavam a melhoria de acessos às calçadas e o nivelamento das vias. Depois disso, no entanto, o assunto parece ter sido esquecido pelo poder público – tendo sido ressuscitado só recentemente.

Na Lapa e adjacências, já está em andamento a construção de 37 rampas em calçadas – e a prefeitura adianta que há planos de estender o projeto a outras áreas da cidade, embora não mencione prazos. Em verdade, o projeto na região boêmia retoma, depois de quase 10 anos, a instalação de equipamentos para acessibilidade a portadores de deficiências físicas em projetos arquitetônicos no Rio. As obras devem ficar prontas até o fim do ano.

Fonte: Jornal do Brasil

sábado, 25 de julho de 2009

Feira de carros adaptados tem miniguincho para cadeira de rodas




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Na próxima quinta-feira (2), São Paulo recebe a oitava edição da Reatech - Feira Internacional de Tecnologias em Reabilitação, Inclusão e Acessibilidade. Com duração de quatro dias o evento traz, entre outras novidades, tecnologias voltadas à adaptação veicular para pessoas com mobilidade reduzida.

Entre os lançamentos mais aguardados no Centro de Exposições Imigrantes está o “auto lift”, na Cavenaghi. Instalado no porta-malas do automóvel, o equipamento é composto por um guincho com base giratória e capacidade de levantar até 180 quilos – o peso aproximado de uma moto de pequeno porte. A tecnologia facilita a acomodação de cadeiras de rodas mais pesadas sem exigir esforço físico do acompanhante, já que é comandada por controle remoto.

Outra inovação da empresa é a melhoria do banco móvel apresentado no ano passado na mesma feira. Importado da Suécia, o equipamento, que pode ser usado ora como banco

Banco motorizado pode ser usado no carro e na cadeira de rodas (Foto: Divulgação)
do automóvel, ora como cadeira de rodas, agora ganha uma versão motorizada. Para entrar ou sair do veículo, basta que o usuário tenha a cadeira encaixada na porta dele. A partir daí, o assento se desprende da base e desliza sobre uma esteira para dentro do carro.

As novidades estarão à venda na Reatech. Já os valores só serão estipulados na quarta-feira (1º), mas para se ter uma ideia, o banco móvel sem motorização apresentado na última edição da feira é vendido por R$ 26 mil.

Segundo Ricardo Rodrigues, supervisor de vendas especiais da Honda, o câmbio automático resolve o problema de 80% dos clientes que precisam de um carro adaptado. Outros 20% têm necessidade de freio manual e acelerador invertido. Neste caso, as adaptações custam entre R$ 500 e R$ 1.500.

Mercado
Dados oficiais apontam que 15% dos brasileiros são portadores de algum tipo de deficiência e, diariamente mais de 500 pessoas entram para essa estatística.

Por este motivo, o aumento da procura por inovações que melhorem a qualidade de vida e a mobilidade do deficiente físico resiste à crise. Em 2008, foram mais de 22 mil carros 0 km vendidos para pessoas com deficiência e seus familiares em todo país. Já em fevereiro deste ano, as montadoras comercializaram 1.568 unidades, um aumento de 7,76% em relação ao mesmo período do ano passado.

O volume faz com que o setor de produtos e serviços para reabilitação movimente cerca de R$ 1,5 bilhão no país, sendo R$ 200 milhões em cadeiras de rodas e R$ 800 milhões em automóveis e adaptações veiculares.

Reatech
Este ano sete montadoras confirmaram presença na 8ª edição da Reatech, terceira maior feira de reabilitação do mundo. Fiat, Ford, GM, Honda, Peugeot e Toyota apresentarão seus programas de mobilidade e darão orientações para quem pretende adquirir um veículo adaptado e com isenção de impostos como IPI, ICMS e IOF, conforme prevê a legislação. Em alguns estados como São Paulo, o veículo fica livre, inclusive, do IPVA.

Para ter direito a todos esses benefícios, o valor do automóvel deve ser inferior a R$ 60 mil. Caso contrário, há apenas isenção de IPI.

A feira, que espera receber este ano 40 mil visitantes, terá ainda test-drive em carros adaptados, cinema sensorial para deficientes visuais e atividades voltadas à terceira idade.


VIII Reatech - Feira Internacional de Tecnologias em Reabilitação, Inclusão e Acessibilidade
Data: de 2 a 5 de abril
Local: Centro de Exposições Imigrantes
Endereço: Rodovia dos imigrantes – km 1,5
Horários: de quinta à sexta (das 13h às 21h); aos sábados e domingos (das 10h às 19h)

Saiba como obter isenção de impostos na compra de um veículo adaptado














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Condutor com deficiência física tem direito a isenção de IPI, ICMS e IPVA.
Carteira de Habilitação depende de laudo médico e exame prático de direção.

Em meio a uma enxurrada de dúvidas, algumas pessoas com necessidades especiais acabam abrindo mão de dirigir por achar que não têm direito à carteira de habilitação ou a comprar um carro.

Independentemente da deficiência apresentada pela pessoa - que pode ser um movimento limitado em decorrência de uma cirurgia, por exemplo - só um laudo médico pode indicar se ela pode guiar um veículo adaptado às suas necessidades. E, nestes casos, é possível obter isenção de alguns impostos na hora da compra.

Leia também: Deficientes físicos pedem passagem ao volante

Quem explica o passo-a-passo para quem tem necessidades especiais e deseja comprar um carro adaptado é a empresária Névia Bernardes da Gama e Silva, que tem uma empresa prestadora de serviços em São Paulo especializada no assunto. Segundo ela, o processo todo, entre a obtenção da Carteira de Habilitação até a compra do veículo, demora cerca de dois meses e meio.

"A pessoa com necessidades especiais muitas vezes tem medo do preconceito, por achar que na carteira vem escrito que ela tem deficiência física. Mas no documento só é discriminado o tipo de veículo que o condutor está apto a guiar", explica a especialista em isenções de impostos. "Para o condutor com necessidades especiais, as isenções reduzem entre 25% e 27% o valor do veículo."

Confira o passo-a-passo de quem deseja obter isenção de impostos na compra de um carro adaptado a necessidades especiais:

1. Laudo médico
O primeiro passo para a compra de um carro, utilizando as isenções previstas em lei, é ter em mãos um laudo médico que aponte a deficiência.

2. Exame em clínicas credenciadas pelo Detran
De posse do laudo, é possível fazer a mudança da Carteira de Habilitação. A pessoa deve ir até uma clínica credenciada pelo Detran ou a uma auto-escola que acompanhe o interessado a uma das clínicas. A pessoa passa por um exame feito por doismédicos de especialidades diferentes, quem avaliam se a pessoa tem necessidade de guiar um carro específico ou adaptado para sua deficiência.

3. Exame prático
Com a indicação de guiar um carro com uma configuração específica, o interessado faz um exame prático de volante, aplicado pelo Detran, em um carro igual ao que ele deve usar se for aprovado.

4. Carteira de Habilitação
Depois de passar no exame prático, o motorista recebe a Carteira de Habilitação. Nela está discriminado o tipo de veículo que o condutor está apto a guiar.

5. Autenticação do Detran
Com a Carteira de Habilitação em mãos, o motorista retorna à clínica na qual ele passou pela perícia. São feitas sete cópias do laudo e mais seis da Habilitação, que são enviadas para um delegado do Detran autenticar.

6. Isenções de IPI e ICMS
Condutores de automóveis com necessidades especiais têm direito a isenção de alguns impostos na hora da compra do veículo. As isenções de IPI e ICMS devem ser requeridas antes da compra do carro.

- IPI: o pedido de isenção do Imposto Sobre Produtos Industrializados (IPI) é feito à unidade da Receita Federal mais próxima da residência do condutor, com documentos pessoais, a Carteira de Habilitação e um formulário disponível no site da Receita Federal (clique aqui para ver). A isenção do IPI pode ser renovada a cada dois anos.
- ICMS: é a Secretaria da Fazenda de cada estado que dá a isenção do Imposto sobre Operações Relativas à Circulação de Mercadorias (ICMS). Além de documentos pessoais e da Carteira de Habilitação, o condutor já precisa indicar o carro que vai comprar, por meio de uma carta da concessionária ou ponto de venda. A isenção do ICMS pode ser renovada a cada três anos e está limitada a carros novos, de fabricantes brasileiras, que custem até R$ 60 mil e não sejam utilitários.

7. Compra do veículo
O cliente leva as duas isenções à concessionária, onde se encomenda o veículo.

8. Isenção do IPVA
O condutor documenta o carro novo no Detran sem pagar o Imposto sobre a Propriedade de Veículos Automotores (IPVA). Em seguida, com cópia dos documentos pessoais, do veículo e nota fiscal de compra, dá entrada no pedido de isenção do IPVA e rodízio obrigatório. A isenção do IPVA vale durante todo o período em que o carro estiver em nome do mesmo condutor. Para finalizar o processo, cópias das isenções são levadas à Receita Federal e à Secretaria da Fazenda.


Não-condutores também podem comprar carros com isenção de IPI
A pessoa com deficiência que queira ter um veículo, mesmo que não seja a condutora, também pode fazer a compra com isenção do IPI. A norma vale para qualquer pessoa - mesmo que for criança - que obtenha o laudo da Receita Federal feito por um médico credenciado pelo SUS.

A deficiência é atestada por dois médicos, de especialidades diferentes. Se a pessoa tiver um problema mental, por exemplo, o exame é feito por um psiquiatra e um psicólogo. Se a deficiência é física, a avaliação é feita por um neuro e um psicólogo. O laudo também precisa ter a assinatura do responsável pela clínica ou hospital.

"É importante dizer que se a pessoa tem mais de 17 anos e tem um problema mental, só consegue isenção na compra de um carro se estiver interditado. Os pais precisam pedir a interdição da pessoa para poderem assinar por ele. Já se o interessado em comprar o veículo gozar de plenas faculdades mentais, mais não conseguir assinar por uma deficiência física, ele pode fazer uma procuração de fé pública em um cartório, para que alguém possa assinar por ele."

Nos casos de pessoas com necessidades especiais que não sejam condutoras, a isenção do IPI diminiu entre 9% e 15% o valor do automóvel. Os órgãos estaduais não liberam ICMS nem IPVA para proprietários não-condutores.

Serviço:
Névia Isenções
(11) 5082-3111
Rua Doutor Neto de Araújo, 320 - Conjunto 205
Vila Mariana - São Paulo (SP)
saiba mais
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Feira de carros adaptados tem banco até o teto e com 'rodinha'

Música e Deficiência - Apresentação
















VEJAM MAIS SOBRE MUSICA E DEFICIÊNCIA EM: http://saci.org.br/?modulo=akemi¶metro=3872


Por que deficiente não pode estudar música?Escola Municipal de Música

Combinei com Viviane, nossa Repórter Saci Voluntária que está abordando o tema "Música de Deficiência", de irmos visitar algumas escolas de música.

Para quem não leu a série de matérias da Viviane, leia aqui:

Música e Deficiência - Apresentação http://saci.org.br/?modulo=akemi¶metro=3390

Música e Deficiência: Os Pré-Conceitos - Parte I http://saci.org.br/?modulo=akemi¶metro=3519

Música e Deficiência: Os Pré-Conceitos - Parte II
http://saci.org.br/?modulo=akemi¶metro=3696

Música e Deficiência: As dificuldades do fazer musical
http://saci.org.br/?modulo=akemi¶metro=3761

Liguei para uma escola e cheguei a falar com o diretor, que me informou que não havia nada adaptado e que, para fazermos uma visita, teríamos que enviar um ofício. Como estamos em final de ano e na maior correria, deixei para o ano que vem. Liguei para a Escola Municipal de Música e conversei com Henrique Autran Dourado, o diretor. Por telefone, já fiquei sabendo que não havia nenhuma adaptação. A única facilidade é uma entrada atrás do prédio, com uma rampa utilizada por veículos. A entrada da frente é uma escadaria.

Marcamos a visita para o dia 28 de novembro, uma quinta-feira. Combinei com Viviane que nos encontraríamos lá. Cheguei cinco minutos antes dela e comecei a bater um papo com o Prof Henrique, muito simpático e com uma ótima prosa. Expliquei para ele que o nosso objetivo é a igualdade de condições para todos. Ele nos disse que, provavelmente, a escola mudará de endereço. Aproveitando esse gancho, perguntei se já não seria possível fazer a nova escola adaptada e o lembrei que existem normas de como fazer as adaptações. É importante citar que, dias depois da visita, ele passou um e-mail para mim dizendo que já havia entrado em contato com os arquitetos falando a esse respeito.

Ficamos cerca de duas horas conversando. Percebi que ele tem, sem dúvida alguma, muito boa vontade. Mas o grande problema é que a maioria da população desconhece a existência e as necessidades de um deficiente. Se a grande maioria dos deficientes não consegue freqüentar escolas por falta de estrutura, o que dizer de um deficiente que queira estudar música? Claro que não vejo os responsáveis pelas escolas de música como os culpados pela falta de material e acesso às escolas, pois nossos governantes se esqueceram da cultura no país. Não sei se isso é resquício da ditadura, pois quanto menos instruído um povo, mais fácil de governar.

A maioria das pessoas só entende como deficientes aqueles que usam cadeiras de rodas e que pouco se movimentam e esquecem ou não sabem que existem outras deficiências. Viviane, por exemplo, não usa cadeira de rodas, já que anda, mas necessita de algumas adaptações, tais como rampas e ônibus adaptado. Imaginem os preconceitos enfrentados por ela e por outros deficientes que queiram fazer música porque, infelizmente, a palavra deficiente, para a maioria das pessoas, quer dizer incapaz. Nós sabemos que isto não é verdade, sempre falo que eu tenho alguns problemas a mais, no meu caso a mobilidade, mas quem é que não tem problemas?

Foi complicado escrever esse texto, pois quando marquei o encontro na escola não pensava que era um problema tão grande: vai da falta de informação, de cultura (que no nosso pais não vale nada), de transporte adaptado, de escolas adaptadas, de vontade de alguns que não entendem as nossas necessidades. Ainda há uma gama enorme de problemas, entre eles, o preconceito.

O professor Henrique, que mostrou ser uma pessoa bastante receptiva, disse que vai fazer o possível para conseguir melhorias na parte de acessibilidade e de materiais específicos, tais como partituras em Braile. Isso não é muito difícil, pois existem entidades para deficientes visuais, como a Laramara e a Fundação Dorina Nowill, que possuem uma enorme experiência. Outro exemplo é a AACD, que faz adaptações para instrumentos tocados por deficientes.

Portanto, acho que falta realmente vontade dos nossos governantes para permitir que a Inclusão saia do papel e vire realidade. Pretendo enviar essa matéria para nosso governador e para nossa prefeita. Aguardo uma solução prática e não apenas teórica.

Mais Informações:

Escola Municipal de Música
Endereço: Rua Vergueiro,961, Aclimação, São Paulo,Capital
CEP: 01504-001
Tel: (11) 3209-7865
Fax:(11) 3209-6580
Site: www.emmsp.hpg.com.br


Data da Visita: 28/11/02
Repórter:Renato Laurenti
Acompanhantes: Viviane dos Santos Louro e Luiz José


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Deficientes superam as dificuldades com a música
Crianças encantam o público em corais e bandas espalhados pelo país

http://images.google.com.br/imgres?imgurl=http://revistacrescer.globo.com/Revista/Crescer/foto/0,,16819742,00.jpg&imgrefurl=http://revistacrescer.globo.com/Revista/Crescer/0,,EMI21805-15159,00.html&usg=__ekNpcxopmDyK3JSg8O66U8ocdRc=&h=200&w=300&sz=14&hl=pt-BR&start=34&tbnid=T9wtv5N7764ftM:&tbnh=77&tbnw=116&prev=/images%3Fq%3DMUSICA%2BPARA%2BDEFICIENTES%26gbv%3D2%26ndsp%3D20%26hl%3Dpt-BR%26sa%3DN%26start%3D20

Eles tocam instrumentos sem enxergar, soltam a voz sem ouvir e "cantam" sem falar. A música é um caminho eficiente para afastar o preconceito e melhorar (muito) a auto-estima de crianças e jovens com deficiência. Pelo esforço de aprender, mas também pela qualidade da música que produzem, eles têm chamado a atenção do público, que retribui com aplausos e pedidos de bis. Há grupos musicais formados por deficientes em várias cidades do país e eles se apresentam em teatros, programas de televisão, hospitais e escolas. "Hoje recebemos elogios pela qualidade musical da nossa banda e não mais pelo espanto de conseguirmos tocar", comemora a coordenadora do Grupo Surdodum, a fonoaudióloga Ana Lúcia Soares, do Centro Integrado de Ensino Especial, em Brasília.

Obama assina Convenção e diz que toda criança com deficiência tem que estudar na escola perto de sua casa


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Na presença da Secretária de Estado Hillary Clinton, e de lideranças americanas com deficiência, o Presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, anunciou ontem que o país vai assinar a Convenção sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência.

Obama qualificou a Convenção, o primeiro tratado internacional do século XXI, de um documento “extraordinário”.

Em seu discurso, o Presidente norte-americano disse que está orgulhoso do progresso feito no país, mas não vai ficar satisfeito até que todo americano com deficiência esteja estudando na escola mais perto de sua casa da maneira que for melhor para ele.

O Presidente disse que se lembra das pessoas com deficiência todos os dias, ao passar pela rampa construída para a cadeira de rodas do Presidente Franklin Roosevelt. Naquela época, disse ele, medo e preconceito com relação às pessoas com deficiência era a norma, mas a maioria dos americanos nem sabiam que o Presidente Roosevelt tinha uma deficiência. Isso quer dizer, completou, que a maioria dos americanos também não sabiam que a deficiência de Roosevelt não prejudicou sua habilidade de recuperar o país. Roosevelt governou os EUA, enfrentando os efeitos da grande recessão e a Segunda Guerra Mundial durantte 4 mandatos. Faleceu no cargo no último deles.

Ele lembrou ainda de seu sogro, Fraser Robinson, já falecido, diagnosticado com esclerose múltipla na década de 1930. Segndo o Presidente, ele nunca reclamou, nunca buscou tratamento especial e nunca perdeu um dia de trabalho, embora precisasse usar duas bengalas para se locomover. Robinson, disse Obama, fez tudo isso e mais, antes da legislação americana, ADA (Americans with Disabilities Act) existir, um dos herós silenciosos que mostraam que pessoas com deficiência podem contribuir integralmente para sociedade, apesar da falta de reconhecimento dos outros.

O ato foi realizado no aniversário de 19 anos da ADA. O Presidente instruiu a Embaixadora dos EUA junto à ONU a assinar o documento. O tratado precisa ainda ser ratificado pelo Senado americano. 140 países já assinaram a Convenção. O Brasil está entre os 60 países que já ratificaram o documento. O tratado, que é válido no país desde agosto de 2008, foi o primeiro a ganhar status constitucional no país.

Íntegra do discurso do Presidente, em inglês:

Today we celebrate the 19th anniversary of the enactment of the historic Americans with Disabilities Act (ADA). Signed into law on July 26, 1990, this landmark legislation established a clear mandate against discrimination on the basis of disability so that people with disabilities would have an equal opportunity to achieve the American Dream.

Our Nation is once again poised to make history for people with disabilities. I am proud to announce that the United States will sign the United Nations Convention on the Rights of Persons with Disabilities, adopted by the United Nations General Assembly in New York on December 13, 2006. The Convention is the first new human rights convention of the 21st century adopted by the United Nations, and it represents a paradigm shift in protecting the human rights of 650 million people with disabilities worldwide. We proudly join the international community in further advancing the rights of people with disabilities.

As we reflect upon the past and look toward a brighter future, we recognize that our country has made great progress. More than ever before, Americans with disabilities enjoy greater access to technology and economic self-sufficiency. More communities are accessible, more children with disabilities learn alongside their peers, and more employers recognize the capabilities of people with disabilities.

Despite these achievements, much work remains to be done. People with disabilities far too often lack the choice to live in communities of their choosing; their unemployment rate is much higher than those without disabilities; they are much likelier to live in poverty; health care is out of reach for too many; and too many children with disabilities are denied a world-class education.

My Administration has met these challenges head-on. We have launched the “Year of Community Living” to help people with disabilities live wherever they choose. We have nearly doubled the funding for the Individuals with Disabilities Education Act. I was proud to sign the groundbreaking Christopher and Dana Reeve Paralysis Act and the Children’s Health Insurance Reauthorization Act, which provides health insurance to millions of additional children. I also lifted the ban on stem cell more research. These measures demonstrate our commitment to leveling the playing field for every person with a disability. My Administration will not rest on these accomplishments, and we will continue to focus on improving the lives of people with disabilities. I encourage States, localities, and communities across the country to cultivate an environment in which the 54 million Americans living with a disability are valued and respected.

Americans have repeatedly affirmed the importance of protecting the human rights and dignity of every member of this great country. Through the steps we have taken, we will continue to build on the ADA and demonstrate our ongoing commitment to promoting, protecting, and ensuring the full enjoyment of all human rights and fundamental freedoms by people with disabilities.

NOW, THEREFORE, I, BARACK OBAMA, President of the United States of America, by virtue of the authority vested in me by the Constitution and laws of the United States, do hereby proclaim July 26, 2009, as the Anniversary of the Americans with Disabilities Act. I call on Americans across our country to celebrate the progress we have made in protecting the civil rights of people with disabilities and to recognize the step forward we make with the signing of the United Nations Convention on the Rights of Persons with Disabilities. Inspired by the advances of the last 19 years, let us commit to greater achievements in the years ahead.

IN WITNESS WHEREOF, I have hereunto set my hand this twenty-fourth day of July, in the year of our Lord two thousand nine, and of the Independence of the United States of America the two hundred and thirty-fourth.

BARACK OBAMA

Íntegra da notícia, em inglês e notícias relacionadas:

http://blogs.abcnews.com/politicalpunch/2009/07/obama-not-satisfied-with-progress-made-on-disabilities.html

http://www.google.com/hostednews/ap/article/ALeqM5hB-hcgJ7mICED5LMhgq6qxrmXUEgD99L4G900

http://content.usatoday.com/communities/theoval/post/2009/07/68495367/1

ANÕES - CONHEÇA A CIDADE DOS ANÕES - ITABAIANINHA - SERGIPE

VEJAM MAIS SOBRE ANÕES EM : http://www.google.com.br/search?hl=pt-BR&q=

http://veja.abril.com.br/070499/p_074.htmlitabaianinha+anões&meta=&aq=4&oq=ITABAIANINHA

Aperfeiçoamento de Professores - ano oferece mais de 50 mil vagas em cursos de licenciatura

Vejam mais sobre Aperfeiçoamento de Professores - ano oferece mais de 50 mil vagas em cursos de licenciatura em : http://images.google.com.br/imgres?imgurl=http://drricardoteixeira.files.wordpress.com/2009/07/child.jpg&imgrefurl=http://consciencianodiaadia.com/&usg=__pEdVKdRm_usfqXxTpCd5Ms4Cmd4=&h=783&w=1032&sz=67&hl=pt-BR&start=14&tbnid=M-qiNk62Zxu5cM:&tbnh=114&tbnw=150&prev=/images%3Fq%3D%2522transtorno%2Bde%2Bdeficit%2Bde%2Baten%25C3%25A7%25C3%25A3o%2Be%2Bhiperatividade%2522%26gbv%3D2%26hl%3Dpt-BR%26sa%3DG

CONHEÇAM A PLATAFORMA FREIRE EM ( PLANO NACIONAL DE FORMAÇÃO DE PROFESSORES : http://portal.mec.gov.br/dmdocuments/folheto_plataformafreire.pdf

Professor, se você ainda não é formado em curso de licenciatura ou dá aula de uma
matéria diferente de sua área de formação,inscreva-se para uma vaga no Plano Nacional
de Formação do Professor da Rede Pública.
Em 2009, o Ministério da Educação,juntamente com estados, municípios,
universidades e institutos federais, oferece52.894 vagas neste semestre nas modalidades presenciais e a distância. Veja a seguir como se candidatar a uma dessas vagas.

O que é a Plataforma Paulo Freire?
A Plataforma Paulo Freire é um sistema desenvolvido pelo Ministério da Educação para que o professor faça sua pré-inscrição em cursos de graduação e pós-graduação, ofertados gratuitamente por mais de 90 instituições de ensino em todo o país. Nela você também pode cadastrar seu currículo e mantê-lo atualizado. A ferramenta faz parte do Sistema Nacional de Formação de Professores.

Quem pode se inscrever para fazer esses cursos?
Qualquer professor em exercício da rede pública estadual ou municipal.

Já tenho uma graduação. Posso fazer outra?
Sim, se você estiver lecionando fora de sua área de formação. Por exemplo, se você se formou em física, mas dá aula de matemática, poderá se inscrever num curso de licenciatura em matemática.
Como faço minha pré-inscrição?
O primeiro passo é acessar a plataforma no endereço www.mec.gov.br.
Em seguida você vai clicar no “Plano Nacional de Formação do Professor da Rede Pública”. Faça seu cadastro. Na primeira tela, clique em “Primeiro
acesso à Plataforma Freire”.
A próxima tela pedirá seu CPF.

Em seguida, clique em “Acessar o Sistema”.
A partir daí, escolha a opção “Já sou cadastrado”.

O sistema solicitará que você digite as letras que aparecem na imagem,
por uma questão de segurança.

As inscrições vão até quando?
Até o final do mês de julho de 2009 para as inscrições deste ano.
Mas a plataforma vai oferecer vagas até 2011 e por isso fica aberta de forma
permanente até lá. As inscrições para os próximos anos – 2010 e 2011 –
serão feitas a cada semestre. Assim, a plataforma vai oferecer vagas
no primeiro e no segundo semestre de 2010 e de 2011.

Todas as informações solicitadas durante o cadastro são obrigatórias?
Não. Somente as que possuem asteriscos em vermelho.

Como sei que o processo de cadastro foi finalizado corretamente?
Você deve clicar em salvar, quando aparecer a página inicial
da plataforma.

O sistema vai pedir novamente seu CPF e solicitar a criação de uma senha (com quatro letras e dois números), além da autenticação de seu cadastro.

Já me cadastrei e não consigo fazer a minha pré-inscrição.O que faço?
Verifique se você já preencheu o seu currículo, incluindo a atuação
profissional e a formação acadêmica, itens obrigatórios. Procure esclarecer
suas dúvidas no item “Ajuda”, na página inicial da plataforma.

Não tenho todas as informações solicitadas.Vou conseguir fazer a pré-inscrição?

Sim. Mas é obrigatório preencher dois itens: Formação e Atuação
Profissional. Procure preencher seu currículo de forma clara e objetiva. Declare
somente dados comprovadamente verdadeiros e corretos. Se você não tiver alguma informação, não tem problema, pois poderá dar continuidade ao seu
procedimento de pré-inscrição.

Como faço alterações no currículo?

Para fazer qualquer alteração você precisa fazer “login”, isto é, entrar com o seu CPF e senha. Você poderá incluir ou modificar registros a qualquer
momento e enriquecer o conteúdo do seu currículo.



Já me cadastrei no sistema e preenchi o currículo.
Como faço a pré-inscrição?
Entre na plataforma com seu CPF e senha. Em seguida, clique no menu
superior no ícone “Cursos Disponíveis Pré-Inscrição”.


Os cursos são ofertados de que forma?
Nas modalidades presencial e a distância. No momento da pré-inscrição, é importante observar em qual dessas modalidades o curso é oferecido e fazer sua opção.
Quando ficarei sabendo se farei o curso?
Você pode acompanhar o andamento do processo na própria plataforma, ou será avisado por email ou pela secretaria estadual ou municipal.
Em quantos cursos posso me inscrever?
Você pode se inscrever em até três cursos.
Posso me inscrever em um curso que não tem mais vagas?
Sim, porque pode haver desistências.

TRANSTORNO DE DEFICIT DE ATENÇÃO E HIPERATIVIDADE - T D A H - VOCE SABE O QUE É?



BIBLIOGRAFIA DISPONIVEL NO BRASIL: http://images.google.com.br/imgres?imgurl=http://www.hiperatividade.com.br/upimgs/distraido&imgrefurl=http://www.hiperatividade.com.br/print.php%3Fsid%3D28&usg=__CY4i4dmRE3XrG9SeV9b5RHC7Ro4=&h=424&w=518&sz=94&hl=pt-BR&start=13&tbnid=GTNrk2wI_wjgoM:&tbnh=107&tbnw=131&prev=/images%3Fq%3D%2522transtorno%2Bde%2Bdeficit%2Bde%2Baten%25C3%25A7%25C3%25A3o%2Be%2Bhiperatividade%2522%26gbv%3D2%26hl%3Dpt-BR%26sa%3DG















VEJAM MAIS SOBRE TRANSTORNO DE DEFICIT DE ATENÇÃO E HIPERATIVIDADE - T D A H - VOCE SABE O QUE É? Em:
http://images.google.com.br/images?gbv=2&hl=pt-BR&sa=1&q="transtorno+de+deficit+de+atenção+e+hiperatividade"&btnG=Pesquisar+imagens&aq=f&oq=





O transtorno de déficit de atenção e hiperatividade (TDAH), de acordo com a quarta edição do Manual Diagnóstico e Estatístico de Transtornos Mentais(DSM IV) , caracteriza-se por um padrão persistente de desatenção e/ou hiperatividade, mais freqüente e severo do que aquele tipicamente observado em indivíduos em nível equivalente de desenvolvimento.

Estima-se que 5 a 13% das crianças em idade escolar apresentem o diagnóstico de TDAH, sendo a freqüência no sexo masculino maior do que no feminino. Na maioria dos casos, o transtorno acompanha o indivíduo por toda a vida. As causas ainda são desconhecidas, embora, seja amplamente aceita a influência de fatores genéticos e ambientais no seu desenvolvimento.

De acordo com a literatura atual, os sintomas do TDAH são originados por problemas no funcionamento cerebral – especialmente do córtex pré-frontal, parietal posterior e conexões com o circuito subcortical. Barkley (2002) afirma que o déficit central ocorre devido falha na inibição comportamental e, como conseqüência, nas demais funções executivas (memória de trabalho, planejamento, auto-regulação de motivação, resolução de problemas e antecipação) do indivíduo. Tal falha seria a principal responsável pelos sintomas de hiperatividade, desatenção e impulsividade.

Em relação aos sintomas do transtorno, desde os primeiros anos de vida, verificam-se alterações no desenvolvimento das crianças. Em alguns estudos, mães de crianças com TDAH relatam que seus filhos se mexiam muito durante a gestação: quando bebês, mostravam-se mais irritadiços, chorando e acordando várias vezes durante a noite. Em alguns casos, tal comportamento pode passar despercebido pelos pais, no entanto, ao ingressar na escola, mesmo os casos mais leves tendem a se tornar evidentes em função das demandas escolares.

Essas crianças têm dificuldades para manter atenção em atividades muito longas, repetitivas ou que não lhes sejam interessantes. Elas são facilmente distraídas por estímulos do ambiente externo, mas também se distraem com os próprios pensamentos – parecem dormir acordadas. São comuns as mudanças de uma tarefa para outra, antes que sejam devidamente finalizadas. Nas provas, são visíveis os erros por distração, além da desorganização e demora na sua realização. Além disso, é comum demonstrarem impaciência, interrupção freqüente ou intrusão em assuntos de terceiros, dificuldade para adiar respostas e aguardar sua vez.

As características clínicas do TDAH variam. Contudo, de modo geral, as mais comuns são: hiperatividade, comprometimento percepto-motor, instabilidade emocional, déficit da coordenação motora, distúrbio de atenção, impulsividade e dificuldades específicas do aprendizado. Além destes, é comum que crianças e adolescentes com o diagnóstico do transtorno apresentem problemas no relacionamento interpessoal, conflitos familiares, baixo rendimento escolar e, conseqüentemente, baixa auto-estima.

Neste sentido, faz-se necessária adequada avaliação diagnóstica e intervenção precoce. O processo diagnóstico, que é essencialmente clínico, inclui desde o preenchimento dos critérios para TDAH do DSM-IV e avaliações complementares, até coleta de dados com os pais e professores. Em relação ao tratamento administrado, o ideal é que envolva diversos profissionais, de acordo com as necessidades da criança e sua família. Intervenções cognitivo-comportamentais, orientações a familiares e educadores e medicações específicas têm sido utilizadas com sucesso nos casos de transtorno do déficit de atenção e hiperatividade.

O Transtorno de Déficit de Atenção e Hiperatividade (TDAH) tem sido bastante explorado entre as crianças e só recentemente passou também a ser melhor entendido nos adultos. Estima-se que cerca de 60% das crianças com diagnóstico de TDAH continuam a apresentar os sintomas (desatenção, inquietude, impulsividade) durante a adolescência e idade adulta e pesquisas revelam que os adultos podem ter significativo prejuízo no seu desempenho no trabalho.

Um grande estudo realizado pela Organização Mundial da Saúde em dez países revelou que 3.5% dos adultos entre 18 e 44 anos inseridos no mercado de trabalho podem ser classificados como portadores de TDAH. Esses indivíduos apresentavam mais absenteísmo e menos desempenho no trabalho quando comparados a indivíduos sem TDAH. Apesar de apenas uma minoria ter história de receber tratamento específico, uma grande proporção era tratado por outros transtornos mentais, considerados como comorbidades: transtornos que são mais comuns entre os que têm diagnóstico de TDAH do entre aqueles sem TDAH. Os resultados dessa pesquisa foram recentemente publicados no periódico Occupational and Environmental Medicine.

A pesquisa chama à atenção que programas para identificação e tratamento de indivíduos com TDAH no ambiente de trabalho podem ter uma boa relação custo-benefício para o empregador, por conta de uma potencial melhora no desempenho no trabalho.

Para Saber Mais
BARKLEY, R.A. Transtorno de déficit de atenção e hiperatividade: guia completo para pais, professores e profissionais da saúde. Porto Alegre: Artmed, 2002.
FIRST, M. B. et al. Manual de diagnóstico diferencial do DSM-IV-TR. Porto Alegre: Artmed, 2004.
ROHDE, L.A.; MATTOS, P. & cols. Princípios e práticas em transtorno de déficit de atenção e hiperatividade. Porto Alegre: Artmed, 2003.
ARRUDA, M.A. Levados da Breca - um guia sobre crianças e adolescentes com o Transtorno do Déficit de Atenção e Hiperatividade. Instituto Glia: Ribeirão Preto, 2006.

PARAOLÍMPICOS DO FUTURO - VOCE CONHECE ESTE MAGNÍFICO PROJETO DO COMITÊ PARAOLIMPICO BRASILEIRO









VEJAM VÍDEOS E INFORMAÇÕES SOBRE O PROJETO PARAOLIMPICOS DO FUTURO,DO COMITE PARAOLIMPICO BRASILEIRO EM:

http://www.informacao.srv.br/cpb/htmls/paginas/projeto/projeto.html

1O MODALIDADES PARAESPORTIVAS :


Introdução Atletismo Basquete Bocha Futebol Goalball Judô Natação Tênis em cadeira Tênis de mesa

Autismo necessita de diagnóstico preciso

















VEJAM MAIS SOBRE Autismo necessita de diagnóstico preciso EM:
http://agenciainclusive.wordpress.com/2009/07/24/autismo-necessita-de-diagnostico-preciso/


Alguns definem o autismo como distúrbio, outros como disfunção; independente do conceito, este tema merece mais visibilidade

REPORTAGEM: MAIKON SOARES

Médicos acreditam que o autismo é um distúrbio neurobiológico que repercute no comportamento do paciente, que pode apresentar problemas de sociabilidade, isolamento intenso e, em alguns casos, agressividade. Não se trata de uma síndrome mental e tem vários graus, podendo ser confundido com outras enfermidades.

A dificuldade de diagnóstico e a falta de divulgação sobre o tema comprometem a qualidade de vida dos portadores da síndrome. Por isso, profissionais da área afirmam que é necessária uma série de cuidados, tanto para o portador quanto para a família.

De acordo com a Associação Brasileira de Autismo (Abra), a doença é um distúrbio congênito caracterizado por alterações no desenvolvimento infantil. Ela se manifesta nos primeiros meses de vida, caracterizado pelo retrocesso nas relações interpessoais e diversas alterações de linguagem e de movimentos. Algumas crianças autistas entre 4 e 5 anos são capazes de repetir as coisas que lhes são oferecidas, o que, no entanto, não significa um ato de comunicação.

Segundo informações da Associação dos Amigos Autistas (AMA), o autismo se define como um transtorno global caracterizado por um desenvolvimento anormal ou alterado, manifestado na criança antes dos 3 anos. O distúrbio apresenta uma perturbação característica do funcionamento das interações sociais, da comunicação, do comportamento focalizado e repetitivo. Além disso, o transtorno é acompanhado por outras manifestações inespecíficas, como fobias, perturbações de sono ou da alimentação, crises de birra ou auto-agressividade.

Para a psicóloga e uma das responsáveis pelo Centro Ocupacional de Londrina (COL), Adriana Von Stein, a criança com autismo necessita ser trabalhada. Ela lembra que a criança portadora da doença é bem detalhada e precisa de adaptação não só delas, mas da sociedade de um modo geral.

A psicóloga diz que há barreiras a serem quebradas, sendo a principal delas o preconceito. Para ela, a sociedade está acostumada com aquele autista clássico dos filmes hollywoodianos, que vive no seu próprio mundo, que tem uma aptidão maior em uma determinada área. Segundo Adriana, a maior dificuldade para trabalhar com o autista se dá quando alguém quebra a rotina dos portadores.

Ela ressalta que a sociedade pode auxiliar uma criança autista simplesmente respeitando seu espaço. “A primeira coisa é ter conhecimento sobre o assunto. Não descrimine, vá primeiro saber o que é o autismo. Respeite seu mundo, leia, aprenda o básico. E, acima de tudo, dê oportunidades”, enfatiza.



Comunidade do Orkut troca experiências

A reportagem do jornal Na Íntegra entrevistou a carioca Cláudia Marcelino. Ela tem um filho com autismo e reconhece que sua tarefa é árdua, já que, segundo ela, é muito difícil lidar com o preconceito das pessoas. “As pessoas acham que meu filho é mal educado, mimado, sem limites. Como ele não apresenta feições que denunciem sua condição, a maioria das pessoas olha atravessado”, explica.

No site de relacionamentos Orkut, Cláudia narra a rotina e as conquistas de seu filho Maurício, de 16 anos. Ela mantém contato com outras mães de todo o Brasil com novidades sobre o autismo. Ela pede às mães que estudem muito o caso dos filhos, que participem de grupos de apoio e que usem a Internet, que, segundo ela, é a maior e a melhor fonte de informação sobre o assunto.

Assim como Cláudia, existem pelo país e pelo mundo, outras mães que também passam pelos mesmas situações. É o caso da bióloga Eloah Antunes, vice-presidente da Associação em Defesa ao Autista (Adefa). Seu filho, Luan, de 7 anos, é autista.

Eloah desconfiou que o filho era autista ao ver o garoto dar cabeçadas nas paredes, não atender aos chamados das pessoas e também apresentar constantes problemas de saúde. Ela começou uma série de estudos e pesquisas acerca do autismo, alegando que alguns neurologistas diziam que a criança apresentava, somente, traumas psicológicos.

Eloah Antunes, juntamente com outras mães que passam pela mesma situação, acredita que mesmo no Brasil as pesquisas e estudos sobre o assunto estão fazendo engatinhar a aceitação de que a doença tem cura.



Autismo pede tratamento individualizado

Cláudia e Eloah trabalham pela disseminação das novidades relacionadas ao autismo. Através de sites de relacionamentos, e-mail e conversas informais, elas mantêm contatos com mães de todo o país divulgando informações novas sobre o tema. “Já traduzi reportagens americanas inteiras e depois repassei às mães para que tomassem nota e repassassem às outras”, conta Cláudia.

Existem profissionais da saúde que estão divulgando tratamentos biomédicos e terapeutas, anunciando terapias direcionadas para autistas. “Estão tomando conhecimento de que o autismo é uma síndrome metabólica e que cada criança é única dentro deste universo. Então o tratamento deverá ser individualizado”, analisa Eloah Antunes.

Geneticistas clínicos americanos revelaram que o autismo pode ser considerado curável. Tratamentos que vêm dando resultado nos Estados Unidos e que lentamente chegam ao Brasil incluem dietas, reposição vitamínica (com substâncias importadas), terapias comportamentais, entre outros processos.

Recentemente, pesquisa publicada na revista científica Neuropsychology Review atestou que até 25% de crianças autistas tratadas adequadamente ficaram livres de todos os sintomas que as caracterizavam como portadoras da doença.

Por muitos anos considerada uma doença neurológica incurável, o autismo, de acordo com novas pesquisas americanas, é uma síndrome ligada a diversos fatores que influenciam diretamente na sua manifestação. De alergias alimentares à falta de capacidade de eliminar metais pesados do organismo, os fatores que contribuem para o aparecimento do autismo são diversos.

______________________

Serviço: Na internet:

www.autismo.com.br;

www.autismo.org.br;
www.ama.org.br;
www.neuropediatria.org.br.

VEJAM VÍDEOS SOBRE O AUTISMO EM : gurl=http://1.bp.blogspot.com/_qqPOczG_I80/SH8wIwfQVvI/AAAAAAAAHCU/Z80GrtTL5Ts/s320/Autismo_s

Categorias: Autismo · Notícias · Publicações

quinta-feira, 23 de julho de 2009

Braille Fácil 3.1a















http://images.google.com.br/imgres?imgurl=http://intervox.nce.ufrj.br/brfacil/brfacil.gif&imgrefurl=http://intervox.nce.ufrj.br/brfacil/&usg=__YJjHuChmyFBQ4uJgy4Szw0L5ZNs=&h=244&w=300&sz=5&hl=pt-BR&start=199&tbnid=ZbVTpj1Xpl6sGM:&tbnh=94&tbnw=116&prev=/images%3Fq%3Dbr%2Bbraille%26gbv%3D2%26ndsp%3D20%26hl%3Dpt-BR%26sa%3DN%26start%3D180


Clique aqui para obter a versão 3.1a
que implementa comandos para dar maior segurança ao processo de revisão.


Braille Fácil


O programa Braille Fácil permite que a criação de uma impressão Braille seja uma tarefa muito rápida e fácil, que possa ser realizada com um mínimo de conhecimento da codificação Braille. Através do Braille Fácil, tarefas simples como impressão de textos corridos são absolutamente triviais.

O programa é composto de

editor de textos integrador
editor gráfico para gráficos táteis
pré-visualizador da impressão Braille
impressor Braille automatizado
simulador de teclado Braille
utilitários para retoque em braille
utilitários para facilitar a digitação
O texto pode ser digitado diretamente no Braille Fácil ou importado a partir de um editor de textos convencional. O editor de textos utiliza os mesmos comandos do NotePad do Windows, com algumas facilidades adicionais. Uma vez que o texto esteja digitado, ele pode ser visualizado em Braille e impresso em Braille ou em tinta (inclusive a transcrição Braille para tinta).

A digitação de textos especiais (como codificações matemáticas ou musicais) pode ser feita com o auxílio de um simulador de teclado Braille, que permite a entrada direta de códigos Braille no texto digitado. O editor possui ainda diversas facilidades que agilizam muito a inserção de elementos de embelezamento ou o retoque de detalhes do texto Braille. É possível a criação de desenhos táteis através de um editor gráfico simples.



Como instalar a versão




Pegue aqui o Braille Fácil 3.1a

A instalação é bem simples: execute o programa que foi baixado. Normalmente não é preciso alterar nada no processo de instalação, devendo-se clicar simplesmente em "avançar" a cada confirmação pedida.
Pegue aqui o Manual do Braille Fácil
Pegue aqui o Manual do Braille Pintor

Para antigos usuários do Braille Fácil

Pode instalar em cima da versão 3.0 ou anterior, não há problema.

Implementações introduzidas


Clique aqui para conhecer os detalhes da implementação do Braille Fácil 3.1

Clique aqui para conhecer os detalhes da implementação do Braille Fácil 3.0


Equipe responsável pelo desenvolvimento


Este programa foi criado por

José Antonio Borges
Geraldo José Chagas Jr.
Projeto Dosvox
Núcleo de Computação Eletrônica da UFRJ


Suporte técnico especializado para a criação das versões 3.0 e 3.1

Ana Cláudia da Silva Carneiro - Chefe do Departamento de Imprensa Braille do Instituto Benjamin Constant

Minoru Nagahashi - Responsável pela Informática da Imprensa Braille da Fundação Dorina Nowill

Carlos Ferreira - Consultor técnico do Ministério da Educação - Portugal


Homenagens especiais


O Prof. Jonir Bechara da Comissão Brasileira de Braille, foi o principal impulsionador do desenvolvimento do programa Braile fácil, e em particular um dos principais motivadores pela criação da versão do transcritor do Braille Unificado Brasil-Portugal, tendo gerado as orientações técnicas mais relevantes sobre o processo de transcrição durante o desenvolvimento deste programa.

Um agradecimento especial ao grupo de transcritores e revisores do Instituto Benjamin Constant e da Fundação Dorina Nowill, pelas críticas construtivas e testes exaustivos do sistema. Graças a estes dedicados e competentes grupos foi possível a criação de um programa bastante robusto e que dá solução para um número enorme de dificuldades inerentes ao processo de impressão Braille.

Nosso agradecimento ao empenho do Analista de Sistemas Carlos Ferreira, pela paciência com que conduziu a especificação dos novos requisitos do Braille Fácil para que este atendesse às características diferenciadas da impressão Braille em Portugal.


Quem é o detentor dos direitos sobre o Braille Fácil?


Os direitos autorais do programa Braille Fácil pertencem ao Instituto Benjamin Constant.

Este programa foi produzido com recursos provenientes do FNDE para os projetos do Livro Didático em braille e dos Centros de Apoio Pedagógico do MEC - Brasil.

Os recursos para as melhorias da versão 3.1a foram obtidas através de um contrato de desenvolvimento com a Fundação Dorina Nowill.

O Braille Fácil é distribuído gratuitamente.

Clique aqui para conhecer o projeto CAP

BRINQUEDOS E DIVERSOES PARA DEFICIENTES VISUAIS




















VEJAM MAIS SOBRE BRINQUEDOS E DIVERSOES PARA DEFICIENTES VISUAIS EM :

http://images.google.com.br/imgres?imgurl=http://www.carlu.com.br/sistema/images/0065%2520braille%2520sistema%2520quadro.jpg&imgrefurl=http://www.carlu.com.br/sistema/index.php%3FcPath%3D124%26osCsid%3D7241745e1b1f90e0db6451bc9d571928&usg=__B6dQWJLrv3YB9rtx3jL9JAYulxI=&h=390&w=390&sz=81&hl=pt-BR&start=109&tbnid=woh84X-EOv36EM:&tbnh=123&tbnw=123&prev=/images%3Fq%3Dbr%2Bbraille%26gbv%3D2%26ndsp%3D20%26hl%3Dpt-BR%26sa%3DN%26start%3D100
35 Itens (• Prateleira c/ Telhado • Teatro da Patota • Castelo da Leitura • Tapete Alfanumérico 36 peças • Casinha de Boneca 5 peças • Móveis p/ Casinha sem Personagem • Palhaço Bola • Cubo Tátil • Jogo de Argolas Liso • Bate-Martelo • Blocos Lógicos E.V.A. • Transtora • Quadro de Atividades • Dominó Adição • Dominó Subtração • Dominó Multiplicação • Dominó Divisão • Futebol de Pinos • Relógio Cuco • Loto Leitura • Loto Numérica • Pote c/ 72 letras E.V.A. • Pote c/ 40 Números E.V.A. • Memória Alfabetização • Memória Matemática • Mesa Oitavada Branca c/ 8 Cadeiras Coloridas • 2 Fantoches • Quebra-Cabeça Pato • Quebra-Cabeça Pata • Pequeno Engenheiro • Caixas Coloridas • Dado Grande • Rola-Rola • Multi-Race • Corrida Fixa)

LIVROS DA TURMA DA MONICA EM BRAILLE








VEJAM MAIS SOBRE LIVROS DA TURMA DA MONICA EM BRAILLE em: http://images.google.com.br/imgres?imgurl=http://www.monica.com.br/ingles/mural/images/braille2.jpg&imgrefurl=http://www.monica.com.br/mural/braille.htm&usg=__eQELo8bKobT6OHU--7Y6uQA65Bs=&h=359&w=280&sz=125&hl=pt-BR&start=86&tbnid=adox4cRo84lu2M:&tbnh=121&tbnw=94&prev=/images%3Fq%3Dbr%2Bbraille%26gbv%3D2%26ndsp%3D20%26hl%3Dpt-BR%26sa%3DN%26start%3D80

Braille Interpreter: um gadget que lê braile pra você














VEJAM MAIS SOBRE Braille Interpreter: um gadget que lê braile pra você EM :
http://images.google.com.br/imgres?imgurl=http://lh5.ggpht.com/_xG3zttKuvJY/SZr4LOlqCrI/AAAAAAAABHI/eCzwvX5I84s/braille_interpreter_2%255B7%255D.jpg&imgrefurl=http://in-antenado.blogspot.com/2009/02/braille-interpreter-um-gadget-que-le.html&usg=__q7NTT27XKGowbPXkEuZEOYqdnQc=&h=346&w=515&sz=38&hl=pt-BR&start=65&tbnid=8SEpzLh15c-EVM:&tbnh=88&tbnw=131&prev=/images%3Fq%3Dbr%2Bbraille%26gbv%3D2%26ndsp%3D20%26hl%3Dpt-BR%26sa%3DN%26start%3D60

Mais uma vez, a tecnologia entra em ação para facilitar a vida das pessoas. O designer Hyung Jin Lim criou o projeto de um leitor de braile portátil, que seria muito útil para deficientes visuais que por algum motivo, não conseguem ler ou interpretar o código braile da maneira convecional.

O Braille Interptreter é um gadget em formato de luva, que funciona da seguinte maneira: há um sensor localizado abaixo do dedo indicador, que ao ser deslizado pela superfície onde se encontra o código braile, ele identifica os caracteres, e envia as informações para o processador central, que transforma o dados em texto, para áudio. Automaticamente, o áudio é enviado para o fone de ouvido via bluetooth, e o usuário pode ouvir o texto falado, em formato de voz.

Software para portadores de deficiência visual













Software para portadores de deficiência visual
O deficiente visual tem várias ferramentas que podem auxiliar no seu dia-a dia, nos estudos e no lazer
Fonte: Grupo de Apoio ao Deficiente Visual

"BR Braille - Programa transcritor de textos em caracteres Braille para caracteres alfanuméricos em português.
(Nota SACI - O software BR Braille foi desenvolvido pela Faculdade de Engenharia Elétrica e de Computação da UNICAMP, e pode ser baixado gratuitamente pela Internet no site http://www.fee.unicamp.br/deb/brbraille/).
Braille Creator - Software que permite criar textos em Braille no computador com vários recursos e é compatível com as principais impressoras Braille no mercado.
(Nota SACI - www.micropower.com.br/dv/braille/index.asp)
Braille Fácil - Programa que permite digitar diretamente ou importar um texto de um editor de texto convencional para preparar textos que podem ser enviados para uma impressora braille.Dolphin - Esse software inclui um leitor de tela para cegos e um ampliador de tela para pessoas com visão subnormal.DOXVOX - primeiro programa de leitura de tela feito no Brasil, o DOSVOX é um sistema destinado a auxiliar o deficiente visual a fazer uso do computador através de um aparelho sintetizador de voz. O sistema foi desenvolvido no Núcleo de Computação da Universidade Federal do Rio de Janeiro e vem sendo aperfeiçoado a cada nova versão por programadores deficientes visuais. Para obter uma cópia gratuita do DOSVOX basta telefonar para (021) 2598-3198 e solicitar um cd gratuito do DOSVOX.
O CD será enviado por CECOGRAMA, e portanto gratuito. Entretanto, terá que enviar um CD para reposição.
(Nota SACI - A forma mais adequada de fazer a instalacao 3.1, que é a última versão do DOSVOX, e' baixando o kit mínimo DOSVOX e o executando. Ele faz tudo sozinho. Este kit deve ser copiado de http://intervox.nce.ufrj.br/dosvox/download.htm. A partir daí pode-se fazer todas as atualizações em http://intervox.nce.ufrj.br/upgrade)
Jaws - Considerado atualmente o leitor de tela mais popular do mundo, o Jaws for Windows da norte-americana Freedom Scientific possui um software de sintetizador de voz que utiliza a própria placa de som do computador. O Jaws roda em diversos idiomas, inclusive em português. O programa tem a capacidade de ler certos recursos de páginas de internet que outros programas do gênero não têm.
(Nota SACI - http://www.freedomscientific.com/ )
Openbook - É um dos softwares lideres de leitura OCR desenvolvido para os portadores de deficiências visuais. Pocket Voice - uma aplicação informática que, fazendo uso da linguagem pictórica, simbólica e do simples texto, possibilita ao utilizador reproduzir sonoramente o que não se consegue dizer por incapacidade física.
Desenvolvido pelo casal de programadores Carla Vieira Faria e Pedro Ivo Faria, o "software" em questão ganhou no ano transacto o concurso nacional da especialidade promovido pela Microsoft, sendo pelos criadores disponibilizado gratuitamente a quem precisa http://www.pocketvoice.com/ Slimware Window Bridge - Foi o primeiro programa de leitura de telas e recebeu um prêmio internacional em 1996 como uma contribuição importante para o desenvolvimento tecnológico.
(Nota SACI - http://members.tripod.com/slimprize/screen_readers.html)
Tecla Fácil - Esse programa permite o treinamento de técnicas de digitação com o uso de teclado alfanumérico e numérico do microcomputador por cegos e portadores de visão subnormal, de forma autônoma.
Teclado falado - Digita com sintetizador de voz. Virtual Vision - Outro programa leitor de tela brasileiro, o Virtual Vision foi desenvolvido pela MicroPower. O Virtual Vision é totalmente adaptado para o uso do sistema operacional Windows e seus aplicativos e não requer sintetizador de voz externo. O programa utiliza o Delta Talk, a tecnologia de síntese de voz que garante, segundo o seu fabricante, a qualidade de áudio como o melhor sintetizador de voz em português.
(Nota SACI - Para mais informações, consulte http://www.micropower.com.br)
WAT - IBM Web Adaptation Technology - Um navegador para pessoas com baixa visão, que pode ser configurado conforme a necessidade do usuário.
www.webadapt.org/ibm. A IBM, em parceria com a Rede SACI, tem um projeto de utilização e acompanhamento do software. Os interessados podem enviar um email para registrowat@saci.org.br e se inscrever no programa.Windows-Eyes - Outro programa de leitura de telas que inclui novos recursos importantes para facilitar o acesso à Internet para os deficientes visuais.
(Nota SACI - http://www.gwmicro.com/)"

VEJAM MAIS SOBRE AUXÍLIOS PARA DEFICIENTES VISUAIS NO EXCELENTE SITE DA BIBLIOTECA PÚBLICA DO PARANÁ :

http://images.google.com.br/imgres?imgurl=http://www.bpp.pr.gov.br/arquivos/Image/braile1.gif&imgrefurl=http://www.bpp.pr.gov.br/modules/conteudo/conteudo.php%3Fconteudo%3D26&usg=__TJ1ZaBkgsQ3jfCMe50ZLwQApJh8=&h=192&w=278&sz=11&hl=pt-BR&start=40&tbnid=dMHcOCdYydJHcM:&tbnh=79&tbnw=114&prev=/images%3Fq%3Dbr%2Bbraille%26gbv%3D2%26ndsp%3D20%26hl%3Dpt-BR%26sa%3DN%26start%3D20

quarta-feira, 22 de julho de 2009

"Educação Musical e Deficiência - Propostas Pedagógicas"







VEJAM MAIS EM : http://images.google.com.br/imgres?imgurl=http://my.opera.com/UliMobile/tags/show.pl%3Ftag%3Dleitura&imgrefurl=http://my.opera.com/UliMobile/blog/%3Ftag%3Dleitura%26startidx%3D36%26nodaylimit%3D1&usg=__LO4b2_t3iDVYvOauVqFnIwyTNGk=&h=48&w=40&sz=3&hl=pt-BR&start=15&tbnid=_uQ6eKBii0XuuM:&tbnh=48&tbnw=40&prev=/images%3Fq%3DAtraso%2BGlobal%2Bdo%2BDesenvolvimento%2BPsicomotor%26gbv%3D2%26hl%3Dpt-BR%26sa%3DG




VEJA O LIVRO MÚSICA E INCLUSÃO:
http://images.google.com.br/imgres?imgurl=http://www.musicaeinclusao.com.br/xmedia/theme/orange/img/logo.gif&imgrefurl=http://www.musicaeinclusao.com.br/%3F/Livros/Livro-Educacao-Musical-e-Deficiencia-propostas-pedagogicas2&usg=__vefXtTKt3LEb7P1oqaj2yt7tW1U=&h=72&w=250&sz=5&hl=pt-BR&start=4&tbnid=HdOaMETeGkPYfM:&tbnh=32&tbnw=111&prev=/images%3Fq%3D%2522educa%25C3%25A7%25C3%25A3o%2Bmusical%2Be%2Bdefici%25C3%25AAncia%2522%26gbv%3D2%26hl%3Dpt-BR%26sa%3DG

Cada pessoa é única no mundo. Mesmo gêmeos univitelinos, criados pelas mesmas pessoas, com base nos mesmos princípios e freqüentando os mesmos lugares, vão se desenvolver de formas diferentes visto que, o modo como as informações são absorvidas e interpretadas é particular a cada indivíduo. Mesmo assim, há fatores comuns às pessoas em relação ao desenvolvimento. Em princípio todos passam, ou deveriam passar, pelas mesmas fases no que tange à maturação do sistema cortical e sua representação nos aspectos físicos, motores, sensoriais e psicológicos.

Grande parte do desenvolvimento humano ocorre nos primeiros anos de vida através da coordenação das ações sensório-motoras, ou seja, através do perceber, se relacionar e construir uma imagem interna do mundo exterior. O desenvolvimento, principalmente da inteligência, depende das vivências que a pessoa trava com o mundo externo. Sendo assim, a relação corpo-movimento-sentidos é de crucial importância para o amadurecimento global do homem, para que ele possa assumir-se como ser no mundo e assim construir sua estória. Esse processo de evolução, em princípio, natural a todos, é o que conhecemos por psicomotricidade, ou seja: relação entre o pensamento e a ação, envolvendo também a emoção (Nascimento e Machado 1986). Sem o suporte psicomotor o pensamento não pode ter acesso aos símbolos e à abstração, isto é, a psicomotricidade é essencial para a construção dos conceitos e aquisição da aprendizagem.

Alves (2003) conceitua:

Psicomotricidade é a integração psiquismo motricidade. [...] Motricidade pode ser definida como resultado da ação do sistema nervoso sobre a musculatura, como resposta à estimulação sensorial. Enquanto que o psiquismo poderia ser considerado como o conjunto de sensações, percepções, imagens, pensamento e afeto.

De uma forma mais didática podemos colocar:

PSI - CO - MOTRIC - IDADE

psi | Psicológico (emocional)
co | Cognitivo (intelectual)
motic | Motor (físico)
idade | Idade (fases do desenvolvimento)


Ou seja, psicomotricidade é a relação entre os aspectos psicológicos emocionas, a cognição e a ação motora frente às fases do desenvolvimento do ser humano desde a fecundação até o fim de sua vida. É a relação entre o QUERER FAZER (Psicológico – vontade); SABER FAZER (Cognição – mental) e PODER FAZER (capacidade motora de realização).

Atraso Global do Desenvolvimento Psicomotor

















VEJAM MAIS SOBRE Atraso Global do Desenvolvimento Psicomotor em :
http://edif.blogs.sapo.pt/19654.html
http://necessidadesespeciais.blogs.sapo.pt/
Definição:O Atraso Global do Desenvolvimento Psicomotor pode ser definido como um atraso significativo em vários domínios do desenvolvimento, nomeadamente ao nível da motricidade fina/grosseira, da linguagem, da cognição, das competências pessoais e sociais, das actividades da vida diária, etc.

Características:

- Heterogénea na etiologia e no perfil fenótipico;

- Prevalência desconhecida mas estimada em entre 1 e 3% das crianças com menos de 5 anos de idade;

- Atraso significativo que se situa 2 desvios padrão abaixo da média (dentro da mesma idade) – QI igual ou inferior a 70%.

Intervenção:

Numa primeira fase, a intervenção deve ser efectuada pelo médico comunitário que acompanha a criança, para posteriormente se estabelecer o diagnóstico de um atraso ao nível do desenvolvimento.

O diagnóstico é difícil de efectuar devido à grande variação que existe nas aquisições entre as crianças ditas “normais”. Por outro lado, existem alguns receios por parte dos pais da criança e médicos que dificultam o processo de intervenção, nomeadamente: receio dos pais em aceitar e descrever a situação do seu filho e receio do médico em confrontar os pais com a situação dos seus filhos.

O diagnóstico revela-se eficaz se este for resultante da avaliação do desenvolvimento infantil com vigilância contínua, através da monitorização das áreas de desenvolvimento.

Ao contrário, o diagnóstico não é eficaz se resultar de um procedimento de rastreio, que consiste numa consulta específica, tendo em conta a idade, a evolução do peso, o crescimento, o perímetro craniano, entre outros.

Deve então existir um esforço no sentido de detectar alterações do desenvolvimento o mais precocemente possível através da - intervenção precoce – apesar da maioria dos problemas cognitivos se detectarem só com a entrada para a escola (dislexia, discalculia, etc.).

Esta intervenção auxiliará as crianças e as famílias a encontrarem um equilíbrio justo de expectativas e de estimulação adequada.

Sinais de Alerta:
Motricidade grosseira: não rebola, não puxa, não fica de pé, não anda em linha, …

Motricidade fina: não segura, não junta as mãos, não faz construções, tem dificuldades de preensão, …

Linguagem: não palra, não diz palavras, não constrói frases, não compreende, não fala de um modo inelegível, …

Cognição: não procura, não se interessa por jogos, não categoriza semelhanças, não sabe o nome próprio ou apelido, não sabe contar, não sabe as cores ou qualquer letra, …

Psicossocial: não ri, não estranha, não se consola nem aceita mimos, agride sem provocação, não brinca com outras crianças, …

Diagnóstico Clínico:

Existem dois níveis de diagnóstico: diagnóstico etiológico e diagnóstico descritivo, que visam o acompanhamento clínico e a terapêutica subsequente.

Diagnóstico Descritivo:

Dimensões de descrição:

- Capacidades cognitivas e do comportamento adaptativo;

- Os factores etiológicos e da patologia orgânica associada;

- Aspectos comportamentais, psicológicos e emocionais;

- Condições ambientais de enquadramento sócio-familiar
Artigo completo em : http://edif.blogs.sapo.pt/19654.html

Niveis e Tipos de Deficiência Mental

VEJAM MAIS SOBRE Niveis e Tipos de Deficiência Mental em : http://edif.blogs.sapo.pt/568.html
INTRODUÇÃO
O significado do termo educação alicerça as suas origens no Latim. Dentro desta etimologia, educação significa: criar, alimentar, extrair, conduzir, ou seja, o termo contém a ideia de um desenvolvimento dirigido que se processa em função das virtualidades endógenas mas condicionadas pelos seus contributos exógenos.
Este desenvolvimento processa-se em função das crianças e para que estas possam beneficiar de um ensino de qualidade e justo é imprescindível que os professores proporcionem um ensino individualizado, variando estratégias e diversificando metodologias.
Esta condição torna-se mais exigente se a acção do professor se dirigir a crianças com deficiência. Cabe então ao professor analisar todo o contexto escolar, social e familiar, no sentido de promover a diferenciação pedagógica e assegurar, de facto, a inclusão de crianças diferentes.
A escola do ensino regular abarca uma diversidade de alunos que devido às suas características heterogéneas dificultam o, já por si, difícil processo de ensino/aprendizagem. Não obstante, a diferenciação pedagógica a par da individualidade que tem o Projeto Curricular de Turma, assim se pretende, deverão constituir-se como factores facilitadores quer do processo de ensino/aprendizagem, quer da integração e, consequentemente, da inclusão da criança diferente.
Numa altura em que, cada vez mais, se fala em escola inclusiva, é imperioso que esta instituição, na pessoa do professor e dos demais funcionários, esteja preparada para trabalhar com a diversidade de alunos que a frequentam.
É necessária uma mudança ao nível de mentalidades no que concerne à comunidade escolar mas também à comunidade em geral.
Como tal, é fundamental que se aposte na formação dos professores e dos demais funcionários/técnicos que participam no processo educativo da criança/jovem, especialmente quando se trata de crianças com Necessidades Educativas Especiais (NEE).
Dentro do grupo de alunos com NEE incluem-se os alunos com deficiência Mental, aos quais nos reportaremos ao longo do nosso trabalho.
SEGUE: Vide Home Page... http://edif.blogs.sapo.pt/568.html

HOMOLOGAÇÃO NÚMERO 13 - Resolução No 13 do Conselho Nacional de Educação


Exmo Sr Fernando Haddad
Ministro da Educação

Nós, abaixo-assinados, cidadãos brasileiros, entidades em defesa das
pessoas com deficiência, organizações sociais e educacionais, solicitamos ao
Ministério da Educação a imadeiata homologação da Resolução No. 13 do
Conselho Nacional de Educação, um avanço inequívoco em direção a uma
sociedade justa, inclusiva e com cidadania para TODOS.


> Acreditamos que a educação inclusiva é base para a autonomia e para a vida
> independente e consideramos que o direito todo aluno de estudar na classe
> comum da escola regular é um direito dele; constitui obrigação da família,
> da sociedade e do Estado. A proposta de manter a educação segregada para
> crianças, adolescentes e jovens implica em abrir mão de um direito
> constitucional, dispondo de um direito que, por natureza, é definido como
> indisponível.
>
> Falar em educação não implica tratar apenas do hoje, mas também do amanhã
e
> do futuro de pessoas com deficiência que um dia deixarão de ser alunos e
que
> devem ter o direito de viver em sociedade e fazer suas próprias escolhas.
> Devem também ter direito de acesso aos apoios quando necessário, à saúde,
à
> cultura, ao trabalho, ao lazer, ao envelhecimento com dignidade e ao pleno
> exercício da cidadania.
>
> Lutamos e exigimos que na escola comum as pessoas com deficiência sejam
> atendidas em suas especificidades . Mas não vamos consentir que, sob o
> pretexto das "dificuldades do convívio e de apoios, da falta de
capacitação
> e da dificuldade de aprendizado" e até mesmo de possíveis falhas –
> considerando que esta é uma mudança de paradigma para a escola e a
sociedade
> - que os retrocessos aconteçam, com a tentativa de manter a política de
> segregação.
>
> Entendemos a importância do Atendimento Educacional Especializado,
> fortalecido pelo Decreto nº 6.571, de 17 de setembro de 2008, que acontece
> necessariamente no contraturno atendendo às especificidades dos alunos com
> deficiência, assim como o Parecer nº 13/2009,que fortalece ainda mais o
AEE
> e a Educação Inclusiva, direito indisponível e inquestionável garantido
pela
> Constituição Federal nos art. 205, 206 e 208 e pelo art. 24 da Convenção
> sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência, ratificada pelo Brasil
> através do Decreto legislativo 186/2008, com status de emenda
> constitucional.
>
> É importante considerar que, assim como a sociedade, a escola deve servir
a
> todos (as) e levar em conta que a educação é essencial na vida de qualquer
> pessoa, bem como a convivência e o rompimento das barreiras do preconceito
> que os alunos com deficiência enfrentam. Quanto menor o convívio, mais as
> pessoas com deficiência serão consideradas como "especiais", que pertencem
a
> um mundo à parte. Agindo desta forma, mais dificuldades deixaremos como
> legado para seu futuro, quando não mais estaremos presentes.
>
> Acreditamos que é justamente para evitar discriminar e segregar que a
nossa
> Lei Maior garante esse direito que se traduz em dever para a família,
> sociedade e Estado, assim como a Convenção sobre os Direitos das Pessoas
com
> Deficiência, que vigora no território nacional com valor de Emenda
> Constitucional garante a inclusão plena para pessoas com deficiência desde
o
> seu nascimento.
>
> Defendemos a inclusão total e incondicional de todas as pessoas em todos
os
> contextos sociais e o direito de serem beneficiárias dos bens públicos e
> privados.
>
> Defendemos o processo de transformação da sociedade para atender a
> singularidade humana e a pluralidade cultural, o que implica em rupturas e
> mudanças políticas, econômicas e sociais.
>
> Defendemos a cultura da diversidade em oposição a cultura do preconceito,
> com base nos direitos humanos fundamentais de igualdade, participação,
> solidariedade e liberdade.
>
> Defendemos a cultura da diversidade na educação não como busca do melhor
> modelo educativo individual ou de adaptações curriculares, mas da
construção
> de sistemas educacionais inclusivos que assegurem o acesso e a permanência
> de todos como resultado da qualidade social da educação.
>
> Defendemos a educação como um direito de todos e dever do Estado, seja
esse
> o provedor dos serviços educacionais ou o fiscalizador dos serviços
> prestados por entidades privadas.
>
> Defendemos a gestão democrática e controle social em todas as instâncias
dos
> sistemas de ensino e nas unidades escolares.
>
> Defendemos que a educação escolar é o instrumento fundamental de
> desenvolvimento individual, social, cultural, político e econômico do país
> para garantir o exercício da cidadania
>
> A SEESP/MEC cumpre com a sua obrigação ao entender, compreender e definir
o
> Atendimento Educacional Especializado de acordo com a Constituição Federal
> de 1988 e a Convenção sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência, em
> benefício dos 25 milhões de brasileiros com deficiência e suas famílias.
>



Não esqueça que um dia vocês precisarão de nosso apoio!

PRIMEIRO ÔNIBUS MOVIDO A ÁGUA NA AMERICA LATINA RODA EM SÃO PAULO














Latin America’s first water-powered bus on the streets of São Paulo
VEJAM AS FOTOS DO PRIMEIRO ÔNIBUS MOVIDO A ÁGUA DA AMÉRICA LATINA, no estado de São Paulo:

http://content.undp.org/go/newsroom/2009/july/latin-americas-first-water-powered-bus-plying-the-streets-of-sao-paulo.en