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quinta-feira, 23 de julho de 2009

Software para portadores de deficiência visual













Software para portadores de deficiência visual
O deficiente visual tem várias ferramentas que podem auxiliar no seu dia-a dia, nos estudos e no lazer
Fonte: Grupo de Apoio ao Deficiente Visual

"BR Braille - Programa transcritor de textos em caracteres Braille para caracteres alfanuméricos em português.
(Nota SACI - O software BR Braille foi desenvolvido pela Faculdade de Engenharia Elétrica e de Computação da UNICAMP, e pode ser baixado gratuitamente pela Internet no site http://www.fee.unicamp.br/deb/brbraille/).
Braille Creator - Software que permite criar textos em Braille no computador com vários recursos e é compatível com as principais impressoras Braille no mercado.
(Nota SACI - www.micropower.com.br/dv/braille/index.asp)
Braille Fácil - Programa que permite digitar diretamente ou importar um texto de um editor de texto convencional para preparar textos que podem ser enviados para uma impressora braille.Dolphin - Esse software inclui um leitor de tela para cegos e um ampliador de tela para pessoas com visão subnormal.DOXVOX - primeiro programa de leitura de tela feito no Brasil, o DOSVOX é um sistema destinado a auxiliar o deficiente visual a fazer uso do computador através de um aparelho sintetizador de voz. O sistema foi desenvolvido no Núcleo de Computação da Universidade Federal do Rio de Janeiro e vem sendo aperfeiçoado a cada nova versão por programadores deficientes visuais. Para obter uma cópia gratuita do DOSVOX basta telefonar para (021) 2598-3198 e solicitar um cd gratuito do DOSVOX.
O CD será enviado por CECOGRAMA, e portanto gratuito. Entretanto, terá que enviar um CD para reposição.
(Nota SACI - A forma mais adequada de fazer a instalacao 3.1, que é a última versão do DOSVOX, e' baixando o kit mínimo DOSVOX e o executando. Ele faz tudo sozinho. Este kit deve ser copiado de http://intervox.nce.ufrj.br/dosvox/download.htm. A partir daí pode-se fazer todas as atualizações em http://intervox.nce.ufrj.br/upgrade)
Jaws - Considerado atualmente o leitor de tela mais popular do mundo, o Jaws for Windows da norte-americana Freedom Scientific possui um software de sintetizador de voz que utiliza a própria placa de som do computador. O Jaws roda em diversos idiomas, inclusive em português. O programa tem a capacidade de ler certos recursos de páginas de internet que outros programas do gênero não têm.
(Nota SACI - http://www.freedomscientific.com/ )
Openbook - É um dos softwares lideres de leitura OCR desenvolvido para os portadores de deficiências visuais. Pocket Voice - uma aplicação informática que, fazendo uso da linguagem pictórica, simbólica e do simples texto, possibilita ao utilizador reproduzir sonoramente o que não se consegue dizer por incapacidade física.
Desenvolvido pelo casal de programadores Carla Vieira Faria e Pedro Ivo Faria, o "software" em questão ganhou no ano transacto o concurso nacional da especialidade promovido pela Microsoft, sendo pelos criadores disponibilizado gratuitamente a quem precisa http://www.pocketvoice.com/ Slimware Window Bridge - Foi o primeiro programa de leitura de telas e recebeu um prêmio internacional em 1996 como uma contribuição importante para o desenvolvimento tecnológico.
(Nota SACI - http://members.tripod.com/slimprize/screen_readers.html)
Tecla Fácil - Esse programa permite o treinamento de técnicas de digitação com o uso de teclado alfanumérico e numérico do microcomputador por cegos e portadores de visão subnormal, de forma autônoma.
Teclado falado - Digita com sintetizador de voz. Virtual Vision - Outro programa leitor de tela brasileiro, o Virtual Vision foi desenvolvido pela MicroPower. O Virtual Vision é totalmente adaptado para o uso do sistema operacional Windows e seus aplicativos e não requer sintetizador de voz externo. O programa utiliza o Delta Talk, a tecnologia de síntese de voz que garante, segundo o seu fabricante, a qualidade de áudio como o melhor sintetizador de voz em português.
(Nota SACI - Para mais informações, consulte http://www.micropower.com.br)
WAT - IBM Web Adaptation Technology - Um navegador para pessoas com baixa visão, que pode ser configurado conforme a necessidade do usuário.
www.webadapt.org/ibm. A IBM, em parceria com a Rede SACI, tem um projeto de utilização e acompanhamento do software. Os interessados podem enviar um email para registrowat@saci.org.br e se inscrever no programa.Windows-Eyes - Outro programa de leitura de telas que inclui novos recursos importantes para facilitar o acesso à Internet para os deficientes visuais.
(Nota SACI - http://www.gwmicro.com/)"

VEJAM MAIS SOBRE AUXÍLIOS PARA DEFICIENTES VISUAIS NO EXCELENTE SITE DA BIBLIOTECA PÚBLICA DO PARANÁ :

http://images.google.com.br/imgres?imgurl=http://www.bpp.pr.gov.br/arquivos/Image/braile1.gif&imgrefurl=http://www.bpp.pr.gov.br/modules/conteudo/conteudo.php%3Fconteudo%3D26&usg=__TJ1ZaBkgsQ3jfCMe50ZLwQApJh8=&h=192&w=278&sz=11&hl=pt-BR&start=40&tbnid=dMHcOCdYydJHcM:&tbnh=79&tbnw=114&prev=/images%3Fq%3Dbr%2Bbraille%26gbv%3D2%26ndsp%3D20%26hl%3Dpt-BR%26sa%3DN%26start%3D20

terça-feira, 26 de maio de 2009

Touch Sight, Uma Câmera para Deficientes Visuais que Mostra Imagens em Braille




A Touch Sight é apenas um conceito, mas se fosse mesmo produzida seria uma verdadeira revolução na vida de quem tem que lidar com a cegueira ou deficiências visuais. Quando você apertasse o botão para tirar a “foto”, ela gravaria três segundos de som, que depois seriam usados como referência para achar e catalogar a imagem.

A Touch Sight não teria uma tela LCD, e sim um painel flexível em Braille que mostraria uma imagem em 3D, assim o usuário “enxergaria” com a ponta dos dedos!

Os designers Chueh Lee, Liqing Zou, Ning Xu, Saiyou Ma, Dan Hu, Fengshun Jiang & Zhenhui Sun são os responsáveis por esta ótima idéia.

Leia também aqui no DD:
Touch Messenger, um celular para mensagens em Braille
Telefone com Fotos para Idosos e Deficientes Visuais
Conceito de Scanner que Transforma Livros em Braille
Relógio em Braille

Via Yanko Design.

Clique abaixo para ver outras imagens.

http://images.google.com.br/imgres?imgurl=http://digitaldrops.com.br/drops/wp-content/uploads/2008/08/touch_sight.jpg&imgrefurl=http://digitaldrops.com.br/drops/2008/08/touch-sight-uma-camera-para-deficientes-visuais-que-mostra-imagens-em-braille.html&usg=__buEwf8oMDH3uD2q2DWPmVESaI2g=&h=453&w=468&sz=65&hl=pt-BR&start=10&sig2=RbuwpJke2uMfgSjOXN-39A&tbnid=rlo8ZtGF_QG_uM:&tbnh=124&tbnw=128&prev=/images%3Fq%3DTECNOLOGIA%2BDE%2BPONTA%2BPARA%2BDEFICIENTE%2BVISUAL%26gbv%3D2%26hl%3Dpt-BR%26sa%3DG&ei=ld8bStzNAcy_twfh1tnhDA

Pessoas cegas contam como é ter uma vida sexual ativa, sem o estímulo davisão



VEJAM MAIS SOBRE Pessoas cegas contam como é ter uma vida sexual ativa, sem o estímulo da visão em:http://www.lerparaver.com/node/7907
Cego desde o nascimento, Eduardo Bertine diz que enxergar não é fundamental para o desenvolvimento da sexualidade. Para o estudante, a visão engana, porque induz a análises superficiais. “O cego tem a oportunidade de conhecer as pessoas de uma maneira mais verdadeira”, afirma. Assim como o olfato, os cegos têm desenvolvidos o tato, a audição e o paladar e utilizam os sentidos na construção de uma imagem. “Depois do cheiro, o toque é muito importante. Costumo dizer que o cego enxerga pelas mãos”, diz a pesquisadora Maria Alves Bruns, que lançou recentemente o livro Sexualidade de Cegos.

Por meio do olfato e do tato, Bertine aprendeu a perceber o mundo à sua volta. “Analiso o conjunto, como o cheiro, o toque, se me sinto à vontade e se tenho afinidades com a pessoa”, explica. O estudante leva em conta também o que ele resume como “a energia que existe em cada indivíduo”. Quando o assunto é sexo oposto, ele afirma que a energia é a principal responsável pelo início de uma relação amorosa. “Quando toco em uma garota e sinto uma energia forte, sei que vou acabar gostando dela.”

O estudante é assíduo freqüentador de bares e shows. Com amigos ou com paqueras, Bertine não se priva da diversão. “A visão não me limita em nada. Mesmo cego eu saio e me envolvo com as pessoas. Basta querer”, aconselha.

A sexualidade pode se tornar complexa na adolescência, quando as emoções estão à flor da pele. “Minha infância foi tranqüila, mas a adolescência, não.
Apaixonei-me por um rapaz e não fui correspondida. Achava que era pela minha cegueira”, diz a advogada Emmanuelle Alkmin.

Emmanuelle, que nasceu cega, afirma que foi criada para não tocar as pessoas. “Então, tinha que descobrir outra maneira de percebê-las. Analiso a voz, o abraço e o aperto de mão.” A advogada conta ainda que é capaz de perceber o olhar de alguém que esteja bem próximo a ela. “Pensam que tenho 30% de visão, mas eu não enxergo nada. Da minha maneira, consigo captar os olhares”, diz.

Cego desde os oito anos, o historiador Benedito Franco Leal Filho também passou por uma fase difícil na adolescência, apesar de ainda manter conceitos de beleza na memória, adquiridos quando ainda enxergava. “Eu me aproximava das meninas e analisava o timbre de voz, o toque e a pele. Aí vinham meus colegas e diziam que ela era bonita e outros diziam que era feia. Eu ficava confuso”, lembra.

Diante de informações antagônicas e baseadas nos gostos dos amigos, Leal Filho passou a levar em conta apenas as suas impressões. Para distinguir uma mulher atraente, começou a prestar atenção no que lhe agradava quando estava perto de uma. “A mulher com uma voz suave me chama a atenção. Falar alto, por exemplo, me incomoda.” Além da voz, o historiador passou a valorizar afinidades e foi assim que se apaixonou por sua mulher.

Obstáculo: desinformação compromete a vida dos cegos e dos que enxergam
Os dois se conheceram em uma viagem de ônibus para Goiás e tiveram a oportunidade de conversar durante o trajeto. “Gostei do timbre da voz, do papo que tivemos e descobri que tínhamos muito em comum”, lembra. De volta a Campinas, começaram a namorar. Estão casados há 11 anos.

Emmanuelle também superou os desencontros da adolescência. “Saio com minhas amigas e paquero como todo mundo. Sou tímida e prefiro ser abordada”, conta.
A percepção que tem dos homens é tão nítida que ela sabe distinguir os feios e os bonitos. “Normalmente, minha análise bate com o físico. Nunca fiquei com homem feio”, brinca.

Ingenuidade e preconceito

Maria Alves Bruns, pesquisadora em sexualidade da Universidade de São Paulo (USP), afirma que o livro Sexualidade de Cegos (Editora Átomo) partiu da falta de informação e pesquisas sobre o tema. “É um assunto muito importante. Percebi que havia pouquíssima literatura a respeito e resolvi pesquisar”, afirma.
A obra foi escrita a partir de 40 entrevistas.

O livro tem a proposta de desmistificar a sexualidade dos deficientes, muitas vezes vistos como indivíduos assexuados. “É ingenuidade e preconceito”, afirma.
O assunto é comum entre Emmanuelle Alkmin e suas amigas. A advogada costuma ser tratada com extremo cuidado quando os pretendentes descobrem que é cega.
“A maioria dos homens costuma me colocar em um pedestal. Gosto de ser tratada como uma mulher normal”, avisa.

O historiador Benedito Franco Leal Filho aprendeu a distinguir as mulheres que se aproximam dele com intuito de ajudá-lo ou de conhecê-lo melhor. “Eu misturava tudo. Quando achava que iriam ficar comigo, elas queriam ajudar. Quando achava que iriam me ajudar, queriam me beijar”, brinca. Com a auto-estima em baixa, Leal Filho não acreditava muito que pudesse despertar interesse no sexo oposto. “As pessoas acham que cego não tem vida sexual. É um preconceito achar que não alimentamos desejos e fantasias.”

Para Eduardo Bertine, há outra questão ainda mais delicada. “Muitos acham que temos algum retardo mental e evitam conversar sobre assuntos mais complexos”, lamenta. O estudante crê que o desconhecimento sobre os deficientes cria percepções errôneas. “Quem não tem contato, acredita que temos outras deficiências, além da visual. Quando nos conhecem, alguns criam um encantamento como se fôssemos criaturas fantásticas”, diz.

Dia-a-dia e estudos
A advogada Emmanuelle Alkmin conta que é capaz de perceber o olhar de alguém que esteja bem próximo a ela. Benedito Franco Leal Filho, historiadorr, conheceu sua mulher em uma viagem a Goiás e está casado há 11 anos.

A pesquisadora Maria Alves Bruns, da USP, autora do livro ‘Sexualidade de Cegos’: pouquíssima literatura a respeito do assunto

Integração sexual
Benedito Franco Leal Filho observa que o preconceito priva os cegos de uma vida sexual mais prazerosa. O historiador defende maior integração entre os que enxergam e os cegos. “O cego tem uma vida erótica pobre porque a sexualidade de deficientes é um tabu”, opina.

A integração defendida pelo historiador deveria ser iniciada ainda na escola, com a abordagem da questão de forma natural. Também importantes são o estímulo a pesquisas, publicações de textos e de livros que tratem do assunto. “Quanto mais se discutir o assunto, melhor”, completa.

A pesquisadora Maria Alves Bruns acredita que a desinformação é um obstáculo social tanto para cegos quanto para os que enxergam. “O sistema educacional vigente não tem uma política de educação sexual. A escola precisa se preparar para isso”, aponta.

Desejos e fantasias
O livro de Maria Alves Bruns foi escrito a partir de 40 entrevistas feitas pela autora e tem a proposta de desmistificar a sexualidade dos deficientes, visto muitas vezes, segundo ela, como indivíduos assexuados.

Prazer na mente

O ato do prazer solitário, que começa na puberdade, tem nas imagens, nos sons e nos aromas os estímulos sexuais. “Para mim, a excitação ocorre pela audição.
Quando ouço uma cena sensual na televisão ou no cinema, tento formar a imagem na minha cabeça”, diz o historiador Benedito Franco Leal Filho. A advogada Emmanuelle Alkmin observa que o desejo feminino é desencadeado por vias diferentes. “O homem se excita com o que vê. A mulher valoriza o toque, a voz e o envolvimento. Então, para uma cega não há tantos problemas”, opina.

Revista Metropole Percebendo a sexualidade Eduardo Gregori gregori@rac.com.br

Fonte: http://www.cosmo.com.br/noticia/3686/2008-08-10/falta-da-visao-nao-imped...

domingo, 17 de maio de 2009

Perguntas Freqüentes sobre Acessibilidade na Web. Conheçam o site do MAC( BENGALA LEGAL)

Marco Antonio de Queiroz (MAQ).

http://www.acessibilidadelegal.com/40-faq.php

◦Para que serve acessibilidade na internet?
◦Acessibilidade na web é para cegos?
◦Existe legislação a respeito do assunto?
◦Sites acessíveis são necessariamente feios, sem cores e imagens?
◦O que é um leitor de tela? Um sintetizador de voz? E um Display Braille? Como funcionam?
◦Existe acessibilidade especial para leitores de tela?
◦O que a acessibilidade web tem a ver com visão estratégica de mercado?
◦Como fazer e testar acessibilidade na web?
◦O que o Google tem a ver com isso?

quinta-feira, 14 de maio de 2009

Seminário Nacional de Esporte Adaptado Para CEGOS e DEFICIENTES VISUAIS


VEJA MAIS EM :

http://www.cpb.org.br/comunicacao/noticias/seminario-nacional-de-esporte-para-deficientes-visuais

Seminário Nacional de Esporte
por Camila Benn — última modificação 13/05/2009 15:51
CBDC convida todos os interessados

A Confederação Brasileira de Desportos para Cegos (CBDC) convida todas as entidades filiadas, atletas, técnicos, dirigentes, estudantes universitários, profissionais de Educação Física, e demais interessados em adquirir conhecimento sobre o movimento, para o III Seminário Nacional de Esporte e Atividade Física para Cegos e Deficientes Visuais. O evento acontecerá nos dias 6 e 7 de junho, no Instituto de Cegos Padre Chico, na Rua Moreira de Godoy, 456 – Ipiranga – São Paulo / SP.



As inscrições podem ser feitas até às 18h do dia 3 de junho. É necessário preencher um formulário e enviá-lo por fax ou e-mail juntamente com o comprovante de depósito no valor de R$ 100, referente à taxa de inscrição.



As entidades que estiverem com a situação regular na CBDC (quitação do valor de anuidade) terão direito a uma vaga gratuita no Seminário. Os estudantes que apresentarem uma declaração de vínculo acadêmico ganharão um desconto de 20%.

domingo, 29 de março de 2009

CEGOS E DEFICIENTES VISUAIS - CONHEÇA O SITE LER PARA VER UM DOS MAIS COMPLETOS DO PAÍS

INFORMAÇÕES SUPER ATUALIZADAS SOBRE TODAS AS ATIVIDADES DESENVOLVIDAS POR PESSOAS COM DEFICIÊNCIA VISUAL (DV)

VEJA MAIS EM :
http://www.lerparaver.com/