Minha lista de blogs

Mostrando postagens com marcador idosos. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador idosos. Mostrar todas as postagens

terça-feira, 26 de maio de 2009

Prática esportiva para deficientes e idosos é tema de seminário




Extraído de: Assembléia Legislativa do Estado de São Paulo - 24 de Abril de 2009 O seminário Projetos de Esportes e Lazer continuou nesta sexta-feira, 24/4, debatendo desta vez os Programas Esportivos para a Terceira Idade e para Pessoas Deficientes e a Gestão Estratégica Municipal de Esporte e Lazer. O secretário estadual de Esportes, Lazer e Turismo, Claury Alves Silva, participou dos debates e apresentou o conjunto de iniciativas do órgão para o incentivo do desenvolvimento do desporto no Estado.

Links Patrocinados


O secretário detalhou as iniciativas do Executivo nesse sentido, como por exemplo o envio do projeto Bolsa Talento Esportivo à Assembleia. O PL 2/2009 tramita na Comissão de Constituição e Justiça e está em fase de exame pelo relator especial, deputado Fernando Capez (PSDB). O programa previsto pelo PL garantirá apoio financeiro a atletas de diversas modalidades esportivas, desde que vinculados a entidades esportivas ou órgãos gestores de esporte do Estado e seus municípios há pelo menos um ano, assegurando prioridade aos participantes de eventos incluídos no Calendário Oficial da Secretaria de Esporte, Lazer e Turismo.

O evento contou também com a presença do deputado Rui Falcão, líder da bancada do PT na Assembleia.

O deputado, afirmando praticar atividade física três vezes por semana para agüentar o ritmo de trabalho da Casa, lamentou o fato de que "esporte e cultura são áreas relegadas no Orçamento do Estado". Ele destacou a importância do seminário para o desenvolvimento da formulação de políticas públicas dos municípios governados pelo PT, principalmente com a aproximação da realização da Copa Mundial de Futebol no Brasil, que "funcionaria como um catalisador para as ações positivas em relação ao esporte". Falcão avalia que a iniciativa do seminário traz um saldo muito grande e mostra o interesse do PT em que as áreas do esporte e da cultura não fiquem em segundo plano.

Prática esportiva e inclusão reversa

Elisabeth de Mattos, especialista na prática esportiva com pessoas deficientes como professora da Escola de Educação Física e Esportes da Universidade de São Paulo, abordou o primeiro tema. "Analisando a interrelação do esporte com a saúde e a qualidade de vida creio que as políticas públicas devem englobar programas de atividades físicas e esportivas", declarou a especialista. Mattos acha que a prática esportiva traz ao deficiente, físico ou cognitivo, a habilidade física esportiva e o prazer desta habilidade, a melhora da auto-estima. "Foi a partir dos Jogos Olímpicos de Sidney que o Brasil começou a valorizar os atletas do Jogos Para-olímpicos os quais, ao contrário dos atletas convencionais, trouxeram medalhas de ouro para o país, mostrando que os deficientes podem ser vencedores e ter sucesso profissional", disse ela, afirmando também que "é um direito de todo o cidadão competir em práticas esportivas".

Mattos observa, ao longo de anos de experiência, que a prática de atividade física e de esportes competitivos auxilia as pessoas deficientes na convivência com seus problemas físicos, na conquista social de um convívio rico e cooperativo, introduzindo possibilidades novas de adaptação.

Em relação ao idoso, a professora disse que "quem é ativo pode retardar e sofrer menos pelo processo de envelhecimento", pois a atividade física minimiza a dependência e melhora a auto-estima, reduzindo o impacto do envelhecimento". Ela considera ainda que as diferenças sociais, econômicas, culturais e étnicas poderiam ser amenizadas através de políticas públicas e do convívio que elas propiciariam se contemplassem as necessidades dos diferentes grupos. Uma das propostas de Mattos é que se criem programas de políticas públicas que unam idosos e pessoas deficientes, para que a experiência e disponibilidade de tempo de uns colaborem para o bem estar e até mesmo para o desenvolvimento da prática esportiva em outros, ocupando os idosos de forma produtiva e gerando a "inclusão reversa".

A responsabilidade do município

José Roberto Gnecco, professor da Unesp Rio Claro e funcionário da Secretaria de Alto Rendimento do Ministério do Esporte apresentou uma sugestão de gestão de esporte para os secretários presentes, lembrando que só a Constituição de 1988 considerou esporte e lazer como um direito em que o cidadão deve ter garantidas a universalidade, a integralidade e a qualidade.

Gnecco sugeriu que o planejamento dos programas seja feito com bases nas demandas manifestas e latentes do município, e que se considere sempre os princípios de saúde e cultura, bem como a racionalização administrativa.

Para a implantação de um programa, "o município é o responsável por oportunizar a prática esportiva e o lazer, considerando o tempo livre da população", o que Gnecco exemplificou com uma tabela demonstrativa que atenderia às necessidades de todos os segmentos da população, sempre observando as variáveis de interesse, idade e disponibilidade de tempo.

Outra questão abordada por ele foi a da formação de equipes esportivas nas cidades, que também devem observar as especificações particulares e, sempre que possível, utilizar a experiência de atletas aposentados que podem ser referência para os jovens em treinamento, os quais devem receber também a educação formal e uma orientação profissional.

A Educação Olímpica e os Projetos da Secretaria Estadual dos Esportes foram os temas apresentados no período da tarde, que se encerrou com a entrega dos certificados aos participantes.

quarta-feira, 6 de maio de 2009

Pagamento a deficientes e idosos supera o Bolsa Família


05/05/2009 - 03h35
Pagamento a deficientes e idosos supera o Bolsa Família
UOL Links Patrocinados
Fast Shop - Compre Online

Lançamentos em eletrônicos, marcas e modelos. Confira!

www.FastShop.com.br

Apostar na Mega-Sena

Site Seguro, Aposte Na Mega Sena Sem Sair De Casa, Acesse Agora!

www.SorteMais.com.br/MegaSena
Enquanto o Bolsa Família prioriza as atenções da sociedade, um outro programa de transferência de renda, o BPC (Benefício de Prestação Continuada), cresce aceleradamente e seus gastos já representam 0,48% do PIB em 2008, informa reportagem de Antônio Gois, publicada na Folha desta terça-feira (íntegra disponível para assinantes do UOL e do jornal).

O benefício consiste no pagamento de um salário mínimo a idosos e deficientes com renda per capita familiar inferior a um quarto de salário mínimo. Em 2008, o governo gastou com o programa R$ 13,8 bilhões --mais do que os R$ 10,6 bilhões do Bolsa Família-- para atender R$ 1,5 milhão de deficientes e 1,4 milhão de idosos.

O maior crescimento do programa tem acontecido pelo aumento de idosos beneficiados --de 469 mil em 2001 para 1,4 milhão em 2008--, um crescimento bastante superior ao da população idosa, que aumentou 30% de 2001 até 2007.

Apesar de considerar que o programa é bem focalizado --a maioria dos beneficiados são pessoas realmente pobres, o que tem impacto significativo na redução da pobreza dessas famílias--, o TCU (Tribunal de Contas da União) estima que ao menos 10% receberam irregularmente o benefício.

A secretária-executiva do Ministério do Desenvolvimento Social, Arlete Sampaio, disse que faltam funcionários para a revisão a cada dois anos dos benefícios pagos pelo BPC.

Leia a notícia completa na Folha desta terça, que já está nas bancas.