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domingo, 26 de julho de 2009

Deficientes físicos mal recebidos no Rio de Janeiro?















vejam mais sobre Deficientes físicos mal recebidos no Rio de Janeiro? em: http://www.copa2014.org.br/noticias/813/DEFICIENTES+MAL+RECEBIDOS+NO+RIO.html

Segundo estudo, falta infraestrutura e acessibilidade à capital carioca

RJ não tem acessibilidade para deficientes físicos, diz estudo (crédito: Divulgação)
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Da redação
postado em 24/07/2009 11:53 h
atualizado em 24/07/2009 14:52 h
Estudo realizado pela Rede de Desenvolvimento do Turismo Sustentável das regiões turísticas da cidade do Rio de Janeiro e Niterói (RedeTuris) deixou patente a falta de infraestrutura em acessibilidade para deficientes em todos os estabelecimentos pesquisados. Foram verificadas as condições de quatro polos turísticos da cidade: Botafogo, Praça 15, Novo Rio Antigo e Tijuca. Todos ficaram com nota zero.

O maior problema dos portadores de deficiência que se aventuram a caminhar pela cidade é que, até hoje, a acessibilidade está restrita a ilhas dentro de projetos de urbanismo e ordenação pública. O primeiro – e, até onde se sabe, último – havia sido o Rio Cidade, realizado durante a primeira gestão de Cesar Maia (1993-1997) e a de seu secretário de Obras e, depois, sucessor, Luiz Paulo Conde (1997-2001). Os bairros contemplados no projeto receberam algumas obras que visavam a melhoria de acessos às calçadas e o nivelamento das vias. Depois disso, no entanto, o assunto parece ter sido esquecido pelo poder público – tendo sido ressuscitado só recentemente.

Na Lapa e adjacências, já está em andamento a construção de 37 rampas em calçadas – e a prefeitura adianta que há planos de estender o projeto a outras áreas da cidade, embora não mencione prazos. Em verdade, o projeto na região boêmia retoma, depois de quase 10 anos, a instalação de equipamentos para acessibilidade a portadores de deficiências físicas em projetos arquitetônicos no Rio. As obras devem ficar prontas até o fim do ano.

Fonte: Jornal do Brasil

sábado, 25 de julho de 2009

Música e Deficiência - Apresentação
















VEJAM MAIS SOBRE MUSICA E DEFICIÊNCIA EM: http://saci.org.br/?modulo=akemi¶metro=3872


Por que deficiente não pode estudar música?Escola Municipal de Música

Combinei com Viviane, nossa Repórter Saci Voluntária que está abordando o tema "Música de Deficiência", de irmos visitar algumas escolas de música.

Para quem não leu a série de matérias da Viviane, leia aqui:

Música e Deficiência - Apresentação http://saci.org.br/?modulo=akemi¶metro=3390

Música e Deficiência: Os Pré-Conceitos - Parte I http://saci.org.br/?modulo=akemi¶metro=3519

Música e Deficiência: Os Pré-Conceitos - Parte II
http://saci.org.br/?modulo=akemi¶metro=3696

Música e Deficiência: As dificuldades do fazer musical
http://saci.org.br/?modulo=akemi¶metro=3761

Liguei para uma escola e cheguei a falar com o diretor, que me informou que não havia nada adaptado e que, para fazermos uma visita, teríamos que enviar um ofício. Como estamos em final de ano e na maior correria, deixei para o ano que vem. Liguei para a Escola Municipal de Música e conversei com Henrique Autran Dourado, o diretor. Por telefone, já fiquei sabendo que não havia nenhuma adaptação. A única facilidade é uma entrada atrás do prédio, com uma rampa utilizada por veículos. A entrada da frente é uma escadaria.

Marcamos a visita para o dia 28 de novembro, uma quinta-feira. Combinei com Viviane que nos encontraríamos lá. Cheguei cinco minutos antes dela e comecei a bater um papo com o Prof Henrique, muito simpático e com uma ótima prosa. Expliquei para ele que o nosso objetivo é a igualdade de condições para todos. Ele nos disse que, provavelmente, a escola mudará de endereço. Aproveitando esse gancho, perguntei se já não seria possível fazer a nova escola adaptada e o lembrei que existem normas de como fazer as adaptações. É importante citar que, dias depois da visita, ele passou um e-mail para mim dizendo que já havia entrado em contato com os arquitetos falando a esse respeito.

Ficamos cerca de duas horas conversando. Percebi que ele tem, sem dúvida alguma, muito boa vontade. Mas o grande problema é que a maioria da população desconhece a existência e as necessidades de um deficiente. Se a grande maioria dos deficientes não consegue freqüentar escolas por falta de estrutura, o que dizer de um deficiente que queira estudar música? Claro que não vejo os responsáveis pelas escolas de música como os culpados pela falta de material e acesso às escolas, pois nossos governantes se esqueceram da cultura no país. Não sei se isso é resquício da ditadura, pois quanto menos instruído um povo, mais fácil de governar.

A maioria das pessoas só entende como deficientes aqueles que usam cadeiras de rodas e que pouco se movimentam e esquecem ou não sabem que existem outras deficiências. Viviane, por exemplo, não usa cadeira de rodas, já que anda, mas necessita de algumas adaptações, tais como rampas e ônibus adaptado. Imaginem os preconceitos enfrentados por ela e por outros deficientes que queiram fazer música porque, infelizmente, a palavra deficiente, para a maioria das pessoas, quer dizer incapaz. Nós sabemos que isto não é verdade, sempre falo que eu tenho alguns problemas a mais, no meu caso a mobilidade, mas quem é que não tem problemas?

Foi complicado escrever esse texto, pois quando marquei o encontro na escola não pensava que era um problema tão grande: vai da falta de informação, de cultura (que no nosso pais não vale nada), de transporte adaptado, de escolas adaptadas, de vontade de alguns que não entendem as nossas necessidades. Ainda há uma gama enorme de problemas, entre eles, o preconceito.

O professor Henrique, que mostrou ser uma pessoa bastante receptiva, disse que vai fazer o possível para conseguir melhorias na parte de acessibilidade e de materiais específicos, tais como partituras em Braile. Isso não é muito difícil, pois existem entidades para deficientes visuais, como a Laramara e a Fundação Dorina Nowill, que possuem uma enorme experiência. Outro exemplo é a AACD, que faz adaptações para instrumentos tocados por deficientes.

Portanto, acho que falta realmente vontade dos nossos governantes para permitir que a Inclusão saia do papel e vire realidade. Pretendo enviar essa matéria para nosso governador e para nossa prefeita. Aguardo uma solução prática e não apenas teórica.

Mais Informações:

Escola Municipal de Música
Endereço: Rua Vergueiro,961, Aclimação, São Paulo,Capital
CEP: 01504-001
Tel: (11) 3209-7865
Fax:(11) 3209-6580
Site: www.emmsp.hpg.com.br


Data da Visita: 28/11/02
Repórter:Renato Laurenti
Acompanhantes: Viviane dos Santos Louro e Luiz José


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Deficientes superam as dificuldades com a música
Crianças encantam o público em corais e bandas espalhados pelo país

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Eles tocam instrumentos sem enxergar, soltam a voz sem ouvir e "cantam" sem falar. A música é um caminho eficiente para afastar o preconceito e melhorar (muito) a auto-estima de crianças e jovens com deficiência. Pelo esforço de aprender, mas também pela qualidade da música que produzem, eles têm chamado a atenção do público, que retribui com aplausos e pedidos de bis. Há grupos musicais formados por deficientes em várias cidades do país e eles se apresentam em teatros, programas de televisão, hospitais e escolas. "Hoje recebemos elogios pela qualidade musical da nossa banda e não mais pelo espanto de conseguirmos tocar", comemora a coordenadora do Grupo Surdodum, a fonoaudióloga Ana Lúcia Soares, do Centro Integrado de Ensino Especial, em Brasília.

terça-feira, 26 de maio de 2009

Prática esportiva para deficientes e idosos é tema de seminário




Extraído de: Assembléia Legislativa do Estado de São Paulo - 24 de Abril de 2009 O seminário Projetos de Esportes e Lazer continuou nesta sexta-feira, 24/4, debatendo desta vez os Programas Esportivos para a Terceira Idade e para Pessoas Deficientes e a Gestão Estratégica Municipal de Esporte e Lazer. O secretário estadual de Esportes, Lazer e Turismo, Claury Alves Silva, participou dos debates e apresentou o conjunto de iniciativas do órgão para o incentivo do desenvolvimento do desporto no Estado.

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O secretário detalhou as iniciativas do Executivo nesse sentido, como por exemplo o envio do projeto Bolsa Talento Esportivo à Assembleia. O PL 2/2009 tramita na Comissão de Constituição e Justiça e está em fase de exame pelo relator especial, deputado Fernando Capez (PSDB). O programa previsto pelo PL garantirá apoio financeiro a atletas de diversas modalidades esportivas, desde que vinculados a entidades esportivas ou órgãos gestores de esporte do Estado e seus municípios há pelo menos um ano, assegurando prioridade aos participantes de eventos incluídos no Calendário Oficial da Secretaria de Esporte, Lazer e Turismo.

O evento contou também com a presença do deputado Rui Falcão, líder da bancada do PT na Assembleia.

O deputado, afirmando praticar atividade física três vezes por semana para agüentar o ritmo de trabalho da Casa, lamentou o fato de que "esporte e cultura são áreas relegadas no Orçamento do Estado". Ele destacou a importância do seminário para o desenvolvimento da formulação de políticas públicas dos municípios governados pelo PT, principalmente com a aproximação da realização da Copa Mundial de Futebol no Brasil, que "funcionaria como um catalisador para as ações positivas em relação ao esporte". Falcão avalia que a iniciativa do seminário traz um saldo muito grande e mostra o interesse do PT em que as áreas do esporte e da cultura não fiquem em segundo plano.

Prática esportiva e inclusão reversa

Elisabeth de Mattos, especialista na prática esportiva com pessoas deficientes como professora da Escola de Educação Física e Esportes da Universidade de São Paulo, abordou o primeiro tema. "Analisando a interrelação do esporte com a saúde e a qualidade de vida creio que as políticas públicas devem englobar programas de atividades físicas e esportivas", declarou a especialista. Mattos acha que a prática esportiva traz ao deficiente, físico ou cognitivo, a habilidade física esportiva e o prazer desta habilidade, a melhora da auto-estima. "Foi a partir dos Jogos Olímpicos de Sidney que o Brasil começou a valorizar os atletas do Jogos Para-olímpicos os quais, ao contrário dos atletas convencionais, trouxeram medalhas de ouro para o país, mostrando que os deficientes podem ser vencedores e ter sucesso profissional", disse ela, afirmando também que "é um direito de todo o cidadão competir em práticas esportivas".

Mattos observa, ao longo de anos de experiência, que a prática de atividade física e de esportes competitivos auxilia as pessoas deficientes na convivência com seus problemas físicos, na conquista social de um convívio rico e cooperativo, introduzindo possibilidades novas de adaptação.

Em relação ao idoso, a professora disse que "quem é ativo pode retardar e sofrer menos pelo processo de envelhecimento", pois a atividade física minimiza a dependência e melhora a auto-estima, reduzindo o impacto do envelhecimento". Ela considera ainda que as diferenças sociais, econômicas, culturais e étnicas poderiam ser amenizadas através de políticas públicas e do convívio que elas propiciariam se contemplassem as necessidades dos diferentes grupos. Uma das propostas de Mattos é que se criem programas de políticas públicas que unam idosos e pessoas deficientes, para que a experiência e disponibilidade de tempo de uns colaborem para o bem estar e até mesmo para o desenvolvimento da prática esportiva em outros, ocupando os idosos de forma produtiva e gerando a "inclusão reversa".

A responsabilidade do município

José Roberto Gnecco, professor da Unesp Rio Claro e funcionário da Secretaria de Alto Rendimento do Ministério do Esporte apresentou uma sugestão de gestão de esporte para os secretários presentes, lembrando que só a Constituição de 1988 considerou esporte e lazer como um direito em que o cidadão deve ter garantidas a universalidade, a integralidade e a qualidade.

Gnecco sugeriu que o planejamento dos programas seja feito com bases nas demandas manifestas e latentes do município, e que se considere sempre os princípios de saúde e cultura, bem como a racionalização administrativa.

Para a implantação de um programa, "o município é o responsável por oportunizar a prática esportiva e o lazer, considerando o tempo livre da população", o que Gnecco exemplificou com uma tabela demonstrativa que atenderia às necessidades de todos os segmentos da população, sempre observando as variáveis de interesse, idade e disponibilidade de tempo.

Outra questão abordada por ele foi a da formação de equipes esportivas nas cidades, que também devem observar as especificações particulares e, sempre que possível, utilizar a experiência de atletas aposentados que podem ser referência para os jovens em treinamento, os quais devem receber também a educação formal e uma orientação profissional.

A Educação Olímpica e os Projetos da Secretaria Estadual dos Esportes foram os temas apresentados no período da tarde, que se encerrou com a entrega dos certificados aos participantes.

domingo, 17 de maio de 2009

TECNOLOGIA ASSISTIVA NA WEB - CONHEÇA MAIS UM POUCO



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