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segunda-feira, 16 de maio de 2011
Autismo - Eficácia da realidade virtual com tecnologia de jogos Wii em crianças com síndrome de Down «Lado Esquerdo / Direito Brain
Blog Autismo - Eficácia da realidade virtual com tecnologia de jogos Wii em crianças com síndrome de Down «Lado Esquerdo / Direito Brain:

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domingo, 31 de janeiro de 2010
CEDAP BRASIL - AUTISMO EM ALTO NIVEL
VEJAM INFORMAÇÕES SOBRE O AUTISMO EM ALTO NIVEL NO EXCELENTE SITE DO CEDAP
http://www.cedapbrasil.com.br/portal/modules/news/index.php?storytopic=3
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sexta-feira, 29 de janeiro de 2010
AUTISMO - REVISTINHA DE MAURICIO DE SOUZA - TURMA DA MONICA

Veja a Revista da turma da Monica UM AMIGUINHO DIFERENTE, escrito pelo genio MAURICIO DE SOUZA sobre AUTISMO em : http://www.ama. org.br/preview/ turmadamonicagib i01.htm
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sábado, 25 de julho de 2009
Autismo necessita de diagnóstico preciso

VEJAM MAIS SOBRE Autismo necessita de diagnóstico preciso EM:
http://agenciainclusive.wordpress.com/2009/07/24/autismo-necessita-de-diagnostico-preciso/
Alguns definem o autismo como distúrbio, outros como disfunção; independente do conceito, este tema merece mais visibilidade
REPORTAGEM: MAIKON SOARES
Médicos acreditam que o autismo é um distúrbio neurobiológico que repercute no comportamento do paciente, que pode apresentar problemas de sociabilidade, isolamento intenso e, em alguns casos, agressividade. Não se trata de uma síndrome mental e tem vários graus, podendo ser confundido com outras enfermidades.
A dificuldade de diagnóstico e a falta de divulgação sobre o tema comprometem a qualidade de vida dos portadores da síndrome. Por isso, profissionais da área afirmam que é necessária uma série de cuidados, tanto para o portador quanto para a família.
De acordo com a Associação Brasileira de Autismo (Abra), a doença é um distúrbio congênito caracterizado por alterações no desenvolvimento infantil. Ela se manifesta nos primeiros meses de vida, caracterizado pelo retrocesso nas relações interpessoais e diversas alterações de linguagem e de movimentos. Algumas crianças autistas entre 4 e 5 anos são capazes de repetir as coisas que lhes são oferecidas, o que, no entanto, não significa um ato de comunicação.
Segundo informações da Associação dos Amigos Autistas (AMA), o autismo se define como um transtorno global caracterizado por um desenvolvimento anormal ou alterado, manifestado na criança antes dos 3 anos. O distúrbio apresenta uma perturbação característica do funcionamento das interações sociais, da comunicação, do comportamento focalizado e repetitivo. Além disso, o transtorno é acompanhado por outras manifestações inespecíficas, como fobias, perturbações de sono ou da alimentação, crises de birra ou auto-agressividade.
Para a psicóloga e uma das responsáveis pelo Centro Ocupacional de Londrina (COL), Adriana Von Stein, a criança com autismo necessita ser trabalhada. Ela lembra que a criança portadora da doença é bem detalhada e precisa de adaptação não só delas, mas da sociedade de um modo geral.
A psicóloga diz que há barreiras a serem quebradas, sendo a principal delas o preconceito. Para ela, a sociedade está acostumada com aquele autista clássico dos filmes hollywoodianos, que vive no seu próprio mundo, que tem uma aptidão maior em uma determinada área. Segundo Adriana, a maior dificuldade para trabalhar com o autista se dá quando alguém quebra a rotina dos portadores.
Ela ressalta que a sociedade pode auxiliar uma criança autista simplesmente respeitando seu espaço. “A primeira coisa é ter conhecimento sobre o assunto. Não descrimine, vá primeiro saber o que é o autismo. Respeite seu mundo, leia, aprenda o básico. E, acima de tudo, dê oportunidades”, enfatiza.
Comunidade do Orkut troca experiências
A reportagem do jornal Na Íntegra entrevistou a carioca Cláudia Marcelino. Ela tem um filho com autismo e reconhece que sua tarefa é árdua, já que, segundo ela, é muito difícil lidar com o preconceito das pessoas. “As pessoas acham que meu filho é mal educado, mimado, sem limites. Como ele não apresenta feições que denunciem sua condição, a maioria das pessoas olha atravessado”, explica.
No site de relacionamentos Orkut, Cláudia narra a rotina e as conquistas de seu filho Maurício, de 16 anos. Ela mantém contato com outras mães de todo o Brasil com novidades sobre o autismo. Ela pede às mães que estudem muito o caso dos filhos, que participem de grupos de apoio e que usem a Internet, que, segundo ela, é a maior e a melhor fonte de informação sobre o assunto.
Assim como Cláudia, existem pelo país e pelo mundo, outras mães que também passam pelos mesmas situações. É o caso da bióloga Eloah Antunes, vice-presidente da Associação em Defesa ao Autista (Adefa). Seu filho, Luan, de 7 anos, é autista.
Eloah desconfiou que o filho era autista ao ver o garoto dar cabeçadas nas paredes, não atender aos chamados das pessoas e também apresentar constantes problemas de saúde. Ela começou uma série de estudos e pesquisas acerca do autismo, alegando que alguns neurologistas diziam que a criança apresentava, somente, traumas psicológicos.
Eloah Antunes, juntamente com outras mães que passam pela mesma situação, acredita que mesmo no Brasil as pesquisas e estudos sobre o assunto estão fazendo engatinhar a aceitação de que a doença tem cura.
Autismo pede tratamento individualizado
Cláudia e Eloah trabalham pela disseminação das novidades relacionadas ao autismo. Através de sites de relacionamentos, e-mail e conversas informais, elas mantêm contatos com mães de todo o país divulgando informações novas sobre o tema. “Já traduzi reportagens americanas inteiras e depois repassei às mães para que tomassem nota e repassassem às outras”, conta Cláudia.
Existem profissionais da saúde que estão divulgando tratamentos biomédicos e terapeutas, anunciando terapias direcionadas para autistas. “Estão tomando conhecimento de que o autismo é uma síndrome metabólica e que cada criança é única dentro deste universo. Então o tratamento deverá ser individualizado”, analisa Eloah Antunes.
Geneticistas clínicos americanos revelaram que o autismo pode ser considerado curável. Tratamentos que vêm dando resultado nos Estados Unidos e que lentamente chegam ao Brasil incluem dietas, reposição vitamínica (com substâncias importadas), terapias comportamentais, entre outros processos.
Recentemente, pesquisa publicada na revista científica Neuropsychology Review atestou que até 25% de crianças autistas tratadas adequadamente ficaram livres de todos os sintomas que as caracterizavam como portadoras da doença.
Por muitos anos considerada uma doença neurológica incurável, o autismo, de acordo com novas pesquisas americanas, é uma síndrome ligada a diversos fatores que influenciam diretamente na sua manifestação. De alergias alimentares à falta de capacidade de eliminar metais pesados do organismo, os fatores que contribuem para o aparecimento do autismo são diversos.
______________________
Serviço: Na internet:
www.autismo.com.br;
www.autismo.org.br;
www.ama.org.br;
www.neuropediatria.org.br.
VEJAM VÍDEOS SOBRE O AUTISMO EM : gurl=http://1.bp.blogspot.com/_qqPOczG_I80/SH8wIwfQVvI/AAAAAAAAHCU/Z80GrtTL5Ts/s320/Autismo_s
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quinta-feira, 16 de julho de 2009
CEDEL - CENTRO DE DESENVOLVIMENTO ESPECIAL LAGOS
quarta-feira, 20 de maio de 2009
Distúrbio de déficit de atenção com hiperatividade (DDAH)

VOCE QUE É PROFESSOR(A) E TRABALHA COM PESSOAS COM HIPERATIVIDADE, VEJA ESTE LINK :
http://www.geocities.com/Heartland/Village/8635/espectro/ddah.html
(ATENÇÃO - O DISTÚRBIO DE DÉFICIT DE ATENÇÃO NAO ESTÁ NO ESPECTRO AUTISTA, MAS UM AUTISTA PODE APRESENTAR HIPERATIVIDADE )
O distúrbio (tambem chamado desordem ou síndrome) de déficit de atenção com hiperatividade (DDAH) está mais próximo do que se pensa. Segundo estudos americanos, cerca de 1/3 da população mundial padece desse mal, em maior ou menor grau. Mas, afinal...o que é isso ? Inicialmente, a palavra do dr. Paul Elliott,especialista de Dallas : não é déficit, doença ou desordem. É apenas uma forma diferente de pensar. E isso ocasiona ao seu portador graves dificuldades de relacionamento : são em geral inquietos, agitados, distraídos, desatentos, impulsivos, não costumam terminar os ( mil ) projetos em que, entusiasticamente, se engajam...
Quando crianças, seu comportamento em ambiente escolar costuma ser notado desde o primeiro momento em que entram na escola : tem a atividade motora muito acentuada e suas atitude inadequada frequentemente dispersa a concentração dos colegas, disso resultando dificuldades de inserção social. Adicionalmente, a esses problemas associam-se outros (por exemplo, baixa auto-estima, depressão ) que podem afetar significativamente a performance desses estudantes.
E, como auxiliar, no ambiente escolar, uma pessoa com essas características por si só tão difíceis ? Algumas medidas simples de eficácia comprovada podem ser tomadas pelo educador, que facilitam sobremaneira o ensino desse indivíduo, bem como manutenção da ordem em classe :
- Olhe sempre nos olhos - Voce consegue "trazer de volta" uma criança DDAH através dos olhos nos olhos (eye contact). Isso ajuda a evitar a distração que prejudica tanto estas crianças ;
- Organizar as carteiras em círculos, ou em forma de U, ao invés de fileiras - facilita o contato e particularmente o "eye contact" com os demais membros da classe, (geralmente é membro ativo " da turma do fundão ", não podendo visualizar os olhos dos companheiros de estudo, aumentando sua dispersão);
- Cuidado com as cores - O estímulo multi-colorido costuma deixá-los mais excitados e menos atentos ainda, devendo ser evitadas cores fortes no ambiente (do espectro vermelho e amarelo), inclusive na vestimenta da criança (Tanganelli, 1994) ;
- Usar recursos e formas de apresentação não habituais - crianças com DDAH adoram novidades; explorar o seu cotidiano e fazer disso motivo para uma aula posterior ou mesmo criando um "gancho" na aula atual costuma ser muito proveitoso.
- Utilizar metodologia preferencialmente visual - As crianças DDAH aprendem melhor visualmente que por outros métodos, portanto escreva palavras-chave ao mesmo tempo que fala sobre o assunto ;
- Estimular a criatividade - Propor tarefas que exijam a criatividade do aluno (explorar, construir, criar) e não passivas (questionarios com respostas tipo assinalar a correta );
- Ser claro e objetivo ao definir as regras de comportamento dentro da sala de aula - criar, juntamente com os alunos, um código de conduta (simples, com poucas palavras, para facilitar a memorização ) e escrever em uma tabela SEMPRE VISÍVEL afixada na parede ;
- Repita e repita as diretrizes - Como dito acima, as pessoas com DDAH necessitam ouvir as coisas mais de uma vez, pois são profundamente visuais, aprendendo com mais facilidade quando as coisas são apresentadas da forma visual ;
- Fornecer com antecedência (preferencialmente no final do dia anterior) um programa com as atividades do dia a serem executadas (DuPaul & Stoner, 1994) - As crianças com DDAH necessitam de um ambiente estruturado. Faça listas, tabelas, lembretes, apresente o programa das aulas do dia no final do dia anterior, pelo menos informe o assunto da aula do dia seguinte antes do término da aula anterior, pois essas crianças necessitam de diretrizes, organização, regras claras, definidas e ESCRITAS (eles fixam melhor o que conseguem ver) ;
- Ao dar instruções para a classe, solicitar que o aluno com DDAH repita para toda a classe - Isso dar-lhe-á duas oportunidades : de que tenha certeza de ter entendido o que é esperado dele ( e dos demais ) e ter sua auto-estima ( em geral extremamente baixa ) reforçada ;
- A memória é um grave problema para eles - Ensine mnemônicos, quadrinhas, dicas, rimas, pois eles tem problemas com a Memória de Trabalho Ativa ( Levine, 1995) e esses processos ajudam sobremaneira a aumentar essa memória ;
- O desafio costuma motivar o portador de DDAH - Deve então o professor estabelecer de antemão com o aluno qual a tarefa a ser feita, quando será considerada concluída e quais os pontos para isso (check-list a ser verificado no final da mesma). Isso dará aos poucos ao portador de DDAH formas de lidar com sua ansiedade, e falhas de terminar as tarefas a que se propõe, pois em geral ele concebe projetos grandiosos demais, os quais não consegue finalizar ;
- Elogiar o aluno com constância - NÃO APENAS QUANDO ELE TERMINA A TAREFA, mas DURANTE o transcorrer da mesma, INCENTIVANDO o seu término, uma vez que para o aluno com DDAH o CONCLUIR a tarefa é bastante difícil, exigindo quase o triplo de concentração (praticamente inexistente) que os demais...
- Estabelecer para o aluno com DDAH tarefas de conclusão rápida - Inicialmente, para que este comece a finalizar adequadamente as tarefas, e, aos poucos, ir inserindo maior complexidade e maior duração 'as tarefas dele exigidas, visto que o aprendizado de organizacão para essas pessoas é extremamente penoso ;
- Divida as grandes tarefas em tarefas menores - Isso possibilita 'a criança a vislumbrar que a tarefa PODE ser terminada, algo que é extremamente difícil para os portadores de DDAH, possibilitando ao professor trabalhar a capacidade da criança, geralmente minimizada por ela (baixa auto-estima...) além do que evita acessos de fúria pela frustração antecipada de não terminar a tarefa em crianças menores, e as atitudes provocadoras dos maiores ;
- Utilize uma agenda de contato com a família - Isso facilita a troca de informações, pois os únicos momentos de contato (quando existem) entre professores e pais são os horários de entrada e saída dos alunos. E, convenhamos, não são os momentos mais adequados para trocar informações tão valiosas e individuais...
- Utilizar exercícios físicos - Exercícios (até um enfoque de psicomotricidade) auxiliam sobremaneira o portador de DDAH, pois ajudam a liberar o excesso de energia, concentrar a atenção em um objetivo facilmente entendido e visualizado ( correr até a linha vermelha), estimular a fabricação de endorfina, além de ser muito divertido.
- Não deixe que a panela de pressão exploda - Propicie uma válvula de escape como, por exemplo, sair da sala de aula por alguns instantes, (isso se for permitido pela direção da escola) indo buscar algo na classe vizinha, dar um recado para alguem que se encontra fora da sala de aula, (inicialmente entregar um bilhete a uma pessoa, pois eles esquecem o recado a ser dado ), ir ao banheiro, pois isso fará com que ele deixe (sob controle) a sala e não fuja dela, além de começar a aprender meios de auto-observação e auto-monitoramento.
(artigo enviado para publicação no jornal TODODIA de Americana SP, baseado na bibliografia abaixo )
Bibliografia :
Barkley, R. A., 1990 - Attention-deficit hyperactivity disorder: A handbook for diagnosis and treatment. New York: Guilford.
Dimenstien, Gilberto, 1997 - Como lidar com alunos agitados e dispersivos - Coluna Aprendiz do Futuro
DuPaul, G.J., & Stoner, G., 1994 - ADHD in the schools: Assessment and intervention strategies. New York: Guilford.
Hallowell, Eduard M. e Rotey, John J, 1992 - 50 dicas para administração do déficit de atenção em sala de aula - CHADD
Levine, Mel, 1995 - Memória de Trabalho Ativa
Tanganelli, Maria do Sacramento L., 1994 - A Criança Hiperativa - artigo jornal O Liberal - Americana SP.
Link para lista de artigos em portugues sobre DDA
http://www.geocities.com/Heartland/Village/8635/espectro/dda.html
# Mitos e verdades entre TDAH e Dificuldades na Aprendizagem - uma proposta para inclusão escolar e social com Fábio Barbirato
O transtorno de humor bipolar e o transtorno de déficit de atenção hiperatividade (TDAH) são patologias graves, de evolução crônica e que geram forte impacto social, familiar e educacional. Por compartilharem sintomas comuns e freqüentemente se apresentarem na forma de comorbidade, o diagnóstico diferencial dos transtornos torna-se difícil e fundamental, visto que medicamentos utilizados no tratamento do TDAH podem agravar a bipolaridade em crianças não tratadas com estabilizadores de humor.
São encontradas taxas que variam de 60 a 90% de diagnóstico de transtorno de déficit e atenção/hiperatividade em crianças e adolescentes com bipolaridade. Crianças com ambos os transtornos têm um curso mais grave. São indivíduos com taxas maiores de sintomas psicóticos, depressão, problemas escolares, hospitalização, fenômenos de ansiedade e disruptivos.
A criança com sintomas clássicos de mania e TDAH deve iniciar o tratamento através de estabilizadores de humor, visto que o impacto dos sintomas maníacos é maior do que dos sintomas de TDAH. Se os sintomas de desatenção, impulsividade e hiperatividade persistem após a estabilização do humor, pode-se preconizar o tratamento para o TDAH através de psicoestimulantes. Novos estudos sobre a genética dos transtornos, sua clínica e recursos terapêuticos ainda são necessários.
Fábio Barbirato
Chefe do Setor de Neuropsiquiatria Infanto-Juvenil da Santa Casa de Misericórdia do RJ. Professor da PUC – RJ ( Especialização em Psiquiatria).Professor da Faculdade de Medicina da Fundação Técnico Educacional Souza Marques.
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sexta-feira, 15 de maio de 2009
Brasil desenvolve metodologia para detectar autismo em crianças
VEJAM MAIS EM :
http://www.fatimanews.com.br/canais/noticias/?id=84073
Um método para diagnosticar o autismo por meio de exame de imagem está sendo desenvolvido pelo Instituto Fernandes Figueira, da Fiocruz (Fundação Oswaldo Cruz). Atualmente, não há nenhum teste específico para o autismo. O diagnóstico é clínico, com base na observação dos sintomas.
Os pesquisadores utilizam o eletroencefalograma computadorizado para fazer uma varredura cerebral. O exame amplia e mede as correntes eletromagnéticas no cérebro em diversas frequências (de 3 a 27 hertz) e permite verificar as ligações entre os grupos de neurônios.
Segundo o neurologista infantil Adaílton Tadeu Alves de Pontes, um dos coordenadores da pesquisa, as imagens obtidas com o mapeamento são comparadas com as do cérebro de uma criança sem o problema.
http://www.fatimanews.com.br/canais/noticias/?id=84073
Um método para diagnosticar o autismo por meio de exame de imagem está sendo desenvolvido pelo Instituto Fernandes Figueira, da Fiocruz (Fundação Oswaldo Cruz). Atualmente, não há nenhum teste específico para o autismo. O diagnóstico é clínico, com base na observação dos sintomas.
Os pesquisadores utilizam o eletroencefalograma computadorizado para fazer uma varredura cerebral. O exame amplia e mede as correntes eletromagnéticas no cérebro em diversas frequências (de 3 a 27 hertz) e permite verificar as ligações entre os grupos de neurônios.
Segundo o neurologista infantil Adaílton Tadeu Alves de Pontes, um dos coordenadores da pesquisa, as imagens obtidas com o mapeamento são comparadas com as do cérebro de uma criança sem o problema.
quarta-feira, 6 de maio de 2009
FIOCRUZ DESENVOLVE EXAME PARA DETECTAR O AUTISMO


VEJA MAIS EM :
http://www.24horasnews.com.br/index.php?tipo=ler&mat=289970
O Instituto Fernandes Figueira, da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), desenvolve metodologia para a elaboração de diagnóstico da síndrome de autismo por meio de exames laboratoriais com aparelhos de eletroencefalograma computadorizado.
Já utilizado no diagnóstico de outras síndromes, o exame amplia e mede as correntes eletromagnéticas no cérebro em diversas freqüências (de 3 a 27 hertz) e permite verificar as ligações entre os grupos de neurônios. Segundo os pesquisadores da Fiocruz, as vantagens do exame são custo acessível e disponibilidade da tecnologia em vários hospitais e postos de saúde no Brasil.
De acordo com o coordenador da pesquisa, o neurologista infantil Adaílton Tadeu Alves de Ponte, a análise de dados já permitiu verificar que as respostas no hemisfério cerebral direito têm uma amplitude menor que o esquerdo, ou seja, “há uma deficiência de ativação do hemisfério direito em relação ao hemisfério esquerdo, quando se compara com as crianças que não apresentam o mesmo problema”.
Segundo o médico, o hemisfério direito está associado às funções socioafetivas, emocionais, de empatia e de percepção do contexto e compreensão social, enquanto o hemisfério esquerdo é mais envolvido com o cálculo e o raciocínio.
Estimativas internacionais mostram que a ocorrência da síndrome pode ser de uma em cada 500 crianças até uma em cada mil crianças. O autismo tem uma incidência maior sobre meninos - 70% das pessoas com autismo são do sexo masculino.
Adaílton Tadeu explica que a ciência ainda não sabe porque ocorre o autismo. O grupo de pesquisa trabalha com a hipótese de que é um fenômeno de causa genética, associada a mecanismos alérgicos não identificados e desenvolvidos ainda no útero, durante a gestação. Esses processos desencadeiam inflamação que altera o desenvolvimento do cérebro e as ligações no hemisfério direito.
A síndrome do autismo foi descoberta simultaneamente, na década de 1940, por dois médicos de origem austríaca, que trabalhavam separadamente: Leo Kanner, erradicado nos Estados Unidos, e Hans Asperger, que permaneceu na Europa durante o período da Segunda Guerra Mundial. A palavra autismo foi criada pelo psiquiatra suíço Paul Eugen Bleuler para descrever a “fuga da realidade” observada em alguns indivíduos.
Segundo o Ministério da Saúde, há grande variabilidade de sintomas autistas (espectro), sendo possível identificar desde pessoas muito comprometidas até pessoas com alto grau de desempenho e com habilidades especiais (os chamados asperger, em homenagem a um dos descobridores da síndrome).
Na rede pública, o atendimento às pessoas com autismo deve ser feito em um dos 1.300 Centros de Atenção Psicossocial que, segundo o ministério, contam com equipes multiprofissionais (médicos, enfermeiros, psicólogos, psicopedagogos, terapeutas ocupacionais, assistentes sociais, professores de educação física).
Saiba mais sobre o autismo :
http://search.conduit.com/Results.aspx?q=AUTISMO&ctid=CT1964375&octid=CT1964375
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