Minha lista de blogs

Mostrando postagens com marcador paralisia cerebral. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador paralisia cerebral. Mostrar todas as postagens

quarta-feira, 20 de maio de 2009

Paralisia Cerebral e a escola


As atitudes em relação às pessoas com as necessidades especiais representam um dos mais importantes fatores para o sucesso da escola inclusiva.Foi evidenciada discordância com relação à inclusão de PPC na escola. A análise fatorial levou a seis fatores que podem explicar tais atitudes: como ensinar PPC em classes normais; sentimentos e emoções de professores na presença de PPC; contato com os PPC; o tipo de educação mais adequado para os PPC; rendimento escolar da sala de aula com a presença de um PPC; e preconceito na sala de aula. Dissonância entre as dimensões afetiva, cognitiva e denotativa das atitudes dos professores foi constatada, a discordância e a dissonância evidenciadas podem representar barreiras quanto à inclusão escolar de PPC.(AU)

Encontrado em:
http://bases.bireme.br
Jane

VEJAM MAIS SOBRE PARALISIA CEREBRAL EM :

http://images.google.com.br/images?gbv=2&hl=pt-BR&q=paralisia%20cerebral%20e%20a%20escola&sa=N&start=20&ndsp=20

quinta-feira, 26 de março de 2009

POLYBAT - Voce conhece esta modalidade esportiva praticada por pessoas com Paralisia cerebral (PC)


A ANDE propicia através de seus profissionais altamente especializados a prática desta inusitada competição.

O Polybat, ou tênis de mesa lateral como também é conhecido, é uma nova prática esportiva e foi criado na Inglaterra em meados dos anos 80. A atividade surgiu como uma alternativa recreativa para aqueles que não possuíam o perfil da bocha e não conseguiam praticar o tênis de mesa convencional....
O Polybat, ou tênis de mesa lateral como também é conhecido, é uma nova prática esportiva e foi criado na Inglaterra em meados dos anos 80. A atividade surgiu como uma alternativa recreativa para aqueles que não possuíam o perfil da bocha e não conseguiam praticar o tênis de mesa convencional. O jogo é realizado em uma mesa de 1,2m x 2,4m, com proteção em todo o comprimento de suas laterais para que a bola não saia pelo lado, possuindo uma altura até 10cm. A mesa ainda deverá possuir altura suficiente para que uma cadeira de rodas possua fácil acesso. A bola utilizada é a plástica de golf, tipo airflow. A raquete deve possuir uma área de batida de 180cm quadrados e um comprimento máximo de 30cm. O jogo é disputado em 11 pontos (jogo curto) ou 21 pontos (jogo longo), onde cada jogador saca 5 vezes em série alternada. A raquete deve manter contato com a mesa (ela é arrastada) e a bolinha deve ser lançada sempre nas bordas laterais. Ganha quem atingir 11 pontos primeiro e caso o jogo empate em 10 a 10 ou 20 a 20, quem fizer o 11o ou o 21o ponto vencerá. Não ocorre a vantagem, desta forma toda a bola ou infração resulta em ponto. Não existe também o pedido de tempo. O jogo pode também ser disputado em duplas, a divisão é por classe e não por sexo. Desta forma homens e mulheres participam juntos. Portanto, o Polybat como atividade inclusiva permite que qualquer pessoa, possuindo as mais variadas deficiências e idade pratique. É um jogo simples, com regras fáceis, dinâmico, divertido, que possibilita ao participante uma vivência motora, cognitiva, recreativa e social


Através do prof BRANDÃO, Presidente da ANDE, expert neste tipo de atividade e uma das pessoas mais bem capacitadas da América do Sul, esta modalidade desperta curiosidade em quem a vislumbra pela primeira vez.

Veja mais em :





quinta-feira, 19 de março de 2009

ARTIGO SOBRE"FORÇA MUSCULAR ISOCINÉTICA DE JOGADORES DE FUTEBOL DA SELEÇÃO BRASILEIRA PARAOLIMPICA DE PARALISADOS CEREBRAIS"

Atletas Paraolímpicos

A fraqueza muscular, a assimetria de forças e o desequilíbrio entre músculos são fatores de risco para lesão dos joelhos. Jogadores de futebol portadores de paralisia cerebral (PC), possivelmente, apresentam estes fatores de risco exacerbados em decorrência da doença e do esporte. O artigo “Força muscular isocinética de jogadores de futebol da seleção paraolímpica brasileira de portadores de paralisia cerebral” analisou 21 futebolistas paraolímpicos, submetidos à avaliação dos músculos flexores e extensores dos joelhos. O estudo é assinado por Marília dos Santos Andrade, Anna Maria Fleury e Antônio Carlos da Silva, pesquisadores do Departamento de Fisiologia da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp). “A paralisia cerebral pode ser definida como uma doença não progressiva que afeta o desenvolvimento do sistema nervoso central. A atividade física tem sido prescrita para indivíduos portadores de paralisia cerebral com o objetivo de reduzir e, eventualmente, até reverter alguns prejuízos musculares”, explicam os autores. Segundo o estudo, como os jogadores de futebol portadores de PC apresentam fatores de risco para lesão dos joelhos, um programa de avaliação e fortalecimento muscular deve ser indicado para esta população. “Futebolistas com paralisia cerebral, mesmo que altamente treinados, podem apresentar risco elevado de lesões traumáticas ou por esforços repetitivos da articulação do joelho”, revela o estudo. Recomenda-se, portanto, que os atletas sejam submetidos a programas de fortalecimento muscular, independentemente do estágio de treinamento.
Revista Brasileira de Medicina do Esporte – vol. 11 – nº 5 – Niterói – set./out. 2005
www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S1517-86922005000500007&lng=pt&nrm=iso&tlng=pt