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sábado, 25 de julho de 2009

Saiba como obter isenção de impostos na compra de um veículo adaptado














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Condutor com deficiência física tem direito a isenção de IPI, ICMS e IPVA.
Carteira de Habilitação depende de laudo médico e exame prático de direção.

Em meio a uma enxurrada de dúvidas, algumas pessoas com necessidades especiais acabam abrindo mão de dirigir por achar que não têm direito à carteira de habilitação ou a comprar um carro.

Independentemente da deficiência apresentada pela pessoa - que pode ser um movimento limitado em decorrência de uma cirurgia, por exemplo - só um laudo médico pode indicar se ela pode guiar um veículo adaptado às suas necessidades. E, nestes casos, é possível obter isenção de alguns impostos na hora da compra.

Leia também: Deficientes físicos pedem passagem ao volante

Quem explica o passo-a-passo para quem tem necessidades especiais e deseja comprar um carro adaptado é a empresária Névia Bernardes da Gama e Silva, que tem uma empresa prestadora de serviços em São Paulo especializada no assunto. Segundo ela, o processo todo, entre a obtenção da Carteira de Habilitação até a compra do veículo, demora cerca de dois meses e meio.

"A pessoa com necessidades especiais muitas vezes tem medo do preconceito, por achar que na carteira vem escrito que ela tem deficiência física. Mas no documento só é discriminado o tipo de veículo que o condutor está apto a guiar", explica a especialista em isenções de impostos. "Para o condutor com necessidades especiais, as isenções reduzem entre 25% e 27% o valor do veículo."

Confira o passo-a-passo de quem deseja obter isenção de impostos na compra de um carro adaptado a necessidades especiais:

1. Laudo médico
O primeiro passo para a compra de um carro, utilizando as isenções previstas em lei, é ter em mãos um laudo médico que aponte a deficiência.

2. Exame em clínicas credenciadas pelo Detran
De posse do laudo, é possível fazer a mudança da Carteira de Habilitação. A pessoa deve ir até uma clínica credenciada pelo Detran ou a uma auto-escola que acompanhe o interessado a uma das clínicas. A pessoa passa por um exame feito por doismédicos de especialidades diferentes, quem avaliam se a pessoa tem necessidade de guiar um carro específico ou adaptado para sua deficiência.

3. Exame prático
Com a indicação de guiar um carro com uma configuração específica, o interessado faz um exame prático de volante, aplicado pelo Detran, em um carro igual ao que ele deve usar se for aprovado.

4. Carteira de Habilitação
Depois de passar no exame prático, o motorista recebe a Carteira de Habilitação. Nela está discriminado o tipo de veículo que o condutor está apto a guiar.

5. Autenticação do Detran
Com a Carteira de Habilitação em mãos, o motorista retorna à clínica na qual ele passou pela perícia. São feitas sete cópias do laudo e mais seis da Habilitação, que são enviadas para um delegado do Detran autenticar.

6. Isenções de IPI e ICMS
Condutores de automóveis com necessidades especiais têm direito a isenção de alguns impostos na hora da compra do veículo. As isenções de IPI e ICMS devem ser requeridas antes da compra do carro.

- IPI: o pedido de isenção do Imposto Sobre Produtos Industrializados (IPI) é feito à unidade da Receita Federal mais próxima da residência do condutor, com documentos pessoais, a Carteira de Habilitação e um formulário disponível no site da Receita Federal (clique aqui para ver). A isenção do IPI pode ser renovada a cada dois anos.
- ICMS: é a Secretaria da Fazenda de cada estado que dá a isenção do Imposto sobre Operações Relativas à Circulação de Mercadorias (ICMS). Além de documentos pessoais e da Carteira de Habilitação, o condutor já precisa indicar o carro que vai comprar, por meio de uma carta da concessionária ou ponto de venda. A isenção do ICMS pode ser renovada a cada três anos e está limitada a carros novos, de fabricantes brasileiras, que custem até R$ 60 mil e não sejam utilitários.

7. Compra do veículo
O cliente leva as duas isenções à concessionária, onde se encomenda o veículo.

8. Isenção do IPVA
O condutor documenta o carro novo no Detran sem pagar o Imposto sobre a Propriedade de Veículos Automotores (IPVA). Em seguida, com cópia dos documentos pessoais, do veículo e nota fiscal de compra, dá entrada no pedido de isenção do IPVA e rodízio obrigatório. A isenção do IPVA vale durante todo o período em que o carro estiver em nome do mesmo condutor. Para finalizar o processo, cópias das isenções são levadas à Receita Federal e à Secretaria da Fazenda.


Não-condutores também podem comprar carros com isenção de IPI
A pessoa com deficiência que queira ter um veículo, mesmo que não seja a condutora, também pode fazer a compra com isenção do IPI. A norma vale para qualquer pessoa - mesmo que for criança - que obtenha o laudo da Receita Federal feito por um médico credenciado pelo SUS.

A deficiência é atestada por dois médicos, de especialidades diferentes. Se a pessoa tiver um problema mental, por exemplo, o exame é feito por um psiquiatra e um psicólogo. Se a deficiência é física, a avaliação é feita por um neuro e um psicólogo. O laudo também precisa ter a assinatura do responsável pela clínica ou hospital.

"É importante dizer que se a pessoa tem mais de 17 anos e tem um problema mental, só consegue isenção na compra de um carro se estiver interditado. Os pais precisam pedir a interdição da pessoa para poderem assinar por ele. Já se o interessado em comprar o veículo gozar de plenas faculdades mentais, mais não conseguir assinar por uma deficiência física, ele pode fazer uma procuração de fé pública em um cartório, para que alguém possa assinar por ele."

Nos casos de pessoas com necessidades especiais que não sejam condutoras, a isenção do IPI diminiu entre 9% e 15% o valor do automóvel. Os órgãos estaduais não liberam ICMS nem IPVA para proprietários não-condutores.

Serviço:
Névia Isenções
(11) 5082-3111
Rua Doutor Neto de Araújo, 320 - Conjunto 205
Vila Mariana - São Paulo (SP)
saiba mais
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Tire suas dúvidas sobre isenções de carros adaptados
Feira de carros adaptados tem banco até o teto e com 'rodinha'

Música e Deficiência - Apresentação
















VEJAM MAIS SOBRE MUSICA E DEFICIÊNCIA EM: http://saci.org.br/?modulo=akemi¶metro=3872


Por que deficiente não pode estudar música?Escola Municipal de Música

Combinei com Viviane, nossa Repórter Saci Voluntária que está abordando o tema "Música de Deficiência", de irmos visitar algumas escolas de música.

Para quem não leu a série de matérias da Viviane, leia aqui:

Música e Deficiência - Apresentação http://saci.org.br/?modulo=akemi¶metro=3390

Música e Deficiência: Os Pré-Conceitos - Parte I http://saci.org.br/?modulo=akemi¶metro=3519

Música e Deficiência: Os Pré-Conceitos - Parte II
http://saci.org.br/?modulo=akemi¶metro=3696

Música e Deficiência: As dificuldades do fazer musical
http://saci.org.br/?modulo=akemi¶metro=3761

Liguei para uma escola e cheguei a falar com o diretor, que me informou que não havia nada adaptado e que, para fazermos uma visita, teríamos que enviar um ofício. Como estamos em final de ano e na maior correria, deixei para o ano que vem. Liguei para a Escola Municipal de Música e conversei com Henrique Autran Dourado, o diretor. Por telefone, já fiquei sabendo que não havia nenhuma adaptação. A única facilidade é uma entrada atrás do prédio, com uma rampa utilizada por veículos. A entrada da frente é uma escadaria.

Marcamos a visita para o dia 28 de novembro, uma quinta-feira. Combinei com Viviane que nos encontraríamos lá. Cheguei cinco minutos antes dela e comecei a bater um papo com o Prof Henrique, muito simpático e com uma ótima prosa. Expliquei para ele que o nosso objetivo é a igualdade de condições para todos. Ele nos disse que, provavelmente, a escola mudará de endereço. Aproveitando esse gancho, perguntei se já não seria possível fazer a nova escola adaptada e o lembrei que existem normas de como fazer as adaptações. É importante citar que, dias depois da visita, ele passou um e-mail para mim dizendo que já havia entrado em contato com os arquitetos falando a esse respeito.

Ficamos cerca de duas horas conversando. Percebi que ele tem, sem dúvida alguma, muito boa vontade. Mas o grande problema é que a maioria da população desconhece a existência e as necessidades de um deficiente. Se a grande maioria dos deficientes não consegue freqüentar escolas por falta de estrutura, o que dizer de um deficiente que queira estudar música? Claro que não vejo os responsáveis pelas escolas de música como os culpados pela falta de material e acesso às escolas, pois nossos governantes se esqueceram da cultura no país. Não sei se isso é resquício da ditadura, pois quanto menos instruído um povo, mais fácil de governar.

A maioria das pessoas só entende como deficientes aqueles que usam cadeiras de rodas e que pouco se movimentam e esquecem ou não sabem que existem outras deficiências. Viviane, por exemplo, não usa cadeira de rodas, já que anda, mas necessita de algumas adaptações, tais como rampas e ônibus adaptado. Imaginem os preconceitos enfrentados por ela e por outros deficientes que queiram fazer música porque, infelizmente, a palavra deficiente, para a maioria das pessoas, quer dizer incapaz. Nós sabemos que isto não é verdade, sempre falo que eu tenho alguns problemas a mais, no meu caso a mobilidade, mas quem é que não tem problemas?

Foi complicado escrever esse texto, pois quando marquei o encontro na escola não pensava que era um problema tão grande: vai da falta de informação, de cultura (que no nosso pais não vale nada), de transporte adaptado, de escolas adaptadas, de vontade de alguns que não entendem as nossas necessidades. Ainda há uma gama enorme de problemas, entre eles, o preconceito.

O professor Henrique, que mostrou ser uma pessoa bastante receptiva, disse que vai fazer o possível para conseguir melhorias na parte de acessibilidade e de materiais específicos, tais como partituras em Braile. Isso não é muito difícil, pois existem entidades para deficientes visuais, como a Laramara e a Fundação Dorina Nowill, que possuem uma enorme experiência. Outro exemplo é a AACD, que faz adaptações para instrumentos tocados por deficientes.

Portanto, acho que falta realmente vontade dos nossos governantes para permitir que a Inclusão saia do papel e vire realidade. Pretendo enviar essa matéria para nosso governador e para nossa prefeita. Aguardo uma solução prática e não apenas teórica.

Mais Informações:

Escola Municipal de Música
Endereço: Rua Vergueiro,961, Aclimação, São Paulo,Capital
CEP: 01504-001
Tel: (11) 3209-7865
Fax:(11) 3209-6580
Site: www.emmsp.hpg.com.br


Data da Visita: 28/11/02
Repórter:Renato Laurenti
Acompanhantes: Viviane dos Santos Louro e Luiz José


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Deficientes superam as dificuldades com a música
Crianças encantam o público em corais e bandas espalhados pelo país

http://images.google.com.br/imgres?imgurl=http://revistacrescer.globo.com/Revista/Crescer/foto/0,,16819742,00.jpg&imgrefurl=http://revistacrescer.globo.com/Revista/Crescer/0,,EMI21805-15159,00.html&usg=__ekNpcxopmDyK3JSg8O66U8ocdRc=&h=200&w=300&sz=14&hl=pt-BR&start=34&tbnid=T9wtv5N7764ftM:&tbnh=77&tbnw=116&prev=/images%3Fq%3DMUSICA%2BPARA%2BDEFICIENTES%26gbv%3D2%26ndsp%3D20%26hl%3Dpt-BR%26sa%3DN%26start%3D20

Eles tocam instrumentos sem enxergar, soltam a voz sem ouvir e "cantam" sem falar. A música é um caminho eficiente para afastar o preconceito e melhorar (muito) a auto-estima de crianças e jovens com deficiência. Pelo esforço de aprender, mas também pela qualidade da música que produzem, eles têm chamado a atenção do público, que retribui com aplausos e pedidos de bis. Há grupos musicais formados por deficientes em várias cidades do país e eles se apresentam em teatros, programas de televisão, hospitais e escolas. "Hoje recebemos elogios pela qualidade musical da nossa banda e não mais pelo espanto de conseguirmos tocar", comemora a coordenadora do Grupo Surdodum, a fonoaudióloga Ana Lúcia Soares, do Centro Integrado de Ensino Especial, em Brasília.

Obama assina Convenção e diz que toda criança com deficiência tem que estudar na escola perto de sua casa


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Na presença da Secretária de Estado Hillary Clinton, e de lideranças americanas com deficiência, o Presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, anunciou ontem que o país vai assinar a Convenção sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência.

Obama qualificou a Convenção, o primeiro tratado internacional do século XXI, de um documento “extraordinário”.

Em seu discurso, o Presidente norte-americano disse que está orgulhoso do progresso feito no país, mas não vai ficar satisfeito até que todo americano com deficiência esteja estudando na escola mais perto de sua casa da maneira que for melhor para ele.

O Presidente disse que se lembra das pessoas com deficiência todos os dias, ao passar pela rampa construída para a cadeira de rodas do Presidente Franklin Roosevelt. Naquela época, disse ele, medo e preconceito com relação às pessoas com deficiência era a norma, mas a maioria dos americanos nem sabiam que o Presidente Roosevelt tinha uma deficiência. Isso quer dizer, completou, que a maioria dos americanos também não sabiam que a deficiência de Roosevelt não prejudicou sua habilidade de recuperar o país. Roosevelt governou os EUA, enfrentando os efeitos da grande recessão e a Segunda Guerra Mundial durantte 4 mandatos. Faleceu no cargo no último deles.

Ele lembrou ainda de seu sogro, Fraser Robinson, já falecido, diagnosticado com esclerose múltipla na década de 1930. Segndo o Presidente, ele nunca reclamou, nunca buscou tratamento especial e nunca perdeu um dia de trabalho, embora precisasse usar duas bengalas para se locomover. Robinson, disse Obama, fez tudo isso e mais, antes da legislação americana, ADA (Americans with Disabilities Act) existir, um dos herós silenciosos que mostraam que pessoas com deficiência podem contribuir integralmente para sociedade, apesar da falta de reconhecimento dos outros.

O ato foi realizado no aniversário de 19 anos da ADA. O Presidente instruiu a Embaixadora dos EUA junto à ONU a assinar o documento. O tratado precisa ainda ser ratificado pelo Senado americano. 140 países já assinaram a Convenção. O Brasil está entre os 60 países que já ratificaram o documento. O tratado, que é válido no país desde agosto de 2008, foi o primeiro a ganhar status constitucional no país.

Íntegra do discurso do Presidente, em inglês:

Today we celebrate the 19th anniversary of the enactment of the historic Americans with Disabilities Act (ADA). Signed into law on July 26, 1990, this landmark legislation established a clear mandate against discrimination on the basis of disability so that people with disabilities would have an equal opportunity to achieve the American Dream.

Our Nation is once again poised to make history for people with disabilities. I am proud to announce that the United States will sign the United Nations Convention on the Rights of Persons with Disabilities, adopted by the United Nations General Assembly in New York on December 13, 2006. The Convention is the first new human rights convention of the 21st century adopted by the United Nations, and it represents a paradigm shift in protecting the human rights of 650 million people with disabilities worldwide. We proudly join the international community in further advancing the rights of people with disabilities.

As we reflect upon the past and look toward a brighter future, we recognize that our country has made great progress. More than ever before, Americans with disabilities enjoy greater access to technology and economic self-sufficiency. More communities are accessible, more children with disabilities learn alongside their peers, and more employers recognize the capabilities of people with disabilities.

Despite these achievements, much work remains to be done. People with disabilities far too often lack the choice to live in communities of their choosing; their unemployment rate is much higher than those without disabilities; they are much likelier to live in poverty; health care is out of reach for too many; and too many children with disabilities are denied a world-class education.

My Administration has met these challenges head-on. We have launched the “Year of Community Living” to help people with disabilities live wherever they choose. We have nearly doubled the funding for the Individuals with Disabilities Education Act. I was proud to sign the groundbreaking Christopher and Dana Reeve Paralysis Act and the Children’s Health Insurance Reauthorization Act, which provides health insurance to millions of additional children. I also lifted the ban on stem cell more research. These measures demonstrate our commitment to leveling the playing field for every person with a disability. My Administration will not rest on these accomplishments, and we will continue to focus on improving the lives of people with disabilities. I encourage States, localities, and communities across the country to cultivate an environment in which the 54 million Americans living with a disability are valued and respected.

Americans have repeatedly affirmed the importance of protecting the human rights and dignity of every member of this great country. Through the steps we have taken, we will continue to build on the ADA and demonstrate our ongoing commitment to promoting, protecting, and ensuring the full enjoyment of all human rights and fundamental freedoms by people with disabilities.

NOW, THEREFORE, I, BARACK OBAMA, President of the United States of America, by virtue of the authority vested in me by the Constitution and laws of the United States, do hereby proclaim July 26, 2009, as the Anniversary of the Americans with Disabilities Act. I call on Americans across our country to celebrate the progress we have made in protecting the civil rights of people with disabilities and to recognize the step forward we make with the signing of the United Nations Convention on the Rights of Persons with Disabilities. Inspired by the advances of the last 19 years, let us commit to greater achievements in the years ahead.

IN WITNESS WHEREOF, I have hereunto set my hand this twenty-fourth day of July, in the year of our Lord two thousand nine, and of the Independence of the United States of America the two hundred and thirty-fourth.

BARACK OBAMA

Íntegra da notícia, em inglês e notícias relacionadas:

http://blogs.abcnews.com/politicalpunch/2009/07/obama-not-satisfied-with-progress-made-on-disabilities.html

http://www.google.com/hostednews/ap/article/ALeqM5hB-hcgJ7mICED5LMhgq6qxrmXUEgD99L4G900

http://content.usatoday.com/communities/theoval/post/2009/07/68495367/1

ANÕES - CONHEÇA A CIDADE DOS ANÕES - ITABAIANINHA - SERGIPE

VEJAM MAIS SOBRE ANÕES EM : http://www.google.com.br/search?hl=pt-BR&q=

http://veja.abril.com.br/070499/p_074.htmlitabaianinha+anões&meta=&aq=4&oq=ITABAIANINHA

Aperfeiçoamento de Professores - ano oferece mais de 50 mil vagas em cursos de licenciatura

Vejam mais sobre Aperfeiçoamento de Professores - ano oferece mais de 50 mil vagas em cursos de licenciatura em : http://images.google.com.br/imgres?imgurl=http://drricardoteixeira.files.wordpress.com/2009/07/child.jpg&imgrefurl=http://consciencianodiaadia.com/&usg=__pEdVKdRm_usfqXxTpCd5Ms4Cmd4=&h=783&w=1032&sz=67&hl=pt-BR&start=14&tbnid=M-qiNk62Zxu5cM:&tbnh=114&tbnw=150&prev=/images%3Fq%3D%2522transtorno%2Bde%2Bdeficit%2Bde%2Baten%25C3%25A7%25C3%25A3o%2Be%2Bhiperatividade%2522%26gbv%3D2%26hl%3Dpt-BR%26sa%3DG

CONHEÇAM A PLATAFORMA FREIRE EM ( PLANO NACIONAL DE FORMAÇÃO DE PROFESSORES : http://portal.mec.gov.br/dmdocuments/folheto_plataformafreire.pdf

Professor, se você ainda não é formado em curso de licenciatura ou dá aula de uma
matéria diferente de sua área de formação,inscreva-se para uma vaga no Plano Nacional
de Formação do Professor da Rede Pública.
Em 2009, o Ministério da Educação,juntamente com estados, municípios,
universidades e institutos federais, oferece52.894 vagas neste semestre nas modalidades presenciais e a distância. Veja a seguir como se candidatar a uma dessas vagas.

O que é a Plataforma Paulo Freire?
A Plataforma Paulo Freire é um sistema desenvolvido pelo Ministério da Educação para que o professor faça sua pré-inscrição em cursos de graduação e pós-graduação, ofertados gratuitamente por mais de 90 instituições de ensino em todo o país. Nela você também pode cadastrar seu currículo e mantê-lo atualizado. A ferramenta faz parte do Sistema Nacional de Formação de Professores.

Quem pode se inscrever para fazer esses cursos?
Qualquer professor em exercício da rede pública estadual ou municipal.

Já tenho uma graduação. Posso fazer outra?
Sim, se você estiver lecionando fora de sua área de formação. Por exemplo, se você se formou em física, mas dá aula de matemática, poderá se inscrever num curso de licenciatura em matemática.
Como faço minha pré-inscrição?
O primeiro passo é acessar a plataforma no endereço www.mec.gov.br.
Em seguida você vai clicar no “Plano Nacional de Formação do Professor da Rede Pública”. Faça seu cadastro. Na primeira tela, clique em “Primeiro
acesso à Plataforma Freire”.
A próxima tela pedirá seu CPF.

Em seguida, clique em “Acessar o Sistema”.
A partir daí, escolha a opção “Já sou cadastrado”.

O sistema solicitará que você digite as letras que aparecem na imagem,
por uma questão de segurança.

As inscrições vão até quando?
Até o final do mês de julho de 2009 para as inscrições deste ano.
Mas a plataforma vai oferecer vagas até 2011 e por isso fica aberta de forma
permanente até lá. As inscrições para os próximos anos – 2010 e 2011 –
serão feitas a cada semestre. Assim, a plataforma vai oferecer vagas
no primeiro e no segundo semestre de 2010 e de 2011.

Todas as informações solicitadas durante o cadastro são obrigatórias?
Não. Somente as que possuem asteriscos em vermelho.

Como sei que o processo de cadastro foi finalizado corretamente?
Você deve clicar em salvar, quando aparecer a página inicial
da plataforma.

O sistema vai pedir novamente seu CPF e solicitar a criação de uma senha (com quatro letras e dois números), além da autenticação de seu cadastro.

Já me cadastrei e não consigo fazer a minha pré-inscrição.O que faço?
Verifique se você já preencheu o seu currículo, incluindo a atuação
profissional e a formação acadêmica, itens obrigatórios. Procure esclarecer
suas dúvidas no item “Ajuda”, na página inicial da plataforma.

Não tenho todas as informações solicitadas.Vou conseguir fazer a pré-inscrição?

Sim. Mas é obrigatório preencher dois itens: Formação e Atuação
Profissional. Procure preencher seu currículo de forma clara e objetiva. Declare
somente dados comprovadamente verdadeiros e corretos. Se você não tiver alguma informação, não tem problema, pois poderá dar continuidade ao seu
procedimento de pré-inscrição.

Como faço alterações no currículo?

Para fazer qualquer alteração você precisa fazer “login”, isto é, entrar com o seu CPF e senha. Você poderá incluir ou modificar registros a qualquer
momento e enriquecer o conteúdo do seu currículo.



Já me cadastrei no sistema e preenchi o currículo.
Como faço a pré-inscrição?
Entre na plataforma com seu CPF e senha. Em seguida, clique no menu
superior no ícone “Cursos Disponíveis Pré-Inscrição”.


Os cursos são ofertados de que forma?
Nas modalidades presencial e a distância. No momento da pré-inscrição, é importante observar em qual dessas modalidades o curso é oferecido e fazer sua opção.
Quando ficarei sabendo se farei o curso?
Você pode acompanhar o andamento do processo na própria plataforma, ou será avisado por email ou pela secretaria estadual ou municipal.
Em quantos cursos posso me inscrever?
Você pode se inscrever em até três cursos.
Posso me inscrever em um curso que não tem mais vagas?
Sim, porque pode haver desistências.

TRANSTORNO DE DEFICIT DE ATENÇÃO E HIPERATIVIDADE - T D A H - VOCE SABE O QUE É?



BIBLIOGRAFIA DISPONIVEL NO BRASIL: http://images.google.com.br/imgres?imgurl=http://www.hiperatividade.com.br/upimgs/distraido&imgrefurl=http://www.hiperatividade.com.br/print.php%3Fsid%3D28&usg=__CY4i4dmRE3XrG9SeV9b5RHC7Ro4=&h=424&w=518&sz=94&hl=pt-BR&start=13&tbnid=GTNrk2wI_wjgoM:&tbnh=107&tbnw=131&prev=/images%3Fq%3D%2522transtorno%2Bde%2Bdeficit%2Bde%2Baten%25C3%25A7%25C3%25A3o%2Be%2Bhiperatividade%2522%26gbv%3D2%26hl%3Dpt-BR%26sa%3DG















VEJAM MAIS SOBRE TRANSTORNO DE DEFICIT DE ATENÇÃO E HIPERATIVIDADE - T D A H - VOCE SABE O QUE É? Em:
http://images.google.com.br/images?gbv=2&hl=pt-BR&sa=1&q="transtorno+de+deficit+de+atenção+e+hiperatividade"&btnG=Pesquisar+imagens&aq=f&oq=





O transtorno de déficit de atenção e hiperatividade (TDAH), de acordo com a quarta edição do Manual Diagnóstico e Estatístico de Transtornos Mentais(DSM IV) , caracteriza-se por um padrão persistente de desatenção e/ou hiperatividade, mais freqüente e severo do que aquele tipicamente observado em indivíduos em nível equivalente de desenvolvimento.

Estima-se que 5 a 13% das crianças em idade escolar apresentem o diagnóstico de TDAH, sendo a freqüência no sexo masculino maior do que no feminino. Na maioria dos casos, o transtorno acompanha o indivíduo por toda a vida. As causas ainda são desconhecidas, embora, seja amplamente aceita a influência de fatores genéticos e ambientais no seu desenvolvimento.

De acordo com a literatura atual, os sintomas do TDAH são originados por problemas no funcionamento cerebral – especialmente do córtex pré-frontal, parietal posterior e conexões com o circuito subcortical. Barkley (2002) afirma que o déficit central ocorre devido falha na inibição comportamental e, como conseqüência, nas demais funções executivas (memória de trabalho, planejamento, auto-regulação de motivação, resolução de problemas e antecipação) do indivíduo. Tal falha seria a principal responsável pelos sintomas de hiperatividade, desatenção e impulsividade.

Em relação aos sintomas do transtorno, desde os primeiros anos de vida, verificam-se alterações no desenvolvimento das crianças. Em alguns estudos, mães de crianças com TDAH relatam que seus filhos se mexiam muito durante a gestação: quando bebês, mostravam-se mais irritadiços, chorando e acordando várias vezes durante a noite. Em alguns casos, tal comportamento pode passar despercebido pelos pais, no entanto, ao ingressar na escola, mesmo os casos mais leves tendem a se tornar evidentes em função das demandas escolares.

Essas crianças têm dificuldades para manter atenção em atividades muito longas, repetitivas ou que não lhes sejam interessantes. Elas são facilmente distraídas por estímulos do ambiente externo, mas também se distraem com os próprios pensamentos – parecem dormir acordadas. São comuns as mudanças de uma tarefa para outra, antes que sejam devidamente finalizadas. Nas provas, são visíveis os erros por distração, além da desorganização e demora na sua realização. Além disso, é comum demonstrarem impaciência, interrupção freqüente ou intrusão em assuntos de terceiros, dificuldade para adiar respostas e aguardar sua vez.

As características clínicas do TDAH variam. Contudo, de modo geral, as mais comuns são: hiperatividade, comprometimento percepto-motor, instabilidade emocional, déficit da coordenação motora, distúrbio de atenção, impulsividade e dificuldades específicas do aprendizado. Além destes, é comum que crianças e adolescentes com o diagnóstico do transtorno apresentem problemas no relacionamento interpessoal, conflitos familiares, baixo rendimento escolar e, conseqüentemente, baixa auto-estima.

Neste sentido, faz-se necessária adequada avaliação diagnóstica e intervenção precoce. O processo diagnóstico, que é essencialmente clínico, inclui desde o preenchimento dos critérios para TDAH do DSM-IV e avaliações complementares, até coleta de dados com os pais e professores. Em relação ao tratamento administrado, o ideal é que envolva diversos profissionais, de acordo com as necessidades da criança e sua família. Intervenções cognitivo-comportamentais, orientações a familiares e educadores e medicações específicas têm sido utilizadas com sucesso nos casos de transtorno do déficit de atenção e hiperatividade.

O Transtorno de Déficit de Atenção e Hiperatividade (TDAH) tem sido bastante explorado entre as crianças e só recentemente passou também a ser melhor entendido nos adultos. Estima-se que cerca de 60% das crianças com diagnóstico de TDAH continuam a apresentar os sintomas (desatenção, inquietude, impulsividade) durante a adolescência e idade adulta e pesquisas revelam que os adultos podem ter significativo prejuízo no seu desempenho no trabalho.

Um grande estudo realizado pela Organização Mundial da Saúde em dez países revelou que 3.5% dos adultos entre 18 e 44 anos inseridos no mercado de trabalho podem ser classificados como portadores de TDAH. Esses indivíduos apresentavam mais absenteísmo e menos desempenho no trabalho quando comparados a indivíduos sem TDAH. Apesar de apenas uma minoria ter história de receber tratamento específico, uma grande proporção era tratado por outros transtornos mentais, considerados como comorbidades: transtornos que são mais comuns entre os que têm diagnóstico de TDAH do entre aqueles sem TDAH. Os resultados dessa pesquisa foram recentemente publicados no periódico Occupational and Environmental Medicine.

A pesquisa chama à atenção que programas para identificação e tratamento de indivíduos com TDAH no ambiente de trabalho podem ter uma boa relação custo-benefício para o empregador, por conta de uma potencial melhora no desempenho no trabalho.

Para Saber Mais
BARKLEY, R.A. Transtorno de déficit de atenção e hiperatividade: guia completo para pais, professores e profissionais da saúde. Porto Alegre: Artmed, 2002.
FIRST, M. B. et al. Manual de diagnóstico diferencial do DSM-IV-TR. Porto Alegre: Artmed, 2004.
ROHDE, L.A.; MATTOS, P. & cols. Princípios e práticas em transtorno de déficit de atenção e hiperatividade. Porto Alegre: Artmed, 2003.
ARRUDA, M.A. Levados da Breca - um guia sobre crianças e adolescentes com o Transtorno do Déficit de Atenção e Hiperatividade. Instituto Glia: Ribeirão Preto, 2006.

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