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quarta-feira, 22 de julho de 2009

Atraso Global do Desenvolvimento Psicomotor

















VEJAM MAIS SOBRE Atraso Global do Desenvolvimento Psicomotor em :
http://edif.blogs.sapo.pt/19654.html
http://necessidadesespeciais.blogs.sapo.pt/
Definição:O Atraso Global do Desenvolvimento Psicomotor pode ser definido como um atraso significativo em vários domínios do desenvolvimento, nomeadamente ao nível da motricidade fina/grosseira, da linguagem, da cognição, das competências pessoais e sociais, das actividades da vida diária, etc.

Características:

- Heterogénea na etiologia e no perfil fenótipico;

- Prevalência desconhecida mas estimada em entre 1 e 3% das crianças com menos de 5 anos de idade;

- Atraso significativo que se situa 2 desvios padrão abaixo da média (dentro da mesma idade) – QI igual ou inferior a 70%.

Intervenção:

Numa primeira fase, a intervenção deve ser efectuada pelo médico comunitário que acompanha a criança, para posteriormente se estabelecer o diagnóstico de um atraso ao nível do desenvolvimento.

O diagnóstico é difícil de efectuar devido à grande variação que existe nas aquisições entre as crianças ditas “normais”. Por outro lado, existem alguns receios por parte dos pais da criança e médicos que dificultam o processo de intervenção, nomeadamente: receio dos pais em aceitar e descrever a situação do seu filho e receio do médico em confrontar os pais com a situação dos seus filhos.

O diagnóstico revela-se eficaz se este for resultante da avaliação do desenvolvimento infantil com vigilância contínua, através da monitorização das áreas de desenvolvimento.

Ao contrário, o diagnóstico não é eficaz se resultar de um procedimento de rastreio, que consiste numa consulta específica, tendo em conta a idade, a evolução do peso, o crescimento, o perímetro craniano, entre outros.

Deve então existir um esforço no sentido de detectar alterações do desenvolvimento o mais precocemente possível através da - intervenção precoce – apesar da maioria dos problemas cognitivos se detectarem só com a entrada para a escola (dislexia, discalculia, etc.).

Esta intervenção auxiliará as crianças e as famílias a encontrarem um equilíbrio justo de expectativas e de estimulação adequada.

Sinais de Alerta:
Motricidade grosseira: não rebola, não puxa, não fica de pé, não anda em linha, …

Motricidade fina: não segura, não junta as mãos, não faz construções, tem dificuldades de preensão, …

Linguagem: não palra, não diz palavras, não constrói frases, não compreende, não fala de um modo inelegível, …

Cognição: não procura, não se interessa por jogos, não categoriza semelhanças, não sabe o nome próprio ou apelido, não sabe contar, não sabe as cores ou qualquer letra, …

Psicossocial: não ri, não estranha, não se consola nem aceita mimos, agride sem provocação, não brinca com outras crianças, …

Diagnóstico Clínico:

Existem dois níveis de diagnóstico: diagnóstico etiológico e diagnóstico descritivo, que visam o acompanhamento clínico e a terapêutica subsequente.

Diagnóstico Descritivo:

Dimensões de descrição:

- Capacidades cognitivas e do comportamento adaptativo;

- Os factores etiológicos e da patologia orgânica associada;

- Aspectos comportamentais, psicológicos e emocionais;

- Condições ambientais de enquadramento sócio-familiar
Artigo completo em : http://edif.blogs.sapo.pt/19654.html

Niveis e Tipos de Deficiência Mental

VEJAM MAIS SOBRE Niveis e Tipos de Deficiência Mental em : http://edif.blogs.sapo.pt/568.html
INTRODUÇÃO
O significado do termo educação alicerça as suas origens no Latim. Dentro desta etimologia, educação significa: criar, alimentar, extrair, conduzir, ou seja, o termo contém a ideia de um desenvolvimento dirigido que se processa em função das virtualidades endógenas mas condicionadas pelos seus contributos exógenos.
Este desenvolvimento processa-se em função das crianças e para que estas possam beneficiar de um ensino de qualidade e justo é imprescindível que os professores proporcionem um ensino individualizado, variando estratégias e diversificando metodologias.
Esta condição torna-se mais exigente se a acção do professor se dirigir a crianças com deficiência. Cabe então ao professor analisar todo o contexto escolar, social e familiar, no sentido de promover a diferenciação pedagógica e assegurar, de facto, a inclusão de crianças diferentes.
A escola do ensino regular abarca uma diversidade de alunos que devido às suas características heterogéneas dificultam o, já por si, difícil processo de ensino/aprendizagem. Não obstante, a diferenciação pedagógica a par da individualidade que tem o Projeto Curricular de Turma, assim se pretende, deverão constituir-se como factores facilitadores quer do processo de ensino/aprendizagem, quer da integração e, consequentemente, da inclusão da criança diferente.
Numa altura em que, cada vez mais, se fala em escola inclusiva, é imperioso que esta instituição, na pessoa do professor e dos demais funcionários, esteja preparada para trabalhar com a diversidade de alunos que a frequentam.
É necessária uma mudança ao nível de mentalidades no que concerne à comunidade escolar mas também à comunidade em geral.
Como tal, é fundamental que se aposte na formação dos professores e dos demais funcionários/técnicos que participam no processo educativo da criança/jovem, especialmente quando se trata de crianças com Necessidades Educativas Especiais (NEE).
Dentro do grupo de alunos com NEE incluem-se os alunos com deficiência Mental, aos quais nos reportaremos ao longo do nosso trabalho.
SEGUE: Vide Home Page... http://edif.blogs.sapo.pt/568.html

HOMOLOGAÇÃO NÚMERO 13 - Resolução No 13 do Conselho Nacional de Educação


Exmo Sr Fernando Haddad
Ministro da Educação

Nós, abaixo-assinados, cidadãos brasileiros, entidades em defesa das
pessoas com deficiência, organizações sociais e educacionais, solicitamos ao
Ministério da Educação a imadeiata homologação da Resolução No. 13 do
Conselho Nacional de Educação, um avanço inequívoco em direção a uma
sociedade justa, inclusiva e com cidadania para TODOS.


> Acreditamos que a educação inclusiva é base para a autonomia e para a vida
> independente e consideramos que o direito todo aluno de estudar na classe
> comum da escola regular é um direito dele; constitui obrigação da família,
> da sociedade e do Estado. A proposta de manter a educação segregada para
> crianças, adolescentes e jovens implica em abrir mão de um direito
> constitucional, dispondo de um direito que, por natureza, é definido como
> indisponível.
>
> Falar em educação não implica tratar apenas do hoje, mas também do amanhã
e
> do futuro de pessoas com deficiência que um dia deixarão de ser alunos e
que
> devem ter o direito de viver em sociedade e fazer suas próprias escolhas.
> Devem também ter direito de acesso aos apoios quando necessário, à saúde,
à
> cultura, ao trabalho, ao lazer, ao envelhecimento com dignidade e ao pleno
> exercício da cidadania.
>
> Lutamos e exigimos que na escola comum as pessoas com deficiência sejam
> atendidas em suas especificidades . Mas não vamos consentir que, sob o
> pretexto das "dificuldades do convívio e de apoios, da falta de
capacitação
> e da dificuldade de aprendizado" e até mesmo de possíveis falhas –
> considerando que esta é uma mudança de paradigma para a escola e a
sociedade
> - que os retrocessos aconteçam, com a tentativa de manter a política de
> segregação.
>
> Entendemos a importância do Atendimento Educacional Especializado,
> fortalecido pelo Decreto nº 6.571, de 17 de setembro de 2008, que acontece
> necessariamente no contraturno atendendo às especificidades dos alunos com
> deficiência, assim como o Parecer nº 13/2009,que fortalece ainda mais o
AEE
> e a Educação Inclusiva, direito indisponível e inquestionável garantido
pela
> Constituição Federal nos art. 205, 206 e 208 e pelo art. 24 da Convenção
> sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência, ratificada pelo Brasil
> através do Decreto legislativo 186/2008, com status de emenda
> constitucional.
>
> É importante considerar que, assim como a sociedade, a escola deve servir
a
> todos (as) e levar em conta que a educação é essencial na vida de qualquer
> pessoa, bem como a convivência e o rompimento das barreiras do preconceito
> que os alunos com deficiência enfrentam. Quanto menor o convívio, mais as
> pessoas com deficiência serão consideradas como "especiais", que pertencem
a
> um mundo à parte. Agindo desta forma, mais dificuldades deixaremos como
> legado para seu futuro, quando não mais estaremos presentes.
>
> Acreditamos que é justamente para evitar discriminar e segregar que a
nossa
> Lei Maior garante esse direito que se traduz em dever para a família,
> sociedade e Estado, assim como a Convenção sobre os Direitos das Pessoas
com
> Deficiência, que vigora no território nacional com valor de Emenda
> Constitucional garante a inclusão plena para pessoas com deficiência desde
o
> seu nascimento.
>
> Defendemos a inclusão total e incondicional de todas as pessoas em todos
os
> contextos sociais e o direito de serem beneficiárias dos bens públicos e
> privados.
>
> Defendemos o processo de transformação da sociedade para atender a
> singularidade humana e a pluralidade cultural, o que implica em rupturas e
> mudanças políticas, econômicas e sociais.
>
> Defendemos a cultura da diversidade em oposição a cultura do preconceito,
> com base nos direitos humanos fundamentais de igualdade, participação,
> solidariedade e liberdade.
>
> Defendemos a cultura da diversidade na educação não como busca do melhor
> modelo educativo individual ou de adaptações curriculares, mas da
construção
> de sistemas educacionais inclusivos que assegurem o acesso e a permanência
> de todos como resultado da qualidade social da educação.
>
> Defendemos a educação como um direito de todos e dever do Estado, seja
esse
> o provedor dos serviços educacionais ou o fiscalizador dos serviços
> prestados por entidades privadas.
>
> Defendemos a gestão democrática e controle social em todas as instâncias
dos
> sistemas de ensino e nas unidades escolares.
>
> Defendemos que a educação escolar é o instrumento fundamental de
> desenvolvimento individual, social, cultural, político e econômico do país
> para garantir o exercício da cidadania
>
> A SEESP/MEC cumpre com a sua obrigação ao entender, compreender e definir
o
> Atendimento Educacional Especializado de acordo com a Constituição Federal
> de 1988 e a Convenção sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência, em
> benefício dos 25 milhões de brasileiros com deficiência e suas famílias.
>



Não esqueça que um dia vocês precisarão de nosso apoio!

PRIMEIRO ÔNIBUS MOVIDO A ÁGUA NA AMERICA LATINA RODA EM SÃO PAULO














Latin America’s first water-powered bus on the streets of São Paulo
VEJAM AS FOTOS DO PRIMEIRO ÔNIBUS MOVIDO A ÁGUA DA AMÉRICA LATINA, no estado de São Paulo:

http://content.undp.org/go/newsroom/2009/july/latin-americas-first-water-powered-bus-plying-the-streets-of-sao-paulo.en

HANDICAP INTERNATIONAL - CONHEÇA
















CONHEÇA MAIS SOBRE A HANDICAP INTERNATIONAL - OS QUATRO MODELOS DA DEFICIENCIA EM :
http://images.google.com.br/imgres?imgurl=http://www.making-prsp-inclusive.org/typo3temp/pics/5c-1_SocialModel_PT_75fc94ac4d.jpg&imgrefurl=http://www.making-prsp-inclusive.org/pt/6-deficiencia/61-o-que-e-deficiencia/611-os-quatro-modelos.html&usg=__1p1NfCSk-RGjup4G77jAdm0FyRM=&h=223&w=250&sz=40&hl=pt-BR&start=13&tbnid=vrVUuAAIZ96M2M:&tbnh=99&tbnw=111&prev=/images%3Fq%3DMODELO%2BDE%2BDEFICIENCIAS%26gbv%3D2%26hl%3Dpt-BR%26sa%3DG

Modelo médico

O “Modelo Médico” da deficiência e as idéias associadas (Harris e Enfield, 2003, p. 172)
O Modelo Médico (ou Individual) vê as pessoas com deficiência pessoas que têm problemas físicos que precisam ser curados. Isto impele as pessoas com deficiência para o papel passivo de pacientes. O objetivo dessa abordagem é “normalizar” as pessoas com deficiência, o que naturalmente implica que sejam, de um modo ou de outro, anormais. A questão da deficiência fica limitada à problemática individual: é a pessoa com deficiência que precisa ser mudada, não a sociedade ou o ambiente à sua volta.

De acordo com o modelo médico, as pessoas com deficiência precisam de serviços especiais, tais como sistemas de transporte especial e assistência social. É para isso que existem instituições especiais, por exemplo, hospitais, escolas especiais ou empregos protegidos onde profissionais como assistentes sociais, profissionais da saúde, terapeutas, professores de educação especial decidem e oferecem tratamento especial, educação especial e ocupações especiais.

Modelo social


O “Modelo Social” da deficiência e as idéias associadas (Harris e Enfield, 2003, p. 172)
O “Modelo Social” vê a deficiência como um resultado do modo como a sociedade está organizada. Como a sociedade não está bem organizada, as pessoas com deficiência enfrentam os seguintes tipos de discriminação e barreiras à participação (vide figura 7):

de atitude: expressa-se em medo, ignorância e baixas expectativas.
do meio: resulta na inacessibilidade física que afeta todos os aspectos da vida (lojas, prédios públicos, templos, etc.); e
institucional: são as discriminações de caráter legal. Pessoas com deficiências são excluídas de certos direitos (por ex., não poder casar e ter filhos), exclusão das escolas, etc.
Esses três tipos de barreiras tornam as pessoas com deficiência incapazes de assumir o controle das suas próprias vidas. De acordo com o modelo social, a deficiência não depende apenas do indivíduo, mas também do meio social, que pode ser limitador ou capacitador de várias maneiras. Alguém que usa cadeira de rodas poderá ser considerada deficiente se ainda for capaz de conduzir automóvel ou andar de motocicleta e se a sua casa, lugar de trabalho e outros edifícios forem acessíveis?


Modelo caritativo



O “Modelo Caritativo” da deficiência e as idéias associadas (Harris e Enfield, 2003, p. 172)
O Modelo Caritativo vê as pessoas com deficiência como vítimas da sua incapacidade. Dependendo da deficiência, as pessoas deficientes não podem andar, falar, ver, aprender ou trabalhar. A deficiência é vista com um déficit. As pessoas com deficiência não são capazes de se ajudar e de levar uma vida independente. A sua situação é trágica, e elas estão sofrendo. Logo, precisam de serviços especiais, instituições especiais, etc., porque são diferentes. Há que se ter pena das pessoas com deficiência, elas precisam da nossa ajuda, simpatia, caridade, é preciso tomar conta delas. Às vezes, as próprias pessoas com deficiência, normalmente aquelas que se sentem “incapazes” e têm baixa auto-estima, adotam este conceito.

Modelo social


O “Modelo Social” da deficiência e as idéias associadas (Harris e Enfield, 2003, p. 172)
O “Modelo Social” vê a deficiência como um resultado do modo como a sociedade está organizada. Como a sociedade não está bem organizada, as pessoas com deficiência enfrentam os seguintes tipos de discriminação e barreiras à participação (vide figura 7):

de atitude: expressa-se em medo, ignorância e baixas expectativas.
do meio: resulta na inacessibilidade física que afeta todos os aspectos da vida (lojas, prédios públicos, templos, etc.); e
institucional: são as discriminações de caráter legal. Pessoas com deficiências são excluídas de certos direitos (por ex., não poder casar e ter filhos), exclusão das escolas, etc.
Esses três tipos de barreiras tornam as pessoas com deficiência incapazes de assumir o controle das suas próprias vidas. De acordo com o modelo social, a deficiência não depende apenas do indivíduo, mas também do meio social, que pode ser limitador ou capacitador de várias maneiras. Alguém que usa cadeira de rodas poderá ser considerada deficiente se ainda for capaz de conduzir automóvel ou andar de motocicleta e se a sua casa, lugar de trabalho e outros edifícios forem acessíveis?

HANSENÍASE, VOCE SABE O QUE É ?



VEJAM MAIS SOBRE O QUE É A HANSENÍASE EM :
http://www.entreamigos.com.br/textos/HANSENIASE/hanseniase.pdf

“Se toque!" A hanseníase tem cura
A hanseníase é uma doença de pele e nervos, que se transmite por meio da respiração, no contato com uma pessoa doente que não se trata.

A hanseníase tem cura. Quanto mais cedo o diagnóstico, mais rápido a cura.
O tratamento da doença é simples, com poliquimioterapia e totalmente gratuito. Em Cabreúva, o Centro de Saúde III (provisoriamente atendendo no prédio da administração da Santa Casa) é o posto de referência para o tratamento da hanseníase no município; mas todas as unidades de saúde estão capacitadas para suspeitar do diagnóstico e encaminhar os pacientes ao serviço especializado o mais rápido possível.


Sinais e Sintomas
Manchas na pele podem ser sinal da Hanseníase e pessoas de todas as idades precisam estar atentas a essas manifestações. As manchas são de cor alterada, podem surgir em qualquer parte do corpo e apresentam diminuição de sensibilidade ao calor e à dor. Identificada nesta fase, a doença tem tratamento de seis meses ( com antibiótico oral gratuito), interrompendo a transmissão do bacilo causador e levando à cura.

Sem tratamento, o quadro evolui e pode provocar comprometimento de nervos e o surgimento de seqüelas. Se for descoberta a doença nesta etapa, o tratamento é prolongado para um ano. As seqüelas podem ser tratadas para prevenir lesões irreversíveis, caso contrário, podem evoluir para uma forma mais grave, levando a amputações e incapacitações físicas.

CLASSIFICAÇÃO DAS DEFICIÊNCIAS - MODELO DE











VEJAM MAIS SOBRE O MODELO DE CLASSIFICAÇÃO DAS DEFICIÊNCIAS NO EXCELENTE BLOG DO FABIO ADIRON EM :
http://xiitadainclusao.blogspot.com/2009/07/modelos-de-classificacao-de-deficiencia.html